<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458</id><updated>2012-02-14T16:27:21.518-02:00</updated><category term='Cometas'/><category term='Nebulosas'/><category term='Anãs Brancas'/><category term='Pulsar'/><category term='Aglomerados Estelares'/><category term='Galáxias'/><category term='Telescópios'/><category term='Buracos Negros'/><category term='Sistema Solar'/><category term='Estrelas'/><category term='Planetas'/><category term='Cosmologia'/><category term='Anãs Marrons'/><category term='Maser'/><category term='Exoplanetas'/><category term='Constelação'/><category term='Lente Gravitacional'/><category term='Via Láctea'/><category term='Quasar'/><category term='Asteroides'/><category term='Software'/><category term='Universo'/><category term='Sol'/><category term='Lua'/><category term='Anãs Vermelhas'/><category term='Terra'/><category term='Supernovas'/><category term='Radiação Cherenkov'/><category term='Meteoritos'/><title type='text'>Astro News</title><subtitle type='html'>Notícias de Astronomia</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>709</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-5183230546848662226</id><published>2012-02-14T16:00:00.000-02:00</published><updated>2012-02-14T16:27:21.523-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estrelas'/><title type='text'>Mapa de regiões com formação estelar</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Um mapa divulgado com dados coletados pela sonda Planck da ESA, revela 10 mil regiões de formação estelar, muitas delas nunca vistas antes por astrônomos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-M5K0lIB2POk/TzqneHf66vI/AAAAAAAAFHU/Cc0NpCqqVIc/s1600-h/distribui%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520mon%2525C3%2525B3xido%252520de%252520carbono%252520no%252520espa%2525C3%2525A7o%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="distribuição de monóxido de carbono no espaço" alt="distribuição de monóxido de carbono no espaço" src="http://lh5.ggpht.com/-Y7hGeWrlW64/TzqngyhXplI/AAAAAAAAFHc/DBVnrpOEgQE/distribui%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520mon%2525C3%2525B3xido%252520de%252520carbono%252520no%252520espa%2525C3%2525A7o_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="398" height="221" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Planck (distribuição de monóxido de carbono no espaço)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A imagem foi divulgada nesta semana e mostra berçários de estrelas tão frios que atingem temperaturas de apenas 7 kelvin, aproximadamente 266 graus Celsius negativos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os pontos azuis na imagem acima mostram concentrações de centros estelares. A detecção das regiões é feita de forma indireta. Como o hidrogênio que forma as nuvens de gás é difícil de ser detectado, os cientistas procuram por monóxido de carbono para coletar as informações que compõem o mapa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: ESA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-5183230546848662226?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/5183230546848662226/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/mapa-de-regioes-com-formacao-estelar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5183230546848662226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5183230546848662226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/mapa-de-regioes-com-formacao-estelar.html' title='Mapa de regiões com formação estelar'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-Y7hGeWrlW64/TzqngyhXplI/AAAAAAAAFHc/DBVnrpOEgQE/s72-c/distribui%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520mon%2525C3%2525B3xido%252520de%252520carbono%252520no%252520espa%2525C3%2525A7o_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-8278823443468566259</id><published>2012-02-14T14:00:00.000-02:00</published><updated>2012-02-14T16:13:41.115-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estrelas'/><title type='text'>Estrelas movidas à matéria escura no Universo</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Algumas das estrelas mais antigas do Universo estão muito distantes para serem vistas, mas se o núcleo delas for movido por matéria escura, isso pode ser determinado pelo brilho ao redor delas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-yDpue6ov_EY/Tzqixmcx7SI/AAAAAAAAFHE/wtjdKNhPvHs/s1600-h/distribui%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520da%252520mat%2525C3%2525A9ria%252520vis%2525C3%2525ADvel%252520e%252520a%252520mat%2525C3%2525A9ria%252520escura%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="distribuição da matéria visível e da matéria escura" alt="distribuição da matéria visível e da matéria escura" src="http://lh6.ggpht.com/-YNjFtqhkR5M/TzqizmtdmPI/AAAAAAAAFHM/gmeBRuOijwA/distribui%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520da%252520mat%2525C3%2525A9ria%252520vis%2525C3%2525ADvel%252520e%252520a%252520mat%2525C3%2525A9ria%252520escura_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="406" height="205" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NASA/ESA (distribuição da matéria visível e da matéria escura)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Se essa estranha matéria dá mesmo energia às estrelas, os telescópios de infravermelho conseguem enxergar a luz resultante, que deve ser diferente da que emana de estrelas como o Sol, que contam com o processo de fusão para gerar energia. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A matéria escura nunca foi detectada diretamente e só pode ser estudada pelos seus efeitos gravitacionais em corpos visíveis. Mas sua presença pode ter exercido um papel dominante na criação das primeiras estrelas. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Essas estrelas alimentadas por matéria escura brilham muito, apesar da fonte. Enquanto a luz de uma estrela individual é muito distante para ser medida, os astrônomos podem aprender muito ao analisar a luz combinada de várias estrelas antigas, incluindo aquelas alimentadas pela estranha matéria. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em um novo estudo, uma equipe de astrônomos calculou a quantidade de luz que as estrelas escuras iriam produzir para determinar se o brilho seria visível em ondas no infravermelho. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A luminosidade das estrelas, combinada com a luz produzida pelas galáxias, cria um arco de luz similar ao que as muitas lâmpadas acesas produzem nas cidades. Ao estudar esse brilho geral, os cientistas esperam entender mais sobre as fontes individuais de luz.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;É possível comparar a luminosidade máxima e mínima produzida. Para as estrelas antigas, são analisadas propriedades como a relação entre a massa e o brilho, quanto tempo ela pode ser alimentada pela matéria escura e o nível de formação de estrelas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Como leva muito tempo para a luz viajar distâncias tão grandes, as estrelas analisadas são muito antigas. Ao focar no brilho produzido por essas fontes distantes, os astrônomos podem examinar o passado da luz produzida pelas primeiras estrelas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“Como não é possível estudar diretamente a formação de estrelas no início do Universo, nós dependemos de simulações numéricas”, comenta Andreas Maurer e Martin Raue, da Universidade de Hamburgo. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os cientistas esperam que, ao estudar esse brilho antigo, eles eventualmente consigam determinar se alguns grupos de estrelas são alimentadas pela matéria escura ou pelo método mais familiar de fusão. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As estrelas se formam quando a gravidade une a matéria. Conforme as nuvens de hidrogênio e hélio – os únicos elementos presentes no começo do Universo – se quebravam, a matéria escura presa no meio seria comprimida. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A matéria escura, assim como a comum, deve ter também sua antimatéria. “Toda partícula no Universo tem uma antipartícula”, explica o astrofísico Douglas Spolyar, da Universidade de Chicago, que não esteve envolvido na nova pesquisa, mas estuda o assunto.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Quando uma partícula e sua antipartícula se encontram, elas se aniquilam, transformando-se em fótons, elétrons e pósitrons. Conforme essas partículas leves interagem com o meio, elas aquecem-no. Se esse meio estiver no centro de uma estrela recém formada, a aniquilação da matéria escura poderia substituir o processo de fusão no núcleo estelar. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Do mesmo modo, se uma estrela estabilizada capturar matéria escura suficiente, a destruição das partículas e antipartículas poderia substituir a fusão como fonte de energia. Essa pressão adicional &amp;quot;explode” a estrela, por isso reduz a fusão nuclear. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O processo é tão poderoso que apenas cerca de 1% da massa estelar teria que ser matéria escura para isso. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As estrelas escuras são maiores e mais geladas do que suas parceiras convencionais. Elas também duram mais do que as estrelas com fusão nuclear.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“Com um estoque suficiente de matéria escura, as estrelas escuras podem ter vidas que excedem a idade do Universo; elas ainda podem existir hoje”, comenta Maurer. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“A densidade da matéria escura pode ser bilhões de vezes maior no centro da galáxia, onde as estrelas podem capturar muito mais dela”, comenta Spolyar. “Estrelas escuras podem estar surgindo no centro da galáxia”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: LiveScience&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-8278823443468566259?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/8278823443468566259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/estrelas-movidas-materia-escura-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/8278823443468566259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/8278823443468566259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/estrelas-movidas-materia-escura-no.html' title='Estrelas movidas à matéria escura no Universo'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-YNjFtqhkR5M/TzqizmtdmPI/AAAAAAAAFHM/gmeBRuOijwA/s72-c/distribui%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520da%252520mat%2525C3%2525A9ria%252520vis%2525C3%2525ADvel%252520e%252520a%252520mat%2525C3%2525A9ria%252520escura_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-8218675478501351139</id><published>2012-02-13T14:00:00.000-02:00</published><updated>2012-02-13T16:07:32.527-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Asteroides'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Buracos Negros'/><title type='text'>Retrato de um asteroide condenado</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Um novo estudo levantou uma possibilidade para explicar os misteriosos brilhos de raios X detectados por alguns anos pelo observatório de raios X Chandra na região de Sagittarius A* (Sgr A*).&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-IofnjQLJku4/TzlRXzSJ1uI/AAAAAAAAFGo/MscA_MrT0c4/s1600-h/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520buraco%252520negro%252520supermassivo%252520no%252520centro%252520da%252520Via%252520L%2525C3%2525A1ctea%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="ilustração buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea" alt="ilustração buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea" src="http://lh4.ggpht.com/-TTOmbPSAbZc/TzlRYjEwVoI/AAAAAAAAFGw/HGzAKXvRUXA/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520buraco%252520negro%252520supermassivo%252520no%252520centro%252520da%252520Via%252520L%2525C3%2525A1ctea_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="404" height="309" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NASA (buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O estudo sugere uma nuvem ao redor de Sgr A*, um buraco negro supermassivo localizado no centro da Via Láctea, que contém centenas de trilhões de asteroides e cometas que foram arrancados de suas estrelas originais. A emissão do brilho ocorre quando asteroides de cerca de 10 quilômetros de raio são consumidos pelo buraco negro. Um asteroide que participou de um encontro imediato com outro objeto como uma estrela ou planeta pode ser ejetado em uma órbita diretamente direcionada para Sgr A*. Se o asteroide passa a uma distância de 160 milhões de quilômetros do buraco negro, mais ou menos a distância entre a Terra e o Sol, ele é quebrado em pedaços devido às forças de maré do buraco negro. Esses fragmentos seriam então vaporizados pela fricção à medida que eles passassem pelo gás tênue e quente fluindo no Sgr A*, esse processo seria algo similar ao que acontece com um meteoro que é aquecido devido ao atrito causando um clarão quando entra na atmosfera da Terra. Uma emissão de energia é produzida e eventualmente a parte remanescente do asteroide é engolida pelo buraco negro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: NASA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-8218675478501351139?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/8218675478501351139/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/retrato-de-um-asteroide-condenado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/8218675478501351139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/8218675478501351139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/retrato-de-um-asteroide-condenado.html' title='Retrato de um asteroide condenado'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-TTOmbPSAbZc/TzlRYjEwVoI/AAAAAAAAFGw/HGzAKXvRUXA/s72-c/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520buraco%252520negro%252520supermassivo%252520no%252520centro%252520da%252520Via%252520L%2525C3%2525A1ctea_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-767333697999980911</id><published>2012-02-11T21:00:00.000-02:00</published><updated>2012-02-11T21:21:53.503-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Planetas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sistema Solar'/><title type='text'>A rotação de Vênus desacelerou</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A velocidade de rotação do planeta Vênus é inferior do que a comunidade científica tinha calculado até o momento, informou a Agência Espacial Europeia (ESA), que comparou suas últimas medições com as realizadas no começo da década de 1990.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-h88jswClkIM/Tzb36cgv4WI/AAAAAAAAFF0/jxvJ9HiqGWY/s1600-h/V%2525C3%2525AAnus%25255B6%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="Vênus" alt="Vênus" src="http://lh5.ggpht.com/-CZQScJORQTk/Tzb37tYU6UI/AAAAAAAAFF8/l99qVgzftzQ/V%2525C3%2525AAnus_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="404" height="294" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NASA (Vênus)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os cientistas estudaram os dados proporcionados pela sonda Vênus Express, que entrou em sua órbita em abril de 2006 para estudar em detalhe o planeta e sua atmosfera mediante seu Espectrômetro de Imagem Infravermelha e Visível, e comprovaram que havia detalhes de sua superfície que não apareciam onde eram esperados.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Se for mantido o ritmo de rotação calculado pelo satélite Magellan da NASA no começo dos anos 90, os traços analisados teriam que estar situados a cerca de 20 km mais ao norte, segundo informou a ESA.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Quando os dois mapas não coincidiram, a princípio pensei que havia um erro em meus cálculos, porque as medições do Magellan foram muito precisas, mas comprovamos qualquer possível falha que nos ocorreu&amp;quot;, diz na nota o cientista planetário Nils Müller, do Centro Aeroespacial alemão DLR.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os cientistas estabeleceram com os dados proporcionados pela missão do Magellan que uma rotação completa de Vênus equivalia a 243 dias da Terra, mas as observações da superfície facilitadas pela Vênus Express só poderiam coincidir com a primeira se seus dias fossem 6,5 minutos superiores ao calculado.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Recentes modelos atmosféricos mostraram que o planeta poderia ter diminuído seus ciclos climáticos durante as últimas décadas, o que também poderia ter feito variar os períodos de rotação, mas nenhuma das razões com que a comunidade científica trabalha é definitiva.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Na Terra o tamanho dos dias pode chegar a variar cerca de um milissegundo ao ano, sendo afetada pelos ventos e as marés nesse período. Com missões como a Venus Express, se espera poder determinar como esse tipo de forças influenciam Vênus, o que ajudaria a descobrir, entre outros fatores, a composição de seu núcleo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: ESA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-767333697999980911?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/767333697999980911/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/rotacao-de-venus-desacelerou.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/767333697999980911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/767333697999980911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/rotacao-de-venus-desacelerou.html' title='A rotação de Vênus desacelerou'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-CZQScJORQTk/Tzb37tYU6UI/AAAAAAAAFF8/l99qVgzftzQ/s72-c/V%2525C3%2525AAnus_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-6901702454091869355</id><published>2012-02-10T16:00:00.000-02:00</published><updated>2012-02-13T15:53:12.228-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Supernovas'/><title type='text'>O remanescente de supernova G350.1-0.3</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Pistas vitais sobre o devastador fim da vida de estrelas massivas podem ser encontradas estudando a consequência de suas explosões.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-maJWkI_VA6Y/TzVmnroMIuI/AAAAAAAAFFM/8sByJjR_aGQ/s1600-h/remanescente%252520de%252520supernova%252520G350.1-0.3%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img alt="Remnant of an Explosion With a Powerful Kick?" height="343" src="http://lh5.ggpht.com/-OY_DJXuZaTY/TzVmplrB_2I/AAAAAAAAFFU/AeH-qAA6BEk/remanescente%252520de%252520supernova%252520G350.1-0.3_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" style="display: inline;" title="Remnant of an Explosion With a Powerful Kick?" width="401" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: #ff8000;"&gt;© Chandra (remanescente de supernova G350.1-0.3)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesses mais de doze anos de operações científicas, o Observatório de raios X Chandra da NASA, tem estudado muitos dessas partes remanescentes da explosão de supernovas espalhadas através da galáxia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O mais recente exemplo dessa importante investigação é uma imagem realizada pelo Chandra da parte remanescente da supernova conhecida como G350.1-0.3. Esse campo de detritos estelares está localizado a aproximadamente 14.700 anos-luz de distância da Terra, na direção do centro da Via Láctea.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Evidências encontradas pelo Chandra e pelo telescópio XMM-Newton da ESA sugerem que um objeto compacto dentro do G350.1-0.3 pode ser o núcleo denso da estrela que explodiu. A posição dessa provável estrela de nêutrons, é bem distante do centro da emissão de raios X. Se a explosão de supernova ocorreu perto do centro da emissão de raios X então a estrela de nêutrons deve ter recebido um poderoso golpe durante a explosão da supernova.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os dados sugerem que essa parte remanescente de uma supernova, como aparece na imagem tem entre 600 e 1.200 anos de vida. Se a estimativa da localização da explosão estiver correta, isso significa que a estrela de nêutrons tem se movimentado a uma velocidade de no mínimo 4,8 milhões de quilômetros por hora desde a explosão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outro intrigante aspecto do objeto G350.1-0.3 é que ele possui uma forma pouco comum. A parte remanescente de uma supernova têm uma forma aproximadamente circular, mas o G350.1-0.3 tem uma forma totalmente assimétrica como pode ser visto nos dados obtidos pelo Chandra e integrados na imagem acima na cor dourada. Dados infravermelhos do Telescópio Spitzer da NASA, apresentado em cor azul clara, também esboça a morfologia encontrada pelo Chandra. Os astrônomos acreditam que essa forma bizarra se deve ao fato do campo de detritos estelares estar se expandindo numa nuvem de gás molecular frio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A idade de 600 a 1.200 anos coloca a explosão que criou o objeto G350.1-0.3 na mesma faixa de idade de outras explosões de supernovas importantes e famosas como a que formou a supernova do Caranguejo e a SN 1006. Contudo, é improvável que qualquer um tenha visto essa explosão na Terra devido à existência de gás e poeira que obscurece a imagem do objeto e que está localizado na mesma linha de visão da parte remanescente da supernova.&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Fonte: Daily Galaxy&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-6901702454091869355?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/6901702454091869355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/o-remanescente-de-supernova-g3501-03.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6901702454091869355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6901702454091869355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/o-remanescente-de-supernova-g3501-03.html' title='O remanescente de supernova G350.1-0.3'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-OY_DJXuZaTY/TzVmplrB_2I/AAAAAAAAFFU/AeH-qAA6BEk/s72-c/remanescente%252520de%252520supernova%252520G350.1-0.3_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-7696813473145457398</id><published>2012-02-10T15:00:00.000-02:00</published><updated>2012-02-10T16:38:13.475-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universo'/><title type='text'>Um dos mais antigos aglomerados de galáxias do Universo</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A imagem a seguir feita pelo Chandra mostra gás quente gravitacionalmente amarrado envelopando a distante galáxia conhecida como 3C294.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-1b6Nc5h34hw/TzVj_mulTEI/AAAAAAAAFE8/jc9a--Y6BDM/s1600-h/gal%2525C3%2525A1xia%2525203C294%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="galáxia 3C294" alt="galáxia 3C294" src="http://lh6.ggpht.com/-lRAgP87dNqw/TzVkBlTSbaI/AAAAAAAAFFE/uhKrVdjpEaw/gal%2525C3%2525A1xia%2525203C294_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="402" height="402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Chandra (galáxia 3C294)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Essa emissão de raios-X é considerada uma assinatura de um aglomerado de galáxias extremamente massivo, ou seja, uma das maiores estruturas presentes no Universo conhecido. Os astrônomos acreditam ter registrado&amp;#160; o aglomerado ao redor da 3C294 em um tempo quando o Universo tinha somente 20 por cento da sua idade atual. Esse distante aglomerado contudo teve importantes implicações&amp;#160; para o entendimento de como o Universo evoluiu a partir de uma época muito distante.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A imagem do Chandra revela uma região em forma de ampulheta de raios X ao redor da rádio galáxia previamente conhecida, vista como sendo o objeto central na cor azul. A intensidade da emissão de raios X é mostrada em vermelho para os raios X de baixa intensidade, verde para aqueles de intensidade intermediária e azul para os raios X de mais alta energia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As vastas nuvens de gás quente que envolvem os aglomerados de galáxias são aquecidas pelo colapso que ocorre em direção ao centro do aglomerado. Até o surgimento do instrumento Chandra, os telescópios de raios X não tinham a sensibilidade necessária para identificar essa assinatura da emissão nesta frequência de aglomerados de galáxias distantes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: NASA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-7696813473145457398?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/7696813473145457398/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/um-dos-mais-antigos-aglomerados-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7696813473145457398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7696813473145457398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/um-dos-mais-antigos-aglomerados-de.html' title='Um dos mais antigos aglomerados de galáxias do Universo'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-lRAgP87dNqw/TzVkBlTSbaI/AAAAAAAAFFE/uhKrVdjpEaw/s72-c/gal%2525C3%2525A1xia%2525203C294_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-6656767855106229389</id><published>2012-02-10T12:00:00.000-02:00</published><updated>2012-02-10T13:59:09.008-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nebulosas'/><title type='text'>Imagem infravermelha da Nebulosa Carina</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O Very Large Telescope (VLT) do ESO captou a imagem no infravermelho mais detalhada conseguida até agora da Nebulosa Carina (NGC 3372), uma maternidade estelar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-iStXZCZ_stk/TzU-ujXiIcI/AAAAAAAAFDs/E7XjFDqvqC8/s1600-h/Nebulosa%252520Carina%252520no%252520infravermelho%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="" alt="" src="http://lh3.ggpht.com/-sGKq6k1Dpfw/TzU-vlyjJNI/AAAAAAAAFD0/VqsOQO8U5Hg/Nebulosa%252520Carina%252520no%252520infravermelho_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="402" height="279" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESO (Nebulosa Carina no infravermelho)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Muitas estruturas previamente escondidas e espalhadas pela espetacular paisagem celeste de gás, poeira e estrelas jovens, são agora visíveis. Esta é uma das imagens mais extraordinárias obtidas pelo VLT.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No coração profundo da Via Láctea encontra-se a maternidade estelar chamada Nebulosa Carina. Situa-se a cerca de 7.500 anos-luz de distância da Terra na constelação Carina (a Quilha). Esta nuvem de gás e poeira brilhante é uma das incubadoras de estrelas de grande massa mais próximas da Terra, incluindo várias das estrelas mais brilhantes e de maior massa que se conhecem. Uma delas, a misteriosa e altamente instável Eta Carinae, foi a segunda estrela mais brilhante no céu durante vários anos, por volta de 1840 e irá provavelmente explodir como uma supernova num futuro próximo, em termos astronômicos. A Nebulosa Carina é um laboratório perfeito para estudarmos os nascimentos violentos e as vidas iniciais das estrelas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-5qALwwD-VHI/TzU-x-rGBOI/AAAAAAAAFD8/B6v9y5z--aU/s1600-h/Nebulosa%252520Carina%252520no%252520vis%2525C3%2525ADvel%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="Nebulosa Carina no visível" alt="Nebulosa Carina no visível" src="http://lh3.ggpht.com/-fmi_XbW_kNQ/TzU-y59OplI/AAAAAAAAFEE/bWsAiH0ERjs/Nebulosa%252520Carina%252520no%252520vis%2525C3%2525ADvel_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="407" height="404" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESO (Nebulosa Carina no visível)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Embora esta nebulosa seja espetacular em imagens no visível, vista acima, o certo é que muitos dos seus segredos se encontram escondidos por detrás de espessas nuvens de poeira. Para conseguir penetrar neste véu, uma equipe de astrônomos europeus liderada por Thomas Preibisch (Observatório da Universidade de Munique, Alemanha), utilizou o VLT&amp;#160; e a sua câmara infravermelha HAWK-I.   &lt;br /&gt;Centenas de imagens individuais foram combinadas para criar a imagem, vista no topo, que é o mosaico infravermelho mais detalhado já obtido para esta nebulosa, e também uma das melhores imagens jamais criadas pelo VLT. Mostra-nos não apenas as estrelas brilhantes de grande massa, mas também centenas de milhares de estrelas muito mais tênues, as quais não se conseguiam observar anteriormente. Um dos objetivos principais dos astrônomos era a procura nesta região de estrelas muito mais tênues e de menor massa que o Sol. A imagem é igualmente suficientemente profunda para permitir a detecção de estrelas jovens anãs marrons.    &lt;br /&gt;A ofuscante estrela Eta Carinae aparece na parte inferior esquerda da nova imagem. Encontra-se rodeada por nuvens de gás que brilham devido a intensa radiação ultravioleta. Por toda a imagem aparecem também muitos nós compactos escuros, que permanecem opacos mesmo no infravermelho. São casulos de poeira onde novas estrelas se encontram em formação.    &lt;br /&gt;Durante os últimos milhões de anos, esta região do céu formou um grande número de estrelas, tanto individuais como em aglomerados. O brilhante aglomerado de estrelas próximo do centro da imagem chama-se Trumpler 14. Embora este objeto possa ser observado perfeitamente no visível, nesta imagem infravermelha conseguem distinguir-se estrelas muito mais tênues. E do lado esquerdo da imagem, podemos observar uma pequena concentração&amp;#160; de estrelas amareladas. Este grupo foi visto pela primeira vez nestes novos dados do VLT; estas estrelas não podem ser observadas na luz visível. Este é apenas um dos muitos objetos novos revelados pela primeira vez neste panorama.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: ESO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-6656767855106229389?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/6656767855106229389/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/imagem-infravermelha-da-nebulosa-carina.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6656767855106229389'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6656767855106229389'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/imagem-infravermelha-da-nebulosa-carina.html' title='Imagem infravermelha da Nebulosa Carina'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-sGKq6k1Dpfw/TzU-vlyjJNI/AAAAAAAAFD0/VqsOQO8U5Hg/s72-c/Nebulosa%252520Carina%252520no%252520infravermelho_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-5011949450611716663</id><published>2012-02-05T14:00:00.000-02:00</published><updated>2012-02-05T14:22:20.313-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quasar'/><title type='text'>Imagem clássica de uma galáxia espiral barrada</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O telescópio espacial Hubble fez uma imagem clássica da galáxia espiral barrada NGC 1073, que pode ser encontrada na constelação de Cetus (O Monstro do Mar).&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-pSQH89zy3B0/Ty6stmyPq8I/AAAAAAAAFDE/MV9w1_tLJuQ/s1600-h/gal%2525C3%2525A1xia%252520NGC%2525201073%25255B7%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="Hubble image of NGC 1073" alt="Hubble image of NGC 1073" src="http://lh6.ggpht.com/-LKFrEtyj2E0/Ty6sur35XRI/AAAAAAAAFDM/Jzn69qcbwN8/gal%2525C3%2525A1xia%252520NGC%2525201073_thumb%25255B5%25255D.jpg?imgmax=800" width="402" height="328" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Hubble (galáxia NGC 1073)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A nossa própria galáxia, ou seja, a Via Láctea é uma espiral barrada similar, e o estudo de galáxias como a NGC 1073 ajudará os astrônomos a aprenderem mais sobre a nossa casa celeste.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A maior parte das galáxias espirais no Universo tem uma estrutura de barra em seu centro, e a imagem do Hubble da NGC 1073 oferece uma visão particularmente clara de uma dessas estruturas. Acredita-se que as barras preenchidas com estrelas das galáxias emergem à medida que ondas de densidade gravitacional afunilam o gás em direção ao centro da galáxia, suprindo de material para a criação de novas estrelas. O transporte de gás pode também alimentar os buracos negros supermassivos que habitam o centro de quase todas as galáxias.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Alguns astrônomos têm sugerido que a formação de uma estrutura central como uma barra poderia ser um sinal da passagem da galáxia espiral por um intenso processo de formação de estrelas em sua fase adulta, já que as barras tornam-se mais comuns em galáxias tomadas por estrelas vermelhas mais velhas do que de estrelas azuis mais jovens. Essa linha do tempo poderia considerar também as observações de que no início do Universo, somente um quinto das galáxias espirais continham barras, enquanto que mais de dois terços ganharam a estrutura na era moderna do cosmos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Enquanto que a imagem do Hubble da NGC 1073 é em alguns aspectos um retrato arquétipo de uma galáxia espiral barrada, existem algumas peculiaridades que precisam ser destacadas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Uma, ironicamente, é quase, mas não totalmente, invisível para os telescópios ópticos como o Hubble. Na parte superior esquerda da imagem, uma estrutura aproximada de um anel formado de recentes formações de estrelas esconde uma brilhante fonte de raios X. Chamada de IXO 5, essa fonte de raios X é provavelmente um sistema binário que apresenta um buraco negro e uma estrela ambos orbitando um ao outro. Comparando as observações em raios X feitas pelo telescópio espacial Chandra, com essa imagem do Hubble, os astrônomos estimaram com uma certa precisão a posição do IXO 5, abaixo de uma das duas estrelas apagadas visíveis nessa imagem. Contudo, as observações em raios X com os atuais instrumentos disponíveis não são precisas o suficiente para concluir de forma definitiva qual das duas estrelas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A imagem do Hubble não somente nos diz sobre uma galáxia em nossa vizinhança cósmica. Nós também podemos discernir pistas de objetos muito mais distantes, dos quais a luz emitida nos conta histórias sobre as eras mais antigas da história cósmica.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Através do campo de visão da imagem do Hubble, galáxias mais distantes estão brilhando através da NGC 1073, com alguns exemplos de galáxias avermelhadas aparecendo claramente na parte superior esquerda da imagem.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mais intrigante ainda é que três dos pontos brilhantes de luz nessa imagem não são nem estrelas de primeiro plano da própria Via Láctea nem estrelas mais distantes da NGC 1073. De fato, esses pontos não são estrelas. Eles são quasares, fontes de luz incrivelmente brilhantes geradas pela matéria aquecida e que cai em direção aos buracos negros supermassivos, em galáxias a bilhões de anos-luz de distância da Terra. A chance do alinhamento com a NGC 1073 e o brilho incrível desses objetos, pode fazer parecer com que eles façam parte da galáxia, mas eles são de fato alguns dos objetos observáveis mais distantes do Universo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: ESA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-5011949450611716663?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/5011949450611716663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/imagem-classica-de-uma-galaxia-espiral.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5011949450611716663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5011949450611716663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/imagem-classica-de-uma-galaxia-espiral.html' title='Imagem clássica de uma galáxia espiral barrada'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-LKFrEtyj2E0/Ty6sur35XRI/AAAAAAAAFDM/Jzn69qcbwN8/s72-c/gal%2525C3%2525A1xia%252520NGC%2525201073_thumb%25255B5%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-5161230145539702922</id><published>2012-02-05T12:00:00.000-02:00</published><updated>2012-02-05T13:52:02.304-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cosmologia'/><title type='text'>Gravidade repulsiva como alternativa à energia escura</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Quando os cientistas descobriram em 1998 que o Universo se expandia a um ritmo acelerado, a possibilidade de que a energia escura poderia explicar a observação foi, no mínimo, um conceito intrigante.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-ixpxDAZ8SgE/Ty6lnif_zkI/AAAAAAAAFC0/g_7gqbgJbqg/s1600-h/superaglomerado%252520de%252520Virgem%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="superaglomerado de Virgem" alt="superaglomerado de Virgem" src="http://lh3.ggpht.com/-8Nt_JSBiUyo/Ty6loZgjbnI/AAAAAAAAFC8/srtFKxlNUeQ/superaglomerado%252520de%252520Virgem_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="405" height="330" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Wikimedia Commons (superaglomerado de Virgem)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Como tem havido pouco progresso em descobrir exatamente o que é a energia escura, tornou-se então mais um problema do que uma solução para alguns cientistas. Um físico, Massimo Villata, do Instituto Nacional de Astrofísica (INAF), em Pino Torinese, Itália, descreve a energia escura como “embaraçosa”, dizendo que o conceito é um elemento ad hoc para a cosmologia padrão e é destituído de qualquer significado físico. Villata é um dos muitos cientistas que estão à procura de novas explicações da expansão acelerada do Universo que envolvem alguma forma de gravidade repulsiva (anti-gravidade). Neste caso, a gravidade repulsiva poderia decorrer da ocultação da antimatéria nos espaços vazios.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Durante os últimos anos, um físico do CERN, Dragan Hajdukovic, vem investigando o que pensa ser uma parte muito negligenciada do cosmos: o vácuo quântico. Ele sugere que o vácuo quântico tem uma carga gravitacional decorrente da repulsão gravitacional de partículas e anti-partículas virtuais. Anteriormente, este cientista mostrou teoricamente que esta gravidade repulsiva pode explicar várias observações, incluindo efeitos geralmente atribuída a matéria escura. Além disso, esta gravidade adicional sugere que vivemos num Universo cíclico e pode fornecer uma perspectiva sobre a natureza dos buracos negros e uma estimativa da massa do neutrino. Em seu trabalho mais recente, publicado na revista Science Astrophysics and Space, ele mostra que o vácuo quântico poderia explicar mais uma observação: A expansão acelerada do Universo, sem a necessidade de energia escura.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: PhysOrg e AstroPT&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-5161230145539702922?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/5161230145539702922/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/gravidade-repulsiva-como-alternativa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5161230145539702922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5161230145539702922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/gravidade-repulsiva-como-alternativa.html' title='Gravidade repulsiva como alternativa à energia escura'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-8Nt_JSBiUyo/Ty6loZgjbnI/AAAAAAAAFC8/srtFKxlNUeQ/s72-c/superaglomerado%252520de%252520Virgem_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-3971054267222876405</id><published>2012-02-03T00:00:00.000-02:00</published><updated>2012-02-03T00:00:04.177-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aglomerados Estelares'/><title type='text'>Hubble capta galáxia mais brilhante conhecida</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O telescópio espacial Hubble obteve imagens sem precedentes da galáxia mais brilhante descoberta até agora, graças a um fenômeno conhecido como lente gravitacional.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-Fr4SfzjY5Ug/Tysx5OzP0oI/AAAAAAAAFCY/5rXn-HW1_zY/s1600-h/aglomerado%252520de%252520gal%2525C3%2525A1xias%252520RCS2%252520032727-132623%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="aglomerado de galáxias RCS2 032727-132623" alt="aglomerado de galáxias RCS2 032727-132623" src="http://lh3.ggpht.com/-uAL1KLAyN2U/Tysx5xsgvlI/AAAAAAAAFCg/q1TUYaTfBB0/aglomerado%252520de%252520gal%2525C3%2525A1xias%252520RCS2%252520032727-132623_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="403" height="374" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Hubble (aglomerado de galáxias RCS2 032727-132623)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Uma lente gravitacional ocorre quando a gravidade de um objeto gigantesco, como um buraco negro ou um conjunto de galáxias, causa uma distorção no espaço-tempo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A luz procedente de objetos mais distantes e brilhantes se reflete e aumenta quando passa por essa região distorcida pela gravidade. A NASA informou que &amp;quot;esta observação proporciona uma oportunidade única para o estudo das propriedades físicas de uma galáxia que formava, de maneira vigorosa, estrelas quando o Universo tinha apenas um terço de sua idade atual&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Jane Rigby e sua equipe de astrônomos no Centro Goddard da NASA em Greenbelt, Maryland, apontaram o telescópio Hubble em direção a um dos exemplos mais notáveis de lente gravitacional, um arco de luz de quase 90 graus no aglomerado de galáxias RCS2 032727-132623.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A vista que o Hubble obteve da galáxia distante é muito mais detalhada que a imagem que seria obtida sem a presença da lente gravitacional. A presença da lente gravitacional mostra como as galáxias evoluíram em 10 bilhões de anos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Enquanto as galáxias mais próximas à Terra estão plenamente maduras e se aproximam do fim como criadouro de estrelas, as galáxias mais distantes proporcionam testemunho dos tempos de formação do Universo. Estão tão distantes que a luz daqueles eventos cósmicos só alcança a Terra agora. As galáxias mais distantes não só brilham mais tênues no espaço, como também aparecem muito menores.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em 2006 uma equipe de astrônomos que usou o VLT (Very Large Telescope) do ESO no Chile, o instrumento óptico mais avançado do mundo, mediu a distância do arco e calculou que esta galáxia aparece três vezes mais brilhante que as outras galáxias descobertas antes, vistas também através de lentes gravitacionais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em 2011, os astrônomos usaram o Hubble para captar imagens e analisar a galáxia com o telescópio orbital. Como é típico nas lentes gravitacionais a imagem distorcida da galáxia se repete várias vezes no conjunto de lente que aparece à frente. A tarefa dos astrônomos é reconstruir como se veria realmente a galáxia sem o efeito de distorção.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A aguda visão do Hubble permitiu que os astrônomos eliminassem as distorções e reconstruíssem a imagem como seria vista normalmente. A reconstrução mostra as regiões brilhantes onde se formam as estrelas, muito mais iluminadas que qualquer região de estrelas jovens na Via Láctea.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: NASA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-3971054267222876405?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/3971054267222876405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/hubble-capta-galaxia-mais-brilhante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/3971054267222876405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/3971054267222876405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/hubble-capta-galaxia-mais-brilhante.html' title='Hubble capta galáxia mais brilhante conhecida'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-uAL1KLAyN2U/Tysx5xsgvlI/AAAAAAAAFCg/q1TUYaTfBB0/s72-c/aglomerado%252520de%252520gal%2525C3%2525A1xias%252520RCS2%252520032727-132623_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-7965438587615711768</id><published>2012-02-02T14:00:00.000-02:00</published><updated>2012-02-02T14:44:11.243-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Exoplanetas'/><title type='text'>O quarto exoplaneta potencialmente habitável</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Uma equipe internacional de astrônomos anunciou a descoberta de um novo exoplaneta potencialmente habitável, elevando para quatro o número de planetas detectados situados fora de nosso Sistema Solar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-9vqlHeMcZ3c/Tyq9THh7WdI/AAAAAAAAFBs/8NcVEbG4_34/s1600-h/exoplaneta%252520orbitando%252520perto%252520de%252520estrela%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="exoplaneta orbitando perto de estrela" alt="exoplaneta orbitando perto de estrela" src="http://lh4.ggpht.com/-CMZunHC39sQ/Tyq9UhRj7AI/AAAAAAAAFB0/BDAuvuJth3U/exoplaneta%252520orbitando%252520perto%252520de%252520estrela_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="398" height="332" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NASA (exoplaneta orbitando perto de estrela)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Este planeta rochoso é o novo e melhor candidato para manter água em estado líquido em sua superfície e pode abrigar vida tal qual nós a conhecemos&amp;quot;, explicou Guillem Anglada-Escudé, chefe da equipe que trabalha na Carnegie Institution for Science, em Washington.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Este planeta (GJ 667Cc) está em órbita em torno de uma estrela batizada de GJ 667C, situada a cerca de 22 anos-luz da Terra.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ele contorna a sua estrela em 28 dias e tem uma massa mínima 4,5 vezes a da Terra. É também cerca de 50% mais pesado que o nosso planeta. O planeta se encontra a uma distância de sua estrela em uma &amp;quot;zona habitável&amp;quot;, onde as temperaturas não são nem muito quentes nem muito frias, permitindo que a água permaneça em estado líquido.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os pesquisadores também descobriram indícios que levam a crer que pelo menos um outro exoplaneta (GJ 667Cb) com período de 7,2 dias também está em órbita na mesma estrela. Esta estrela faz parte de um sistema que possuí três estrelas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-0qk4XqSIXwM/Tyq9VVnQPmI/AAAAAAAAFB8/ngH_4C0FFl8/s1600-h/dois%252520novos%252520exoplanetas%252520ao%252520redor%252520da%252520estreala%252520GJ%252520667C%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="dois novos exoplanetas ao redor da estreala GJ 667C" alt="dois novos exoplanetas ao redor da estreala GJ 667C" src="http://lh5.ggpht.com/-2H4Kw-QaaHY/Tyq9WEZKvHI/AAAAAAAAFCE/OP6gs8S2ykk/dois%252520novos%252520exoplanetas%252520ao%252520redor%252520da%252520estreala%252520GJ%252520667C_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="408" height="193" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© CIS (dois novos exoplanetas ao redor da estreala GJ 667C)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esta descoberta prova que planetas potencialmente habitáveis podem se formar em uma maior variedade de ambientes que acreditávamos, notaram os autores desta descoberta que deve ser publicada no &lt;em&gt;The Astrophysical Journal Letters&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os astrônomos utilizaram dados públicos do Observatório Europeu Austral (ESO) no Chile que analisaram de acordo com um novo método. Eles incorporaram medidas efetuadas com os telescópios do Observatório Keck no Havaí.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: Carnegie Institution for Science&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-7965438587615711768?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/7965438587615711768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/o-quarto-exoplaneta-potencialmente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7965438587615711768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7965438587615711768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/o-quarto-exoplaneta-potencialmente.html' title='O quarto exoplaneta potencialmente habitável'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-CMZunHC39sQ/Tyq9UhRj7AI/AAAAAAAAFB0/BDAuvuJth3U/s72-c/exoplaneta%252520orbitando%252520perto%252520de%252520estrela_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-8825598970281655844</id><published>2012-02-02T11:00:00.000-02:00</published><updated>2012-02-02T11:42:14.948-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sistema Solar'/><title type='text'>Mapeamento de matéria além do Sistema Solar</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A NASA divulgou dados de observações inéditas de átomos que circundam o Sistema Solar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-P4LbzRFa8O8/TyqSsoJxUqI/AAAAAAAAFAw/pcu_DrN6pVg/s1600-h/Sistema%252520Solar%252520indo%252520para%252520nuvens%252520estelares%252520de%252520menor%252520densidade%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="Sistema Solar indo para nuvens estelares de menor densidade" alt="Sistema Solar indo para nuvens estelares de menor densidade" src="http://lh3.ggpht.com/-Xmmz6tzlXyQ/TyqStXej2oI/AAAAAAAAFA4/PTXF5FRDvvY/Sistema%252520Solar%252520indo%252520para%252520nuvens%252520estelares%252520de%252520menor%252520densidade_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="405" height="374" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NASA (Sistema Solar indo para região de menor densidade estelar)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Utilizando a sonda IBEX (Interstellar Boundary Explorer), astrônomos puderam captar elementos químicos vindos de regiões vizinhas e medir o volume desses materiais dentro e fora da heliosfera, uma região ao redor do Sol que protege a Terra e outros planetas de raios cósmicos. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Seis estudos sobre os resultados colhidos pela missão IBEX serão divulgados na edição de fevereiro da revista &amp;quot;Astrophysical Journal&amp;quot;, uma das principais publicações científicas sobre astronomia no mundo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O estudo mostrou a diferença nos índices de hidrogênio, oxigênio e gás neônio dentro da zona de influência do Sol e na região de nuvens de poeira cósmica que circunda o Sistema Solar. Há uma década, uma outra missão da NASA chamada Ulysses já havia detectado átomos de Hélio vindos de fora da heliosfera.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A heliofera acontece quando os ventos solares se encontram com o ambiente espacial entre as estrelas, que pressiona de volta o material vindo do Sol. Isso forma uma esfera que não permite a entrada de partículas com elétrons a mais ou a menos. Apenas as partículas neutras conseguem penetrar dentro da heliosfera e serem detectadas, por exemplo, pela sonda IBEX.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esses átomos que entram na heliosfera chegam até os painéis da sonda IBEX a uma velocidade de 83,5 mil quilômetros por hora, uma velocidade menor (11,2 mil km/h a menos) do que os cientistas previam antes com base nos dados da sonda Ulysses.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Outra conclusão corrigida pelos novos dados da IBEX é a de que o Sol se encontra, atualmente, na borda de uma região conhecida como Nuvem Interestelar Local. Os dados coletados pela sonda Ulysses fizeram os cientistas acreditar que o Sistema Solar já estivesse deixando essa região rumo a outras partes do espaço.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O estudo divulgado agora fornece pistas sobre como essas nuvens afetam o formato e a composição da heliosfera. Ainda nas proximidades do Sistema Solar existe outra região chamada Nuvem G.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os pesquisadores notaram que a Nuvem Interestelar Local não chega até a região de Alpha Centauri, onde o trio de estrelas mais próximas do Sol se encontra.   &lt;br /&gt;Nos próximos anos, quando as naves Voyager chegarem até as fronteiras do Sistema Solar, o estudo mais detalhado das partículas neutras e ionizadas será possível, segundo David McComas, cientista principal do projeto IBEX.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As descobertas da missão IBEX gera uma dúvida: seria a região do Sol tão diferente quanto aos elementos químicos que a formam na comparação com as regiões vizinhas?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O questionamento veio após as medições mostrarem que o Sistema Solar e outras partes mais distantes da Via Láctea apresentarem concentrações maiores de oxigênio e menores do gás neônio do que a área que faz divisa com a heliosfera.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para os cientistas, isso pode indicar que o Sol foi criado em uma região com menos oxigênio do que se pensava ou talvez que o oxigênio seja mais comum de ser encontrado ligado em materiais galácticos como grãos de poeira e blocos de gelo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: NASA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-8825598970281655844?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/8825598970281655844/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/mapeamento-de-materia-alem-do-sistema.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/8825598970281655844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/8825598970281655844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/mapeamento-de-materia-alem-do-sistema.html' title='Mapeamento de matéria além do Sistema Solar'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-Xmmz6tzlXyQ/TyqStXej2oI/AAAAAAAAFA4/PTXF5FRDvvY/s72-c/Sistema%252520Solar%252520indo%252520para%252520nuvens%252520estelares%252520de%252520menor%252520densidade_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-2896915215764147004</id><published>2012-02-01T15:00:00.000-02:00</published><updated>2012-02-01T15:08:32.102-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nebulosas'/><title type='text'>Um bolsão de formação estelar</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Uma nova imagem da NGC 3324 a seguir mostra uma maternidade estelar. A intensa radiação ultravioleta emitida por várias das estrelas jovens quentes da NGC 3324 faz com que a nuvem de gás brilhe com cores vivas ao mesmo tempo que escava uma cavidade no gás e poeira ao seu redor.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-5WXnPpPZ3_s/TylxdRaxs8I/AAAAAAAAFAE/1z4up7IDH0A/s1600-h/NGC%2525203324%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="" alt="" src="http://lh3.ggpht.com/-j0Ceoqp3Ntg/Tylxfx_ewOI/AAAAAAAAFAM/soMThc0bjjk/NGC%2525203324_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="398" height="398" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESO (NGC 3324)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A NGC 3324 está situada na constelação austral de Carina, a cerca de 7.500 anos-luz de distância da Terra. Encontra-se nos arredores norte do ambiente caótico da nebulosa Carina, a qual se viu esculpida por muitos outros bolsãos de formação estelar. &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-TRIMdjh17MI/TylxidKPE5I/AAAAAAAAFAU/K10b-lY-AfY/s1600-h/Nebulosa%252520Carina%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="Nebulosa Carina" alt="Nebulosa Carina" src="http://lh6.ggpht.com/-TzW32B2ZZT8/TylxjnEKquI/AAAAAAAAFAc/ucU71StkeXA/Nebulosa%252520Carina_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="392" height="408" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESO (Nebulosa Carina)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Um depósito rico em gás e poeira na região da NGC 3324 deu origem a formação estelar intensa nessa zona há vários milhões de anos e levou a criação de várias estrelas muito grandes e quentes, as quais se podem observar bem destacadas nesta nova imagem.   &lt;br /&gt;Os ventos estelares e a intensa radiação emitida por estas estrelas jovens abriram um buraco no gás e poeira circundantes, o que se observa claramente como uma parede de material na região central direita da imagem. A radiação ultravioleta emitida pelas estrelas quentes jovens retira elétrons dos átomos de hidrogênio, que são seguidamente recapturados, originando um brilho característico de cor avermelhada à medida que os elétrons decaem em cascata através dos vários níveis de energia, mostrando-nos toda a extensão do gás difuso local. Outras cores vêm de outros elementos, com o brilho característico do oxigênio duas vezes ionizado tornando as partes centrais da imagem amarelo-esverdeadas.    &lt;br /&gt;Tal como as nuvens no céu da Terra, os observadores de nebulosas imaginam formas entre estas nuvens cósmicas. Um dos apelidos para a região NGC 3324 é a de Nebulosa Gabriela Mistral, nome que vem da poetisa chilena que ganhou o prêmio Nobel da literatura em 1945. As bordas da parede de gás e poeira à direita parecem-se bastante com uma cara humana de perfil, com o “alto” no centro correspondendo a um nariz.    &lt;br /&gt;O instrumento Wide Field Imager instalado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros no Observatório de La Silla revela-nos também muitas estruturas escuras na NGC 3324. Os grãos de poeira nestas regiões bloqueiam a radiação que vem do gás brilhante de fundo, criando estruturas filigrânicas sombrias que acrescentam mais uma camada evocativa a esta já rica imagem.    &lt;br /&gt;O olho poderoso do Telescópio Espacial Hubble também já esteve voltado para a NGC 3324. O Hubble consegue observar maiores detalhes do que a visão mais alargada do Wide Field Imager, embora num campo de visão menor. Os dois instrumentos quando usados em conjunto fornecem-nos as perspectivas de zoom-in e zoom-out, ambas bastante interessantes.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: ESO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-2896915215764147004?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/2896915215764147004/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/um-bolsao-de-formacao-estelar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2896915215764147004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2896915215764147004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/02/um-bolsao-de-formacao-estelar.html' title='Um bolsão de formação estelar'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-j0Ceoqp3Ntg/Tylxfx_ewOI/AAAAAAAAFAM/soMThc0bjjk/s72-c/NGC%2525203324_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-4904083067618415623</id><published>2012-01-31T00:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-31T00:00:06.598-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Buracos Negros'/><title type='text'>Enxergando a sombra de um buraco negro</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Um projeto que está agrupando imagens do centro da Via Láctea obtidas por mais de 70 telescópios ao redor do mundo estima que em 2015 terá capacidade para atingir um feito sem precedentes: observar um buraco negro.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-8BIEKvFGHxs/TydJMUO9rJI/AAAAAAAAE_k/3BvFV166a8A/s1600-h/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520um%252520buraco%252520negro%252520e%252520seu%252520horizonte%252520de%252520eventos%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="ilustração de um buraco negro e seu horizonte de eventos" alt="ilustração de um buraco negro e seu horizonte de eventos" src="http://lh4.ggpht.com/-5ijw0xtdpHU/TydJPJ18iCI/AAAAAAAAE_s/pmMWvxr2u6I/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520um%252520buraco%252520negro%252520e%252520seu%252520horizonte%252520de%252520eventos_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="403" height="403" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© MIT (ilustração de um buraco negro e seu horizonte de eventos)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Batizado de Event Horizon Telescope, o plano começou a ser posto em prática em 2007 ainda sem perspectiva de quando essa meta poderia ser atingida. Foi num encontro no Arizona, na semana passada, que astrônomos se deram conta de que o objetivo não está longe.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A meta dos cientistas é fotografar o buraco negro gigante, que provavelmente exista no centro da nossa galáxia, em Sagitarius A. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O movimento da matéria superaquecida nessa região leva a crer que ela abriga um objeto desses, com uma massa de 4 milhões de vezes a do Sol. Essa matéria tumultuada no centro da galáxia, porém, é difícil de ver. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A única maneira prática para se observar o núcleo da Via Láctea, na verdade, é com telescópios que detectam ondas de rádio, em vez de luz comum. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Como elas possuem uma frequência muito menor, atravessam concentrações de matéria com mais facilidade e chegam até a periferia da galáxia, onde fica a Terra. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Um único radiotelescópio, porém, não conseguiria ver tão distante. &amp;quot;Seria como tentar observar uma laranja na superfície da Lua&amp;quot;, diz Dan Marrone, da Universidade do Arizona, um dos coordenadores do projeto. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A ideia, então, é agrupar dados de 11 arranjos diferentes de radiotelescópios no Chile, na Califórnia, no Havaí, na Espanha, no México, na França e no Arizona. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Juntos, eles conseguirão ter sensibilidade suficiente para enxergar a sombra do &amp;quot;horizonte de eventos&amp;quot; do buraco negro, a região onde ele começa a engolir a luz. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Os primeiros dados, com parte dos telescópios, sugerem que há no centro da galáxia uma estrutura menor do que pensávamos. Ainda assim, é grande o suficiente para que o projeto consiga vê-la no futuro&amp;quot;, diz Marrone.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: Daily Galaxy&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-4904083067618415623?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/4904083067618415623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/enxergando-sombra-de-um-buraco-negro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/4904083067618415623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/4904083067618415623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/enxergando-sombra-de-um-buraco-negro.html' title='Enxergando a sombra de um buraco negro'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-5ijw0xtdpHU/TydJPJ18iCI/AAAAAAAAE_s/pmMWvxr2u6I/s72-c/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520um%252520buraco%252520negro%252520e%252520seu%252520horizonte%252520de%252520eventos_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-6858385899565703175</id><published>2012-01-30T23:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-30T23:28:49.419-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estrelas'/><title type='text'>A estrela Polar está diminuindo</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A estrela Polar (Polaris), astro celeste que foi usada durante séculos pelos navegadores como uma bússola natural sempre apontando o norte, pode estar diminuindo lentamente.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-YoKI8yaQdW4/TydDzY9myfI/AAAAAAAAE_I/nCs3pXxBi94/s1600-h/estrela%252520Polaris%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="estrela Polaris" alt="estrela Polaris" src="http://lh3.ggpht.com/-7APdB-P7VbQ/TydD0AvXaiI/AAAAAAAAE_Q/fEjArtS7JUA/estrela%252520Polaris_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="404" height="278" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NASA/Hubble (estrela Polaris)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;É a conclusão de uma análise de mais de 160 anos de observações, reunidas por pesquisadores da Universidade de Bonn, Alemanha. Os dados sugerem que a estrela está perdendo, por ano, uma massa equivalente à do planeta Terra. O estudo foi publicado no periódico &lt;em&gt;The Astrophysical Journal Letters&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A estrela Polar é a mais brilhante da constelação Ursa Menor, visível apenas no Hemisfério Norte. O astro fica a cerca de 400 anos-luz da Terra e está alinhada diretamente com o eixo de rotação da Terra acima do Polo Norte. Por causa disso, todas as estrelas do Hemisfério Norte aparentam girar em volta dela. Essa característica a faz um excelente ponto de referência para desenhar medidas para navegação e astrometria.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os pesquisadores mediram a massa da estrela Polar monitorando o brilho do astro. E a análise mostrou que o brilho da estrela não tem sido constante nos últimos 160 anos. A única explicação encontrada pela equipe do astrofísico Hilding Neilson para explicar o descompasso é que a estrela Polar estaria perdendo massa equivalente à da Terra todos os anos. Só assim as equações de cálculo para a massa da estrela fazem sentido.   &lt;br /&gt;Neilson explica que a perda de massa da estrela Polar é, provavelmente, um episódio temporário na vida da estrela. O evento não vai afetar seu ciclo natural de existência. Mesmo que o astro desapareça em um futuro distante, o Polo Norte terá outra estrela Polar num futuro igualmente distante, devido ao movimento do cosmos: a estrela Alrai, localizada a 45 anos-luz da Terra, deve concluir o alinhamento com o Polo Norte da Terra por volta do ano 3.000.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: Veja&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-6858385899565703175?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/6858385899565703175/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/estrela-polar-esta-diminuindo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6858385899565703175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6858385899565703175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/estrela-polar-esta-diminuindo.html' title='A estrela Polar está diminuindo'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-7APdB-P7VbQ/TydD0AvXaiI/AAAAAAAAE_Q/fEjArtS7JUA/s72-c/estrela%252520Polaris_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-7634584347777428349</id><published>2012-01-29T12:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-29T12:04:42.453-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estrelas'/><title type='text'>A nuvem molecular Barnard 68</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Para onde foram todas as estelas? O que causou o que pode ser considerado como um buraco no céu é agora conhecido pelos astrônomos como um nuvem molecular escura.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-JsmawLmq21Q/TyVR4fCfanI/AAAAAAAAE-c/EkWULVSHR7k/s1600-h/nuvem%252520molecular%252520Barnard%25252068%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="nuvem molecular Barnard 68" alt="nuvem molecular Barnard 68" src="http://lh3.ggpht.com/-zDVg0Hj0aow/TyVR5TnIOLI/AAAAAAAAE-k/BqE4b45q3lI/nuvem%252520molecular%252520Barnard%25252068_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="399" height="328" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESO (nuvem molecular Barnard 68)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Aqui, a alta concentração de poeira e gás molecular absorve praticamente toda a luz visível emitida pelas estrelas de fundo. O em torno estranhamente escuro ajuda a fazer do interior das nuvens moleculares alguns dos locais mais frios e isolados no universo. Uma dessas nebulosas de absorção escuras mais notável é uma nuvem que fica na direção da constelação de Ophiucus e é conhecida como Barnard 68 e pode ser vista na imagem acima. Não existem estrelas visíveis em seu centro indicando que a Barnard 68 é relativamente próxima, localizando-se a aproximadamente 500 anos-luz de distância e tendo meio ano-luz de largura. Não se sabe exatamente como as nuvens moleculares como&amp;#160; a Barnard 68 se formam, mas sabe-se que essas nuvens são por si só locais muito favoráveis para o nascimento de novas estrelas. De fato, a Barnard 68 por si só tem sido especulada como sendo uma nuvem que irá provavelmente colapsar e formar um novo sistema planetário. Isso pode ser observado na imagem em infravermelho apresentada a seguir.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-J0kF-87Amjc/TyVR82ljClI/AAAAAAAAE-s/c95HLVWBcrY/s1600-h/Barnard%25252068%252520em%252520infravermelho%25255B7%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="Barnard 68 em infravermelho" alt="Barnard 68 em infravermelho" src="http://lh3.ggpht.com/-dszpYzBTCmE/TyVR-Ur8efI/AAAAAAAAE-0/GjvIWEWf6ik/Barnard%25252068%252520em%252520infravermelho_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="388" height="386" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESO (Barnard 68 em infravermelho)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: NASA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-7634584347777428349?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/7634584347777428349/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/nuvem-molecular-barnard-68.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7634584347777428349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7634584347777428349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/nuvem-molecular-barnard-68.html' title='A nuvem molecular Barnard 68'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-zDVg0Hj0aow/TyVR5TnIOLI/AAAAAAAAE-k/BqE4b45q3lI/s72-c/nuvem%252520molecular%252520Barnard%25252068_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-4149941833585370231</id><published>2012-01-27T16:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-27T16:48:47.726-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Supernovas'/><title type='text'>A supernova SN 2012A e a galáxia NGC 3239</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Com aproximadamente 40.000 anos-luz de diâmetro, a bela e irregular galáxia NGC 3239 localiza-se perto do centro desse campo repleto de galáxias na constelação do Leão.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-zwU8QBENOUQ/TyLxi1ImAbI/AAAAAAAAE-A/kkbdQZPpXTc/s1600-h/NGC%2525203239%252520e%252520SN%2525202012A%25255B19%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="NGC 3239 e SN 2012A" alt="NGC 3239 e SN 2012A" src="http://lh6.ggpht.com/-l6Jjzqsu4e8/TyLxjvxdEfI/AAAAAAAAE-I/HDc-H9xAaug/NGC%2525203239%252520e%252520SN%2525202012A_thumb%25255B11%25255D.jpg?imgmax=800" width="397" height="341" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Adam Block (NGC 3239 e SN 2012A)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A uma distância de 25 milhões de anos-luz, ela domina a imagem acima, mostrando estruturas arranjadas de forma peculiar, jovens aglomerados estelares azuis e regiões de formação de estrelas, sugerindo que a NGC 3239, também conhecida como ARP 263 é o resultado de um processo de fusão entre galáxias. Aparecendo perto do topo da bela galáxia está uma brilhante estrela pertencente à Via Láctea que aparece em primeiro plano, quase que diretamente alinhada com o nosso ângulo de visão da NGC 3239. A NGC 3239 ainda é notável por hospedar a primeira supernova identificada em 2012, designada de SN 2012A. Ela foi descoberta no começo do mês de janeiro pelos caçadores de supernovas Bob Moore, Jack Newton e Tim Puckett. Indicada pelas setas em vermelho na imagem, a supernova SN 2012A está um pouco abaixo e a direita da brilhante estrela de primeiro plano. Claro que com base no tempo de viagem da luz oriunda da NGC 3239, a explosão da supernova ocorreu a 25 milhões de anos atrás, disparada pelo colapso do núcleo de uma estrela massiva.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: NASA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-4149941833585370231?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/4149941833585370231/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/supernova-sn-2012a-e-galaxia-ngc-3239.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/4149941833585370231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/4149941833585370231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/supernova-sn-2012a-e-galaxia-ngc-3239.html' title='A supernova SN 2012A e a galáxia NGC 3239'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-l6Jjzqsu4e8/TyLxjvxdEfI/AAAAAAAAE-I/HDc-H9xAaug/s72-c/NGC%2525203239%252520e%252520SN%2525202012A_thumb%25255B11%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-1888744600557390315</id><published>2012-01-27T14:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-27T16:00:00.228-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Exoplanetas'/><title type='text'>Descobertos 26 novos exoplanetas</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A NASA (agência espacial norte-americana) anunciou a descoberta de 26 novos planetas fora do Sistema Solar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-aF9i8PpG9E0/TyLmGjv7wbI/AAAAAAAAE9w/uHMiy95d6uc/s1600-h/%2525C3%2525B3rbita%252520dos%252520sistemas%252520planet%2525C3%2525A1rios%252520kleperianos%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="órbita dos sistemas planetários kleperianos" alt="órbita dos sistemas planetários kleperianos" src="http://lh5.ggpht.com/-gZh1MDrUeJs/TyLmHp6sH5I/AAAAAAAAE94/4Ux-GgaZBvQ/%2525C3%2525B3rbita%252520dos%252520sistemas%252520planet%2525C3%2525A1rios%252520kleperianos_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="404" height="306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NASA (órbita dos sistemas planetários kleperianos)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O achado quase dobra o número de exoplanetas confirmados pela missão Kepler, lançada em março de 2009 para vasculhar uma faixa do espaço em busca de planetas que possam reunir as condições para abrigar vida.   &lt;br /&gt;Os novos astros formam ao todo 11 sistemas planetários diferentes. Eles têm tamanhos variados: alguns são maiores que Júpiter, outros têm um raio pouco maior que o da Terra. Observações futuras irão revelar se os 15 menores possuem um núcleo rochoso como o do nosso planeta.    &lt;br /&gt;Os planetas ficam perto das estrelas que orbitam e levam de seis até, no máximo, 143 dias para completar uma volta ao redor delas. Cada sistema planetário tem, no mínimo, dois astros e, no máximo, cinco planetas.    &lt;br /&gt;Atualmente, são conhecidos mais de 700 exoplanetas. A contagem começou em 1995, quando o primeiro planeta a girar ao redor de uma estrela diferente do Sol foi desvendado.    &lt;br /&gt;Desde o início da missão Kepler, 61 exoplanetas foram detectados e confirmados. Ainda esperam por confirmação mais de 2,3 mil astros. A verificação para saber se algum sinal recebido pela sonda é ou não de um exoplaneta é feita por telescópios na Terra.    &lt;br /&gt;A sonda investiga alterações no brilho de 150 mil estrelas localizadas em uma região vasta do espaço entre as constelações da Lira e do Cisne. Essas mudanças podem ser provocadas pela passagem de um planeta à frente da estrela observada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Astrophysical Jounal&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-1888744600557390315?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/1888744600557390315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/descobertos-26-novos-exoplanetas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1888744600557390315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1888744600557390315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/descobertos-26-novos-exoplanetas.html' title='Descobertos 26 novos exoplanetas'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-gZh1MDrUeJs/TyLmHp6sH5I/AAAAAAAAE94/4Ux-GgaZBvQ/s72-c/%2525C3%2525B3rbita%252520dos%252520sistemas%252520planet%2525C3%2525A1rios%252520kleperianos_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-7060955133852088744</id><published>2012-01-26T10:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-26T10:04:29.420-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><title type='text'>Corrente de estrelas de uma galáxia anã</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Localizada a 12,5 milhões de anos-luz de distância da Terra, a galáxia irregular anã, conhecida como NGC 4449 situa-se dentro da constelação de Canes Venatici (Cães de Caça).&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-iTvRfYo5oB8/TyFBMZTd2RI/AAAAAAAAE8s/VeTVgVvf56c/s1600-h/gal%2525C3%2525A1xia%252520NGC%2525204449%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="galáxia NGC 4449" alt="galáxia NGC 4449" src="http://lh5.ggpht.com/-8hnDi55LlUA/TyFBNUzSNOI/AAAAAAAAE80/-Q5Ub-IRLuA/gal%2525C3%2525A1xia%252520NGC%2525204449_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="400" height="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© R Jay Gabany (galáxia NGC 4449)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Com um tamanho aproximadamente semelhante ao da galáxia satélite da Via Láctea, a Grande Nuvem de Magalhães, a NGC 4449 está passando por um intenso processo de formação de estrelas, que é evidenciado pelos jovens aglomerados de estrelas azuis, pelas regiões rosadas de formação de estrelas e pelas nuvens de poeira obscuras que aparecem com clareza na imagem acima. Essa galáxia também tem a distinta característica de ser a primeira galáxia anã com uma corrente de estrelas de marés identificada, como pode ser visto de maneira apagada na parte inferior direita da imagem. Essa corrente de estrelas, que possui estrelas gigantes vermelhas, representa a parte remanescente de uma galáxia satélite ainda menor, corrompida pela força gravitacional e destinada a se fundir com a NGC 4449. Com uma quantidade relativamente pequena de estrelas acredita-se que as galáxias menores possuam extensos halos de matéria escura. Mas como a matéria escura interage gravitacionalmente, essas observações oferecem a oportunidade de examinar a significante função da matéria escura nos eventos de fusão de galáxias. A interação provavelmente é responsável&amp;#160; pela explosão de novas estrelas na NGC 4449 e descreve como as galáxias pequenas são montadas durante o tempo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: NASA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-7060955133852088744?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/7060955133852088744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/corrente-de-estrelas-de-uma-galaxia-ana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7060955133852088744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7060955133852088744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/corrente-de-estrelas-de-uma-galaxia-ana.html' title='Corrente de estrelas de uma galáxia anã'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-8hnDi55LlUA/TyFBNUzSNOI/AAAAAAAAE80/-Q5Ub-IRLuA/s72-c/gal%2525C3%2525A1xia%252520NGC%2525204449_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-69347142248682493</id><published>2012-01-25T09:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-25T09:34:30.996-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quasar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Buracos Negros'/><title type='text'>Formação estelar intensa travada abruptamente por buracos negros</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Utilizando o telescópio APEX, uma equipe de astrônomos descobriu a melhor relação encontrada até hoje entre os mais intensos episódios de formação estelar no Universo primordial e as galáxias de maior massa que se observam atualmente.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-zI7IBN8_pnM/Tx_oco-0f7I/AAAAAAAAE8Q/pM4m9Okfkrg/s1600-h/forma%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520estrelas%252520em%252520gal%2525C3%2525A1xias%252520distantes%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="formação de estrelas em galáxias distantes" alt="formação de estrelas em galáxias distantes" src="http://lh4.ggpht.com/-u0hQIdvaW6w/Tx_od3f12eI/AAAAAAAAE8Y/cdaHbnNviV8/forma%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520estrelas%252520em%252520gal%2525C3%2525A1xias%252520distantes_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="399" height="336" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESO/APEX (formação de estrelas em galáxias distantes)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As galáxias, em pleno crescimento devido a fortes episódios de formação estelar no Universo primitivo, viram o nascimento de novas estrelas parar abruptamente, deixando-as como galáxias de elevada massa, mas passivas, com estrelas envelhecidas no Universo atual. Os astrônomos pensam ter encontrado o provável responsável desta súbita parada na formação estelar: o surgimento de buracos negros supermassivos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os astrônomos combinaram observações da câmera LABOCA, instalada no telescópio APEX (Atacama Pathfinder Experiment) de 12 metros, operado pelo ESO, com medições feitas com o VLT (Very Large Telescope) também do ESO, o telescópio espacial Spitzer da NASA e outros, para observar como é que galáxias brilhantes e muito distantes se juntam para formar grupos e aglomerados.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Quanto mais compacto é o grupo ou aglomerado de galáxias, mais massa têm os seus halos de matéria escura - o material invisível que compõe a maior parte da massa da galáxia. Os novos resultados obtidos são as medições mais precisas que temos sobre o modo de formação de aglomerados para este tipo de galáxias.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As galáxias estão tão distantes que a sua luz demorou cerca de dez bilhões de anos para chegar até à Terra, por isso são observadas tal como eram há cerca de dez bilhões de anos atrás. Nesta imagem do Universo primordial na região da Constelação Fornax as galáxias estão sujeitas ao tipo de formação estelar mais intensa que se conhece, a chamada formação estelar explosiva.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ao medir as massas dos halos de matéria escura em torno das galáxias e utilizando simulações de computador para estudar como é que estes halos crescem com o tempo foi possível descobrir que estas galáxias distantes com formação explosiva de estrelas no cosmos primitivo transformam-se eventualmente em galáxias elípticas gigantes - as galáxias de maior massa existentes no Universo atual.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“Esta é a primeira vez que conseguimos mostrar de maneira clara a relação que existe entre as galáxias mais energéticas que apresentam formação estelar explosiva no Universo primordial e as galáxias de maior massa presentes no Universo atual,” explica Ryan Hickox (Darthmouth College, EUA e Durham University, RU), o cientista que lidera a equipe.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Adicionalmente, as novas observações indicam que a formação estelar explosiva nestas galáxias distantes durou meros 100 milhões de anos - um tempo muito curto em termos cosmológicos - no entanto, durante este breve período, a quantidade de estrelas nas galáxias duplicou. A parada abrupta deste crescimento tão rápido corresponde a outro episódio na história das galáxias, o qual não se compreende ainda muito bem.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“Sabemos que as galáxias elípticas de elevada massa pararam de produzir estrelas de modo súbito há muito tempo atrás, encontrando-se agora bastante passivas. Os cientistas tentam imaginar o que poderia ser suficientemente poderoso para conseguir desligar a formação estelar explosiva duma galáxia inteira,” diz Julie Wardlow (University of California, Irvine, EUA e Durham University, RU), um membro da equipe.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os resultados da equipe apontam para uma possível explicação: nessa fase da história do cosmos, as galáxias com formação estelar explosiva aglomeram-se de modo muito semelhante aos quasares, o que indica que estes últimos são encontrados nos mesmos halos de matéria escura. Os quasares estão entre os objetos mais energéticos do Universo - faróis galácticos que emitem intensa radiação, alimentados por um buraco negro supermassivo situado nos seus centros.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Existem cada vez mais evidências que sugerem que a formação estelar explosiva intensa alimenta também o quasar, com enormes quantidades de matéria a serem sugadas pelo buraco negro. O quasar, por sua vez, emite enormes quantidades de energia que provavelmente limparão o restante do gás da galáxia - a matéria prima necessária à formação de novas estrelas - travando assim de maneira eficaz a fase de formação estelar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“Em poucas palavras, a intensa formação estelar dos dias de glória das galáxias acabou também por ser a sua perdição ao alimentar os buracos negros nos seus centros, os quais rapidamente limpam ou destroem as nuvens de formação estelar,” explica David Alexander (Durham University, RU), um membro da equipe.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: ESO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-69347142248682493?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/69347142248682493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/formacao-estelar-intensa-travada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/69347142248682493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/69347142248682493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/formacao-estelar-intensa-travada.html' title='Formação estelar intensa travada abruptamente por buracos negros'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-u0hQIdvaW6w/Tx_od3f12eI/AAAAAAAAE8Y/cdaHbnNviV8/s72-c/forma%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520estrelas%252520em%252520gal%2525C3%2525A1xias%252520distantes_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-2580819717289989566</id><published>2012-01-24T11:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-24T11:28:47.191-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quasar'/><title type='text'>A Cruz de Einstein</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A imagem a seguir feita pelo telescópio espacial Hubble sugere que a galáxia conhecida como UZC J224030.2+032131 tem cinco diferentes núcleos!&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-xUubE654QzU/Tx6yChd_iEI/AAAAAAAAE70/04f2iJUBzVI/s1600-h/Cruz%252520de%252520Einstein%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="Cruz de Einstein" alt="Cruz de Einstein" src="http://lh3.ggpht.com/-2AgDFX4cPkQ/Tx6yDayvwPI/AAAAAAAAE78/t4cMoWdUhQs/Cruz%252520de%252520Einstein_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="398" height="398" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Hubble (Cruz de Einstein)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Porém, o núcleo da galáxia é somente o objeto mais apagado e difuso no centro da estrutura em forma de cruz formada por quatro outros pontos, que são na verdade imagens de um quasar distante localizado em segundo plano com relação à galáxia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A essa combinação de objetos que na verdade tem uma galáxia e uma miragem de um quasar, se dá o nome de Cruz de Einstein, e nada mais é do que a confirmação visual da Teoria Geral da Relatividade. Esse é um dos melhores exemplos do fenômeno conhecido como lente gravitacional, ou seja, a inclinação da luz pela gravidade como previsto por Einstein no início do século passado. Nesse caso, a poderosa gravidade da galáxia age como uma lente distorcendo e amplificando a luz do quasar situado atrás dela, produzindo quatro imagens do distante objeto.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O quasar está a uma distância aproximada de 11 bilhões de anos-luz na direção da constelação de Pegasus, enquanto que a galáxia que funciona como a lente está aproximadamente 10 vezes mais perto. O alinhamento entre os dois objetos é impressionante, dentro de 0.05 arcos de segundo, e principalmente esse alinhamento é o responsável para que esse tipo de lente gravitacional seja observada.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Essa imagem é provavelmente a mais nítida já feita da Cruz de Einstein e foi produzida pela Wide Field and Planetary Camera 2 do Hubble. O campo de visão da imagem é de 26 por 26 arcos de segundo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: ESA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-2580819717289989566?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/2580819717289989566/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/cruz-de-einstein.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2580819717289989566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2580819717289989566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/cruz-de-einstein.html' title='A Cruz de Einstein'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-2AgDFX4cPkQ/Tx6yDayvwPI/AAAAAAAAE78/t4cMoWdUhQs/s72-c/Cruz%252520de%252520Einstein_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-4897225984824500330</id><published>2012-01-23T19:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-23T19:26:54.211-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><title type='text'>Redemoinhos numa galáxia espiral barrada</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A imagem abaixo mostra a forma de roda da galáxia NGC 2217, na constelação de Canis Major (Cão Maior).&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-ZrYgecfKkg8/Tx3QmXT1bZI/AAAAAAAAE7k/iDMbOs5M9xI/s1600-h/NGC%2525202217%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="galáxia NGC 2217" alt="galáxia NGC 2217" src="http://lh3.ggpht.com/-iZrbLb30Cus/Tx3QnEuhR_I/AAAAAAAAE7s/kyejriTMuUk/NGC%2525202217_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="394" height="429" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESO (galáxia NGC 2217)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Na região central da galáxia está uma barra constituída de estrelas dentro de um anel oval. Mais adiante, um conjunto de braços espirais formam um anel circular ao redor da galáxia. A NGC 2217 é, portanto, classificada como uma galáxia espiral barrada, e sua aparência circular indica que a vemos quase de frente.   &lt;br /&gt;Os braços espirais exteriores têm uma cor azulada, indicando a presença estrelas jovens, luminosas e quentes, nascidas fora das nuvens de gás interestelar. O bojo central e barra apresentam uma aparência amarelada, devido à presença de estrelas mais velhas. Estrias escuras também podem ser vistas em alguns locais dos braços da galáxia e do bojo central, onde a poeira cósmica bloquea algumas das estrelas.    &lt;br /&gt;A maioria das galáxias espirais no Universo local - incluindo a nossa Via Láctea - paracem ter uma barra de algum tipo, e estas estruturas desempenham um papel importante no desenvolvimento de uma galáxia. Elas podem, por exemplo, canalizar o gás em direção ao centro da galáxia, ajudando no abastecimento de um buraco negro central, ou para formar novas estrelas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Fonte: ESO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-4897225984824500330?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/4897225984824500330/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/redemoinhos-numa-galaxia-espiral.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/4897225984824500330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/4897225984824500330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/redemoinhos-numa-galaxia-espiral.html' title='Redemoinhos numa galáxia espiral barrada'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-iZrbLb30Cus/Tx3QnEuhR_I/AAAAAAAAE7s/kyejriTMuUk/s72-c/NGC%2525202217_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-1648074236499074478</id><published>2012-01-21T12:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-21T12:08:46.710-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Exoplanetas'/><title type='text'>Exoluas podem ser comuns no Universo</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Segundo um novo estudo, cerca de um a cada dez planetas rochosos que ficam em torno de estrelas como o nosso Sol pode hospedar uma lua proporcionalmente tão grande quanto à da Terra.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-wao6FVgyYjM/TxrG6umwLiI/AAAAAAAAE6w/nXoZTsXBElg/s1600-h/impacto%252520de%252520uma%252520exolua%252520com%252520um%252520exoplaneta%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="impacto de uma exolua com um exoplaneta" alt="impacto de uma exolua com um exoplaneta" src="http://lh6.ggpht.com/-X30RfWUlJuU/TxrG7cF2QgI/AAAAAAAAE64/01xwzLepcNI/impacto%252520de%252520uma%252520exolua%252520com%252520um%252520exoplaneta_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="392" height="283" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© SPL (impacto de uma exolua com um exoplaneta)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Antes, os cientistas achavam que a nossa lua era desproporcionalmente grande (mais de um quarto do diâmetro da Terra), e que isso era raro. Agora, através de simulações computacionais de formação de planetas, os pesquisadores mostraram que os impactos grandiosos que resultaram na nossa Lua podem ser na verdade comuns.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os cientistas criaram uma série de simulações para observar como os planetas se formam a partir de gases e pedaços de rocha, chamados planetesimais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A teoria mais comum é de que nossa Lua se formou no início da história da Terra, quando um planeta do tamanho de Marte se chocou conosco, resultando em um disco de material fundido que rodeia a Terra (eventualmente esse material se uniu para formar a Lua como a conhecemos).&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A equipe usou os resultados do estudo inicial para descobrir a probabilidade de eventos de grande impacto formarem grandes satélites da mesma forma. Os resultados mostram que há uma probabilidade de 8,33% de gerar um sistema composto por um planeta com mais da metade da massa da Terra e uma lua com mais da metade da nossa Lua.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os resultados também podem ajudar a identificar outros planetas favoráveis à vida. Sebastian Elser, da Universidade de Zurique, disse que as novas estimativas para a probabilidade de satélites como a Lua poderiam ser úteis na procura de planetas fora do Sistema Solar. Essas grandes luas podem confundir as medidas na descoberta de planetas; sabendo que os satélites de grande porte podem ser comuns essas medições tornam-se mais favoráveis.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Além disso, a nossa Lua estabiliza a sua obliquidade, ou seja, a inclinação do eixo da Terra, que poderia variar drasticamente em tempos relativamente curtos, que por sua vez causaria mudanças na forma como o calor do Sol é distribuído em todo o planeta.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Portanto, a presença da Lua proporciona um ambiente mais estável em que a vida possa evoluir.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Já o especialista em formação de planetas Eiichiro Kokubo alerta que devemos tomar cuidado com o novo estudo. Segundo ele, há vários parâmetros ainda desconhecidos que afetam grandemente a formação e evolução lunar e, consequentemente, a probabilidade de um planeta hospedar uma grande lua.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Por exemplo, ainda é impossível colocar números nos efeitos de um planeta antes do impacto, ou como o disco de material é formado e evolui depois desse impacto. “Eu acho que devemos assumir o estudo como uma possível ideia, um cálculo com base no que sabemos sobre a formação de planetas terrestres e luas atualmente”, explica Kobuko.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: Scientific American&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-1648074236499074478?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/1648074236499074478/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/exoluas-podem-ser-comuns-no-universo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1648074236499074478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1648074236499074478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/exoluas-podem-ser-comuns-no-universo.html' title='Exoluas podem ser comuns no Universo'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-X30RfWUlJuU/TxrG7cF2QgI/AAAAAAAAE64/01xwzLepcNI/s72-c/impacto%252520de%252520uma%252520exolua%252520com%252520um%252520exoplaneta_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-7962662454658174221</id><published>2012-01-19T11:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-19T11:21:42.364-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nebulosas'/><title type='text'>Novas cores da Nebulosa da Hélice</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O telescópio VISTA do ESO instalado no Observatório do Paranal no Chile, obteve a bela imagem abaixo da Nebulosa da Hélice.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-TwCMj7WZsoo/TxgY4HEtIfI/AAAAAAAAE5Y/7ReUymx2sEY/s1600-h/Nebulosa%252520da%252520H%2525C3%2525A9lice%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="" alt="" src="http://lh6.ggpht.com/-HhlvF-gKsAc/TxgY5eu4QVI/AAAAAAAAE5g/cBsxnQxHbQY/Nebulosa%252520da%252520H%2525C3%2525A9lice_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="393" height="393" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESO (Nebulosa da Hélice)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esta fotografia tirada no infravermelho revela filamentos de gás frio nebular, que seriam invisíveis em imagens obtidas no óptico, ao mesmo tempo que nos mostra um fundo rico em estrelas e galáxias.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Nebulosa da Hélice é um dos mais próximos e interessantes exemplos de nebulosas planetárias. As nebulosas planetárias não têm nenhuma relação com planetas. Este nome confuso apareceu porque muitas delas apresentam pequenos discos brilhantes quando observadas no visível, parecendo por isso os planetas exteriores do Sistema Solar, tais como Urano e Netuno. A Nebulosa da Hélice, que também tem o número de catálogo NGC 7293, é incomum porque aparece muito grande mas também muito tênue quando observada através de um pequeno telescópio.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Nebulosa da Hélice&amp;#160; situa-se na constelação do Aquário, a cerca de 700 anos-luz de distância. Este estranho objeto formou-se quando uma estrela como o Sol se encontrava na fase final da sua vida. Incapaz de manter as camadas exteriores, a estrela libertou lentamente conchas de gás que formaram a nebulosa, transformar-se agora numa anã branca, que se observa no centro da imagem como um pequeno ponto azul .&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A nebulosa propriamente dita é um objeto complexo composto de poeira, material ionizado e gás molecular, dispostos num belo e intricado padrão em forma de flor, que brilha intensamente devido à radiação ultravioleta emitida pela estrela quente central.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O anel principal da Hélice tem cerca de dois anos-luz de diâmetro, o que corresponde a cerca de metade da distância entre o Sol e a estrela mais próxima. No entanto, material da nebulosa expande-se desde a estrela até pelo menos quatro anos-luz, o que se vê particularmente bem nesta imagem infravermelha, uma vez que o gás molecular vermelho pode ser observado em praticamente toda a imagem.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Embora difícil de observar no visível, o brilho emitido pelo gás da nebulosa, que se expande em camadas finas tênues, é facilmente captado pelos detectores especiais do VISTA, os quais são muito sensíveis à radiação infravermelha. O telescópio de 4,1 metros consegue também detectar uma quantidade impressionante de estrelas e galáxias de fundo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O telescópio VISTA do ESO revela igualmente a estrutura fina dos anéis da nebulosa. A radiação infravermelha mostra-nos de que modo o gás molecular mais frio está organizado. O material agrega-se em filamentos que se estendem do centro para o exterior, fazendo com que toda a imagem se pareça com&amp;#160; fogos de artifício celestiais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Embora pareçam muito pequenos, estes filamentos de hidrogênio molecular, conhecidos como nós cometários, são do tamanho do nosso Sistema Solar. As moléculas que os compõem conseguem sobreviver num ambiente de radiação altamente energética emitida pela estrela moribunda precisamente porque se agregam nestes nós, que por sua vez são bloqueados pela poeira e gás molecular. Não sabemos muito bem como é que se formaram estes nós cometários.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: ESO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-7962662454658174221?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/7962662454658174221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/novas-cores-da-nebulosa-da-helice.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7962662454658174221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7962662454658174221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/novas-cores-da-nebulosa-da-helice.html' title='Novas cores da Nebulosa da Hélice'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-HhlvF-gKsAc/TxgY5eu4QVI/AAAAAAAAE5g/cBsxnQxHbQY/s72-c/Nebulosa%252520da%252520H%2525C3%2525A9lice_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-5168028718234923295</id><published>2012-01-18T23:30:00.000-02:00</published><updated>2012-01-19T00:02:07.688-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Constelação'/><title type='text'>Intensa formação estelar na constelação do Cisne</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Uma equipe de astrônomos do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) detectou uma zona com um grande aglomerado de jatos, que indicam um local de intensa formação estelar. O local observado fica na direção da constelação do Cisne, próximo da estrela Deneb.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-1Lf_yfklmAw/Txd5m-eWR6I/AAAAAAAAE48/vM5ORdzgmGU/s1600-h/jatos%252520de%252520forma%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520estelar%252520e%252520protoestrelas%25255B7%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="jatos de formação estelar e protoestrelas" alt="jatos de formação estelar e protoestrelas" src="http://lh5.ggpht.com/-5k1UNXXkOpM/Txd5niQvcOI/AAAAAAAAE5E/ppv_prXIp2I/jatos%252520de%252520forma%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520estelar%252520e%252520protoestrelas_thumb%25255B4%25255D.jpg?imgmax=800" width="402" height="248" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© CAUP/Jorge Grave (jatos de formação estelar e protoestrelas)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As estrelas nascem em grandes aglomerados de gás e poeira, também conhecidos por nebulosas moleculares. Quando o gás se começa a contrair por efeito da gravidade, nasce uma nova estrela. No entanto, pouco depois de se acenderem, estas estrelas jovens (ou protoestrelas) estão ainda escondidas pelo gás e poeira da nebulosa que lhes deu origem.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mas as protoestrelas continuam ainda atraindo material do disco que sobrou em sua volta. Ao interagir com os fortes campos magnéticos da estrela, a matéria do disco pode ser acelerada até velocidades supersônicas, e acaba por ser ejetada pelos polos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As violentas ondas de choque destes jatos bipolares (são emitidos a partir de ambos os polos) com o meio interestelar acabam por comprimir o gás que o compõe, formando moléculas de hidrogênio, que brilham intensamente na banda do infravermelho. Estes jatos bipolares são por isso autênticos faróis que assinalam a presença de estrelas recém-nascidas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Na banda do infravermelho, é possível ainda observar por intermédio das zonas escuras, para ver as estrelas recém-formadas. E com observações feitas com auxílio do telescópio espacial Spitzer da NASA e pelo telescópio Zeiss de 3,5 metros de Calar Alto, os astrônomos do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) detectaram um imenso aglomerado de jatos e respectivas protoestrelas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Jorge Grave, um dos pesquisadores do CAUP, comentou: “O que torna esta imagem especial é o fato de nela vermos uma concentração de dezenas de jatos numa região relativamente reduzida. Como os jatos são característicos de uma etapa do processo de formação estelar, podemos inferir que todas as estrelas responsáveis pela libertação desses jatos estão no mesmo estágio de evolução e provavelmente se formaram simultaneamente”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para obter esta imagem foi necessário captar toda a enorme nebulosa, o que resultou em várias centenas de imagens. Estas foram depois analisadas individualmente pela equipe, até finalmente chegarem a uma imagem pormenorizada, onde os jatos de formação estelar aparecem em verde, enquanto as protoestrelas aparecem em vermelho.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: CAUP&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-5168028718234923295?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/5168028718234923295/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/intensa-formacao-estelar-na-constelacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5168028718234923295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5168028718234923295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/intensa-formacao-estelar-na-constelacao.html' title='Intensa formação estelar na constelação do Cisne'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-5k1UNXXkOpM/Txd5niQvcOI/AAAAAAAAE5E/ppv_prXIp2I/s72-c/jatos%252520de%252520forma%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520estelar%252520e%252520protoestrelas_thumb%25255B4%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-6011898022052841827</id><published>2012-01-17T21:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-18T07:48:35.329-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nebulosas'/><title type='text'>Nova visão da Nebulosa da Águia</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Dois telescópios europeus obtiveram um novo registro mais detalhado exibindo o interior da Nebulosa da Águia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-LEwwWk9hRk4/TxYDRKPrtSI/AAAAAAAAE4A/sKw-J-cItOc/s1600-h/Nebulosa%252520da%252520%2525C3%252581guia%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="Nebulosa da Águia" alt="Nebulosa da Águia" src="http://lh3.ggpht.com/-6-8f5_L1xwo/TxYDSNLw1aI/AAAAAAAAE4I/icfDtuae4hY/Nebulosa%252520da%252520%2525C3%252581guia_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="388" height="388" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Herschel e XMM-Newton (Nebulosa da Águia)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esta imagem composta a partir dos telescópios espaciais da ESA, o Herschel em infravermelho e o XMM-Newton em raios-X, permitindo observar o interior dos pilares. Eles mostram como as estrelas quentes jovens detectadas pelas observações de raios-X estão conquistando cavidades nesta escultura e interagindo com o ambiente de gás ultra-frio e poeira.    &lt;br /&gt;Esta bela região provavelmente já foi destruída por uma supernova 6.000 anos atrás. Mas por causa da distância, não temos visto isto acontecer ainda.     &lt;br /&gt;A Nebulosa da Águia, catalogada como M16, está a 6.500 anos-luz de distância, na constelação da Serpente. Ela contém um aglomerado de estrelas jovens e quentes, a NGC 6611, que é visível com um modesto telescópio. Esse aglomerado está iluminando o gás e poeira circundante, resultando em uma cavidade oca enorme e pilares, cada um com vários anos-luz de comprimento.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-8dojxv5PmNw/TxYDTWeLTuI/AAAAAAAAE4Q/vq6SBX5qpPc/s1600-h/Pilar%252520da%252520Cria%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%25255B9%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="Pilar da Criação" alt="Pilar da Criação" src="http://lh6.ggpht.com/-eAs4-B3BZww/TxYDUItfLgI/AAAAAAAAE4Y/6e-0hcLlsmg/Pilar%252520da%252520Cria%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o_thumb%25255B5%25255D.jpg?imgmax=800" width="400" height="395" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Hubble (Pilar da Criação)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A imagem do Hubble se tornou famosa em 1995. Mostrava o nascimento de estrelas em &amp;quot;incubadoras&amp;quot; que lembram a &amp;quot;pilares&amp;quot; formados por gás hidrogênio e poeira estelar, também conhecidos como &amp;quot;Pilares da Criação&amp;quot;. Entretanto, por causa da poeira obscurecendo, a imagem no óptico do Hubble não foi capaz de ver o interior e provar que as estrelas jovens estavam de fato se formando.    &lt;br /&gt;A nova imagem mostra que as estrelas quentes e jovens são responsáveis ​​por esculpir os pilares. Foi também utilizado dados de imagens em infravermelho próximo do VLT (Very Large Telescope) do Observatório Europeu do Sul (ESO) no Paranal, Chile, e da luz visível do telescópio Max Planck Gesellschaft de 2,2 de diâmetro em La Silla, Chile. Todas as imagens individuais estão abaixo:&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-5Cxfu2xk6J0/TxYDWh8CkyI/AAAAAAAAE4g/9LWrEeowGM0/s1600-h/composi%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520do%252520aglomerado%252520M16%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="composição do aglomerado M16" alt="composição do aglomerado M16" src="http://lh3.ggpht.com/-4RCDy0HP5XE/TxYDXa3zA6I/AAAAAAAAE4o/YMupB7uLkOI/composi%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520do%252520aglomerado%252520M16_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="404" height="308" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESA (composição do aglomerado M16)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No início, imagens do infravermelho médio do Infrared Space Observatory da ESA e observaório espacial Spitzer da NASA, e dados do XMM-Newton, levaram os astrônomos a suspeitar que uma das estrelas mais massivas e quentes na NGC 6611 pode ter explodido numa supernova 6.000 anos atrás, emitindo uma onda de choque que destruiu os pilares. Mas a destruição apenas poderá ser vista depois de centenas de anos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: ESA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-6011898022052841827?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/6011898022052841827/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/nova-visao-da-nebulosa-da-aguia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6011898022052841827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6011898022052841827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/nova-visao-da-nebulosa-da-aguia.html' title='Nova visão da Nebulosa da Águia'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-6-8f5_L1xwo/TxYDSNLw1aI/AAAAAAAAE4I/icfDtuae4hY/s72-c/Nebulosa%252520da%252520%2525C3%252581guia_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-8606341623132927688</id><published>2012-01-17T14:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-17T14:18:47.227-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><title type='text'>O núcleo da galáxia M100</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O objeto Messier 100 (M100), é um exemplo perfeito de uma galáxia espiral&amp;#160; em toda a sua plenitude, onde é possível ver com clareza e com ótima definição os braços espirais que a constituem.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-lRLAsehdBeQ/TxWfYvyFgBI/AAAAAAAAE3k/qwY-bUyPKyc/s1600-h/n%2525C3%2525BAcleo%252520da%252520gal%2525C3%2525A1xia%252520M100%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="" alt="" src="http://lh5.ggpht.com/-IgYstO8Gjwk/TxWfZUAaHOI/AAAAAAAAE3s/KLHbPacBPBk/n%2525C3%2525BAcleo%252520da%252520gal%2525C3%2525A1xia%252520M100_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="393" height="413" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NASA/ESA (núcleo da galáxia M100)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Essas estruturas empoeiradas circulam ao redor do núcleo da galáxia e são marcadas por muitas atividades de formação de estrelas que pontuam a galáxia M100 com estrelas brilhantes azuis e de grande massa.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A imagem acima foi feita pelo telescópio espacial Hubble, sendo considerada a imagem mais detalhada desse objeto já feita até o momento, mostrando o brilhante núcleo da galáxia e as partes mais internas de seus braços espirais. A galáxia M100 tem um núcleo galáctico constituído por um buraco negro supermassivo que está ativamente engolindo material. Este material emite uma radiação brilhante enquanto cai em direção ao núcleo do buraco negro.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os braços espirais da galáxia também hospedam buracos negros menores, incluindo o buraco negro mais jovem conhecido até hoje na nossa vizinhança cósmica, resultado de uma supernova que foi observada em 1979.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A galáxia M100 está localizada na direção da constelação de Coma Berenices, a uma distância aproximada de 50 milhões de anos-luz.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Fonte: ESA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-8606341623132927688?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/8606341623132927688/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/o-nucleo-da-galaxia-m100.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/8606341623132927688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/8606341623132927688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/o-nucleo-da-galaxia-m100.html' title='O núcleo da galáxia M100'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-IgYstO8Gjwk/TxWfZUAaHOI/AAAAAAAAE3s/KLHbPacBPBk/s72-c/n%2525C3%2525BAcleo%252520da%252520gal%2525C3%2525A1xia%252520M100_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-1608267323954099352</id><published>2012-01-16T14:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-16T14:47:51.968-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Supernovas'/><title type='text'>Supernova Primo: além da fronteira</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A supernova SN Primo é a mais distante supernova tipo Ia espectroscopicamente confirmada.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-RZj8Tgg41XA/TxRUs5hIQJI/AAAAAAAAE28/OVcplT15_O0/s1600-h/descoberta%252520da%252520supernova%252520SN%252520Primo%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="descoberta da supernova SN Primo" alt="descoberta da supernova SN Primo" src="http://lh3.ggpht.com/-tBDnxIc_DLE/TxRUtlJUCUI/AAAAAAAAE3E/YTg3HOlzEU8/descoberta%252520da%252520supernova%252520SN%252520Primo_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="403" height="463" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NASA/ESA (descoberta da supernova SN Primo)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Quando a estrela progenitora explodiu cerca de 9 bilhões de anos atrás, a SN Primo enviou sua brilhante fonte de luz ao longo do tempo e do espaço que pode ser captada pelo telescópio espacial Hubble. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ao dividir sua luz em cores constituintes, os pesquisadores podem verificar a sua distância por redshift e ajudar os astrônomos a entender melhor não só o Universo em expansão, mas também a natureza da energia escura que impulsiona a aceleração cósmica.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As supernovas do tipo Ia se originam a partir de estrelas anãs brancas que têm recolhido um excesso de material de suas companheiras e explodem. Devido à sua natureza remota, elas têm sido utilizadas para medir grandes distâncias com uma precisão aceitável. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Em nossa busca de supernovas, é apenas o começo do que podemos fazer em luz infravermelha&amp;quot;, disse Adam Riess, laureado com o Nobel de Física de 2011 e pesquisador principal do projeto, no Space Telescope Science Institute e da Universidade Johns Hopkins em Baltimore.   &lt;br /&gt;No entanto, a descoberta de uma supernova como a SN Primo não ocorre da noite para o dia. Depois de captar o alvo evasivo em outubro de 2010, foi empregado o espectrômetro WFC3 (Wide Field Camera 3) para validar a distância da SN Primo e analisar os espectros para a confirmação de um evento de supernova tipo Ia. Uma vez verificado, a equipe continuou coletando dados durante os oito meses seguintes. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Se olharmos para o Universo primordial e medir uma queda no número de supernovas, então pode ser que isso leva muito tempo para fazer uma supernova Tipo Ia&amp;quot;, disse o membro da equipe Steve Rodney da Universidade Johns Hopkins.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ao envolver o Hubble neste tipo de censo, os astrônomos esperam ainda mais sua compreensão de como tais eventos são criados.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: Space Telescope Science Institute&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-1608267323954099352?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/1608267323954099352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/supernova-primo-alem-da-fronteira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1608267323954099352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1608267323954099352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/supernova-primo-alem-da-fronteira.html' title='Supernova Primo: além da fronteira'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-tBDnxIc_DLE/TxRUtlJUCUI/AAAAAAAAE3E/YTg3HOlzEU8/s72-c/descoberta%252520da%252520supernova%252520SN%252520Primo_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-3289292862869941249</id><published>2012-01-16T13:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-16T13:44:30.877-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estrelas'/><title type='text'>Um berçario espacial em Cygnus X</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;As estrelas que observamos hoje nem sempre foram serenas como parecem ser, flutuando solitárias na escuridão da noite. A maior parte das estrelas, provavelmente incluindo o nosso Sol, cresceram em um turbilhão cósmico, como ilustrado na imagem abaixo obtida pelo telescópio espacial Spitzer da NASA.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-uhor3Oridgw/TxRF2r_G7SI/AAAAAAAAE2g/yScT7vI91og/s1600-h/Cygnus%252520X%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="Cygnus X" alt="Cygnus X" src="http://lh4.ggpht.com/-xuZfX7w5QZM/TxRF3XU2pbI/AAAAAAAAE2o/dGmHBnxILJM/Cygnus%252520X_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="390" height="296" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Spitzer (Cygnus X)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A imagem mostra uma das regiões mais ativa e turbulenta de nascimento de estrelas na nossa galáxia, a Via Láctea. A nuvem de gás e poeira localiza-se a 4.500 anos-luz de distância da Terra na constelação de Cygnus, o Cisne. Essa região é o lar de milhares de estrelas massivas que têm o tamanho do Sol ou um pouco menores. O Spitzer captou uma visão infravermelha da região mostrando toda a região borbulhando com formação de estrelas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“O Spitzer registrou uma grande variedade de atividades acontecendo nessa violenta nuvem de nascimento de estrelas”, disse Joseph Hora do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics em Cambridge, que apresentou esses resultados no encontro da American Astronomical Society em Austin no Texas. “Nós podemos ver bolhas cavadas pelas estrelas massivas, pilares de novas estrelas, filamentos escuros delineados com embriões estelares e muito mais”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Acreditasse que a maioria das estrelas se formem em imensas regiões de formação de estrelas como a Cygnus X. Com o passar do tempo as estrelas se dissipam e migram para longe dessa região. É bem possível que o nosso Sol uma vez ficou empacotado junto com outras estrelas massivas numa região similarmente caótica apesar de menos extrema de formação de estrelas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As nuvens turbulentas de formação de estrelas são marcadas com bolhas, ou cavidades geradas pela radiação e pelos ventos das estrelas mais massivas. Essas estrelas massivas inundam a nuvem com material que pode acabar por finalizar a formação de algumas estrelas enquanto dispara o nascimento de outras.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“Uma das questões que nós queremos responder é como esse processo violento pode levar tanto ao nascimento como à morte das estrelas”, diz Sean Carey, parte da equipe do Spitzer Science Center da NASA no Instituto de Tecnologia da Califórnia em Pasadena. “Nós ainda não sabemos como exatamente as estrelas se formam em um ambiente tão violento como esse”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os dados infravermelhos do Spitzer estão ajudando a responder questões como essas dando aos astrônomos uma janela para observar as partes mais empoeiradas e mais complexas. A luz infravermelha consegue atravessar a poeira onde a luz visível é bloqueada. Por exemplo, estrelas embrionárias encobertas por poeira podem ser observadas com o Spitzer. Em alguns casos as jovens estrelas estão mergulhadas em pilares de poeira que marcam as cavidades e apontam na direção de estrelas centrais e massivas. Em outros casos essas estrelas podem ser vistas delineando filamentos muito escuros formados por uma espessa poeira.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Foram notadas evidências de estrelas massivas disparando o nascimento de novas estrelas nos filamentos escuros, em adição aos pilares. Porém, ainda existem detalhes para serem decifrados de como esses pilares e filamentos estão relacionados.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: NASA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-3289292862869941249?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/3289292862869941249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/um-bercario-espacial-em-cygnus-x.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/3289292862869941249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/3289292862869941249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/um-bercario-espacial-em-cygnus-x.html' title='Um berçario espacial em Cygnus X'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-xuZfX7w5QZM/TxRF3XU2pbI/AAAAAAAAE2o/dGmHBnxILJM/s72-c/Cygnus%252520X_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-2395986835883141268</id><published>2012-01-15T18:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-15T19:00:40.195-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><title type='text'>Grande Nuvem de Magalhães em infravermelho</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Nuvens de poeira cósmica varrem a imagem em infravermelho da galáxia satélite da Via Láctea, a Grande Nuvem de Magalhães.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-BBr2wl7fvMI/TxM-c6S-WvI/AAAAAAAAE2Q/-2gFUDLRhZQ/s1600-h/Grande%252520Nuvem%252520de%252520Magalh%2525C3%2525A3es%252520em%252520infravermelho%25255B9%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="Grande Nuvem de Magalhães em infravermelho" alt="Grande Nuvem de Magalhães em infravermelho" src="http://lh5.ggpht.com/-GL_VYd-nahE/TxM-doK7c7I/AAAAAAAAE2Y/hvll-xI9lrM/Grande%252520Nuvem%252520de%252520Magalh%2525C3%2525A3es%252520em%252520infravermelho_thumb%25255B5%25255D.jpg?imgmax=800" width="404" height="397" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NASA/ESA (Grande Nuvem de Magalhães em infravermelho)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;De fato, a impressionante imagem acima é uma composição de dados adquiridos pelo Observatório Espacial Herschel e pelo Telescópio Espacial Spitzer e mostram nuvens de poeira preenchendo essa nossa galáxia anã vizinha, de forma bem parecida com a poeira que preenche o plano da própria Via Láctea. As temperaturas registradas na poeira tendem a traçar uma atividade de formação de estrelas. Os dados obtidos pelo Spitzer são mostrados em azul na imagem e indicam a poeira aquecida pelas estrelas jovens. Os instrumentos do Herschel contribuíram com dados para compor a imagem e suas observações são mostradas em vermelho e verde, revelando emissões provenientes de regiões mais frias e intermediárias onde a formação de estrelas está apenas começando ou já cessou. Dominada pela emissão de energia emitida pela poeira a aparência da Grande Nuvem de Magalhães em infravermelho é diferente da imagem que temos da mesma galáxia anã só que em imagens ópticas, como a imagem exibida abaixo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-Lf_f5SaqJGY/TxM9BZUBUQI/AAAAAAAAE1w/RJ9kcCzvaI8/s1600-h/Grande%252520Nuvem%252520de%252520Magalh%2525C3%2525A3es%252520no%252520%2525C3%2525B3ptico%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="Grande Nuvem de Magalhães no óptico" alt="Grande Nuvem de Magalhães no óptico" src="http://lh4.ggpht.com/-V2qJthJIA8s/TxM9CbBLpDI/AAAAAAAAE14/v0sPW1ZPx60/Grande%252520Nuvem%252520de%252520Magalh%2525C3%2525A3es%252520no%252520%2525C3%2525B3ptico_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="394" height="317" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© &lt;/font&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;Marco Lorenzi (Grande Nuvem de Magalhães no óptico)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Embora as imagens sejam bem diferentes, a bem conhecida Nebulosa da Tarântula, pertencente a essa galáxia ainda se destaca e pode ser facilmente observada na imagem em infravermelho como sendo a região mais brilhante à esquerda do centro da imagem.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-y_bWZK24Q5c/TxM9EPp6JLI/AAAAAAAAE2A/1Vv7U5Zc-iw/s1600-h/Nebulosa%252520da%252520Tar%2525C3%2525A2ntula_Marcelo%252520Salemme%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="Nebulosa da Tarântula" alt="Nebulosa da Tarântula" src="http://lh3.ggpht.com/-pjovtxuXVsg/TxM9EwYEA-I/AAAAAAAAE2I/1d_DeSzTq5Y/Nebulosa%252520da%252520Tar%2525C3%2525A2ntula_Marcelo%252520Salemme_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="399" height="270" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© &lt;/font&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;Marcelo Salemme (Nebulosa da Tarântula)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Grande Nuvem de Magalhães lestá ocalizada a apenas 160.000 anos-luz de distância e tem aproximadamente 30.000 anos-luz de diâmetro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: NASA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-2395986835883141268?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/2395986835883141268/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/grande-nuvem-de-magalhaes-em.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2395986835883141268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2395986835883141268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/grande-nuvem-de-magalhaes-em.html' title='Grande Nuvem de Magalhães em infravermelho'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-GL_VYd-nahE/TxM-doK7c7I/AAAAAAAAE2Y/hvll-xI9lrM/s72-c/Grande%252520Nuvem%252520de%252520Magalh%2525C3%2525A3es%252520em%252520infravermelho_thumb%25255B5%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-2643877928111666643</id><published>2012-01-14T11:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-14T11:00:05.279-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><title type='text'>O coração da galáxia de Andrômeda</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Uma nova imagem captada pelo telescópio espacial Hubble do centro da galáxia espiral M31, a galáxia de Andrômeda, contendo um buraco negro de 100 milhões de massas solares.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-odkrCq3DGds/TxF5lmyShbI/AAAAAAAAE0M/H0y0l9W67G4/s1600-h/mosaico%252520da%252520gal%2525C3%2525A1xia%252520de%252520Andr%2525C3%2525B4meda%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="mosaico da galáxia de Andrômeda" alt="mosaico da galáxia de Andrômeda" src="http://lh4.ggpht.com/-vuS5lqUGlfY/TxF5mUCNjfI/AAAAAAAAE0U/Us7_41RKe3Y/mosaico%252520da%252520gal%2525C3%2525A1xia%252520de%252520Andr%2525C3%2525B4meda_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="386" height="370" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Hubble/T. Rector (mosaico da galáxia de Andrômeda)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As recentes observações renderam a imagem mais nítida já feita em luz visível do centro da que é a maior e mais próxima galáxia espiral da Via Láctea, a cerca de 2,5 milhões de anos-luz de distância da Terra. A imagem mostra um núcleo duplo de Andrômeda, formado por dois anéis de estrelas com características diferentes orbitando o gigantesco buraco negro do centro galáctico: um mais próximo, formado por uma população de estrelas azuis, gigantes e jovens; e outro mais afastado, com maioria de estrelas velhas e avermelhadas. Quando as estrelas estão no ponto mais distante em sua órbita se movem mais devagar, dando a ilusão de um segundo núcleo. As estrelas azuis devem ter se formado perto do buraco negro, menos que 200 milhões de anos-luz. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A estrutura dupla do núcleo foi descoberta pelo Hubble em 1991. O diâmetro da galáxia de Andrômeda é de cerca de 150.000 anos-luz, enquanto o núcleo visto abaixo é de apenas 30 anos-luz.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-yElybuu0PI0/TxF5neo3wDI/AAAAAAAAE0c/ISlE-TX4Vjk/s1600-h/n%2525C3%2525BAcleo%252520duplo%252520da%252520M31%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="núcleo duplo da M31" alt="núcleo duplo da M31" src="http://lh6.ggpht.com/-uYLPpoQtzi0/TxF5oLmsksI/AAAAAAAAE0k/x5T77nHHtKo/n%2525C3%2525BAcleo%252520duplo%252520da%252520M31_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="400" height="269" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Hubble (núcleo duplo da M31)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tod R. Lauer do National Optical Astronomy Observatory (NOAO), em Tucson, Arizona, obteve esta imagem da região nuclear da galáxia de Andrômeda tomando várias exposições de luz azul e ultravioleta com a câmera avançada do Hubble.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em torno do núcleo da galáxia de Andrômeda algumas estrelas são astros de meia idade como o Sol, com cerca de 5 bilhões de anos, que perderam suas camadas externas devido ao ambiente caótico da região. Estas estrelas evoluíram normalmente para a fase de gigantes vermelhas, mas liberaram seu material externo muito mais rápido do que o esperado, revelando assim seus núcleos extremamente quentes e brilhantes. Isso teria acontecido pelo fato delas terem se formado num local rico em outros elementos além do hidrogênio e do hélio. Essa abundância em elementos mais pesados de sua composição teria facilitado a perda de material. Já outra explicação é que elas fazem parte de sistemas binários muito apertados devido à compactação do núcleo galáctico.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O fato de que estrelas jovens estão intimamente ligado ao buraco negro central também ocorre na galáxia Via Láctea sugerindo que este fenômeno pode ser comum em galáxias espirais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Daily Galaxy&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-2643877928111666643?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/2643877928111666643/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/o-coracao-da-galaxia-de-andromeda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2643877928111666643'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2643877928111666643'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/o-coracao-da-galaxia-de-andromeda.html' title='O coração da galáxia de Andrômeda'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-vuS5lqUGlfY/TxF5mUCNjfI/AAAAAAAAE0U/Us7_41RKe3Y/s72-c/mosaico%252520da%252520gal%2525C3%2525A1xia%252520de%252520Andr%2525C3%2525B4meda_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-7359648088109262661</id><published>2012-01-13T12:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-13T12:16:25.334-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estrelas'/><title type='text'>Eclipse e colapso na Eta Carinae</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Um dos corpos celestes mais fascinantes da Via Láctea, a Eta Carinae está situada a 7.500 anos-luz da Terra, na constelação austral de Carina, à direita do Cruzeiro do Sul.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-zjIy1nnHkmg/TxA7Ko4uGHI/AAAAAAAAEzs/QkKp2IJYEPs/s1600-h/Eta%252520Carinae%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="Eta Carinae" alt="Eta Carinae" src="http://lh6.ggpht.com/-hvC3s4WsgDE/TxA7LdokcAI/AAAAAAAAEz0/kDHakSACSAQ/Eta%252520Carinae_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="397" height="363" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Hubble (Eta Carinae)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;É um objeto colossal e longínquo, não visível a olho nu, classificada como uma estrela supergigante da raríssima classe das variáveis luminosas azuis que hoje contabiliza umas poucas dezenas de membros, mas que deve ter sido comum no início do Universo. O diâmetro da estrela principal do sistema é igual à distância que separa a Terra do Sol. Sua luminosidade é ainda mais impressionante, aproximadamente 5 milhões de vezes maior do que a do Sol. Quando sofre seu cíclico apagão a cada cinco anos e meio, deixa de emitir, nas faixas de raios X, ultravioleta e rádio, uma energia equivalente à de 20 mil sóis.   &lt;br /&gt;A Eta Carinae tem apenas 2,5 milhões de anos de existência, cerca de 1.800 vezes mais nova do que o Sol, e já é um astro moribundo e potencialmente explosivo. Deve literalmente ir pelos ares na forma de uma hipernova a qualquer momento entre hoje e alguns milhares de anos. Sua morte deverá produzir uma explosão de raios gama, o tipo de evento mais energético que ocorre no Universo. Há meros 170 anos, a megaestrela entrou aparentemente numa fase terminal e turbulenta, no auge de sua decadência. Desde então, como nos anos 1840 e em menor escala na década de 1890, sofre grandes erupções em que perde matéria da ordem de dezenas de massas solares e aumenta temporariamente seu brilho. Em 1843,&amp;#160; a Eta Carinae se tornou visível a olho nu durante o dia por meses e quase tão luminosa quanto Sirius, a estrela mais brilhante do céu noturno, que se encontra muito próxima à Terra, a uma distância de no máximo 30 anos-luz.     &lt;br /&gt;Naquela época, também em consequência da erupção, a megaestrela ganhou uma densa nuvem de gás e poeira que passou a envolvê-la, no formato de dois lóbulos e denominada Homúnculo, que dificulta ainda mais a sua observação.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O professor Augusto Damineli do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP) foi o primeiro a defender a ideia de que a Eta Carinae era um sistema com duas estrelas, em vez de apenas uma, e que essa dupla de astros luminosos sofria um apagão periódico.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-0usSSdghR44/TxA8tPnz9RI/AAAAAAAAEz8/ZmSociBAtpo/s1600-h/Eta%252520Carinae%252520em%252520raios%252520X%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="Eta Carinae em raios X" alt="Eta Carinae em raios X" src="http://lh4.ggpht.com/-Woh-rJt_JiU/TxA8t8tUm6I/AAAAAAAAE0E/DVemo81aW0U/Eta%252520Carinae%252520em%252520raios%252520X_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="393" height="298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;©&lt;/font&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt; Chandra (Eta Carinae em raios X)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A natureza da brutal e periódica perda de luminosidade da enigmática estrela gigante Eta Carinae, que a cada cinco anos e meio deixa de brilhar por aproximadamente 90 dias consecutivos em certas faixas do espectro eletromagnético, em especial nos raios X, pode ter sido finalmente desvendada por uma equipe internacional de astrofísicos comandada por brasileiros. O pesquisador Augusto Damineli e o pós-doutor Mairan Teodoro, também da USP, analisaram dados registrados por cinco telescópicos terrestres situados na América do Sul durante o último apagão do astro, ocorrido entre janeiro e março de 2009, e colheram evidências de que esse evento literalmente obscuro esconde, a rigor, dois fenômenos distintos embora entrelaçados; e não apenas um, como acreditava boa parte dos astrofísicos.&amp;#160; &lt;br /&gt;Primeiro, há uma espécie de eclipse das emissões de raios X desse sistema composto de duas estrelas muito grandes: a principal e maior, a Eta Carinae A, com cerca de 90 massas solares, e a secundária, dois terços menor e dez vezes menos brilhante, a Eta Carinae B.&amp;#160; O bloqueio da emissão é causado pela passagem da estrela maior em frente ao campo de visão de um observador situado na Terra. Esse fenômeno, já razoavelmente conhecido e estudado, dura cerca de um mês, não mais do que isso. Como explicar então os outros 60 dias de apagão? A resposta, segundo Damineli e Teodoro, reside na existência de um segundo mecanismo que prolonga a perda de brilho em raios X do sistema Eta Carinae.     &lt;br /&gt;Assim que termina o eclipse, as duas estrelas estão a caminho do periastro, o ponto mais próximo entre suas órbitas, da ordem de 230 milhões de quilômetros. Os ventos estelares da Eta Carinae maior, um jato de partículas que escapa permanentemente de sua superfície, passam a dominar o sistema binário, aprisionam os ventos estelares da estrela menor e os empurram de volta contra a superfície da Eta Carinae B. Nesse momento, ocorre o que os astrofísicos chamam de colapso da zona de colisão dos ventos das duas estrelas, que até então estava em equilíbrio.     &lt;br /&gt;Em termos de emissão de luz, duas são as consequências do colapso dos ventos, uma proposição teórica até agora nunca observada de fato: estender a duração, às vezes por mais dois meses, da perda de brilho na faixa dos raios X, e a grande novidade: promover uma emissão no espectro do ultravioleta! Ou seja, em meio ao apagão em raios X, há um clarão no ultravioleta, que até agora não havia sido reportado. “Os dois fenômenos estão misturados e criam um quadro complexo”, explica Damineli, que há mais de duas décadas estuda a Eta Carinae. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O novo trabalho dos brasileiros fornece uma explicação mais detalhada da dinâmica de mecanismos envolvidos na cíclica e temporária redução de luminosidade da Eta Carinae, a estrela mais estudada da Via Láctea depois do Sol e uma das maiores e mais luminosas que se conhece. De forma esquemática, o primeiro mês dos costumeiros 90 dias de apagão em raios X poderia ser creditado na conta do eclipse e os dois meses seguintes, ao mecanismo de colapso dos ventos estelares. Porém, se o apagão tem data para começar, parece nem sempre ter para terminar. O último, por exemplo, iniciou-se em 11 de janeiro de 2009, como previsto, mas se prolongou por somente 60 dias, um mês a menos do que o esperado. “Não há necessariamente dois apagões iguais”, afirma Teodoro. “O eclipse parece se estender por cerca de 30 dias, mas o processo de colapso dos ventos estelares tem duração variável.” Aparentemente, esse segundo fenômeno pode durar algo entre 30 e 60 dias.   &lt;br /&gt;Esse cenário intrincado foi descrito em detalhes num artigo aceito para publicação no &lt;em&gt;Astrophysical Journal&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Fonte: FAPESP (Pesquisa)&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-7359648088109262661?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/7359648088109262661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/eclipse-e-colapso-na-eta-carinae.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7359648088109262661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7359648088109262661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/eclipse-e-colapso-na-eta-carinae.html' title='Eclipse e colapso na Eta Carinae'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-hvC3s4WsgDE/TxA7LdokcAI/AAAAAAAAEz0/kDHakSACSAQ/s72-c/Eta%252520Carinae_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-2784805084433286946</id><published>2012-01-12T12:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-12T12:00:07.673-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Buracos Negros'/><title type='text'>Erupção em um buraco negro</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Astrônomos observaram um buraco negro chamado H1743-322, perto do centro galáctico, localizado aproximadamente a 28.000 anos-luz da Terra na constelação do Escorpião, disparando dois enormes jatos de gás ionizado com quase um quarto da velocidade da luz.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-dUuC4q8kYn4/Tw7LWxlnauI/AAAAAAAAEyE/OOhiNvlgIUY/s1600-h/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520um%252520buraco%252520negro%25255B12%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="ilustração de um buraco negro" alt="ilustração de um buraco negro" src="http://lh3.ggpht.com/-VcekrWtpOCU/Tw7LXoD2a0I/AAAAAAAAEyM/H9YB0VhfF80/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520um%252520buraco%252520negro_thumb%25255B6%25255D.jpg?imgmax=800" width="399" height="270" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NASA &lt;/font&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;(ilustração de um buraco negro)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em comparação, a produção de uma hora de energia efetuada pelo buraco negro é equivalente à emissão de cinco anos realizada pelo Sol.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A imagem abaixo mostra a localização do buraco negro H1743-322 na frequência de rádio de 327 MHz.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-boaGi9EL3fE/Tw7LYj4DQ-I/AAAAAAAAEyU/cUD1Gy89Cfk/s1600-h/localiza%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520do%252520buraco%252520negro%252520H1743-322%25255B12%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="localização do buraco negro H1743-322" alt="localização do buraco negro H1743-322" src="http://lh5.ggpht.com/-de5wuu5oxDw/Tw7LarAAoXI/AAAAAAAAEyc/fwL-LCMxgOc/localiza%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520do%252520buraco%252520negro%252520H1743-322_thumb%25255B6%25255D.jpg?imgmax=800" width="397" height="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ICRAR &lt;/font&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;(localização do buraco negro H1743-322)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A equipe usou o Very Large Baseline Array (VLBA) do National Science Foundation (NSF)&amp;#160; - um conjunto de 10 radiotelescópios localizados em uma faixa de 8.000 quilômetros – e o Rossi X-ray Timing Explorer (RXTE) da NASA.   &lt;br /&gt;&amp;quot;Se os seus olhos forem tão nítidos quanto o VLBA, você poderia ver uma pessoa na Lua&amp;quot;, disse o físico Gregory Sivakoff, da Universidade de Alberta (Canadá), que apresentou os resultados na reunião da Sociedade Astronômica Americana em Austin no Texas (EUA).    &lt;br /&gt;O buraco negro periodicamente rouba matéria da estrela companheira H1743. O gás e poeira é incorporado em um disco de grande dimensão que lentamente é sugado para dentro do buraco negro.    &lt;br /&gt;Embora os pesquisadores não entendem exatamente como funciona o processo, este disco constantemente emite jatos energéticos de plasma que jorram em direções opostas, seguida de explosão.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-MSHp5qsdxsg/Tw7LbEBtSWI/AAAAAAAAEyk/PK768GtiUHE/s1600-h/erup%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520no%252520buraco%252520negro%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="erupção no buraco negro" alt="erupção no buraco negro" src="http://lh6.ggpht.com/-aK2jtUa-tNg/Tw7Lb9oQmjI/AAAAAAAAEys/qREYvCQSBh4/erup%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520no%252520buraco%252520negro_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="400" height="174" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NRAO/NASA (erupção no buraco negro)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sivakoff e sua equipe, na esperança de encontrar a sequência de eventos que leva até essa explosão, observou no no verão de 2009, que uma porção de material – provavelmente uma bolha de gás ionizado – colapsou em direção ao centro do buraco negro. Conhecida como uma oscilação quase-periódica (QPO).&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;A simultaneidade é claramente uma peça importante de evidência ligando o QPO e o jato&amp;quot;, disse Sivakoff, embora tenha acrescentado que todos os detalhes ainda não são completamente conhecidos.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: NASA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-2784805084433286946?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/2784805084433286946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/erupcao-em-um-buraco-negro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2784805084433286946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2784805084433286946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/erupcao-em-um-buraco-negro.html' title='Erupção em um buraco negro'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-VcekrWtpOCU/Tw7LXoD2a0I/AAAAAAAAEyM/H9YB0VhfF80/s72-c/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520um%252520buraco%252520negro_thumb%25255B6%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-4096201912637501156</id><published>2012-01-12T11:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-12T11:00:06.357-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Supernovas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anãs Brancas'/><title type='text'>A companheira desaparecida da supernova</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Onde está a outra estrela?&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-jjWlAKp-LNQ/Tw7Ym-mV_mI/AAAAAAAAEy0/Zy-KaPE9I_k/s1600-h/SNR%2525200509%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="SNR 0509" alt="SNR 0509" src="http://lh5.ggpht.com/-TSHCuHLzPxk/Tw7Yn8C7Q2I/AAAAAAAAEy8/sYqGHUq8lWQ/SNR%2525200509_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="394" height="310" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Hubble/Chandra (SNR 0509)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No centro dessa remanescente de supernova deve estar a estrela companheira da estrela que explodiu. Identificar essa estrela é importante para entender como as supernovas do Tipo Ia são detonadas, o que pode levar a entender melhor por que o brilho dessas explosões são tão previsíveis, que por sua vez é fundamental para calibrar a natureza do nosso Universo. O problema é que mesmo numa inspeção cuidadosa do centro da SNR 0509-67.5 não se encontra qualquer estrela. Isso indica que a companheira é intrinsicamente muito apagada, muito mais apagada do que muitos tipos de estrelas gigantes brilhantes que foram identificadas como candidatas anteriormente. De fato, implica-se que que essa estrela companheira pode ter sido uma anã branca débil, menos massiva do que a estrela que explodiu e formou essa remanescente de supernova. A SNR 0509-67.5 é mostrada acima tanto na luz visível apresentada em vermelho, e obtida pelo telescópio espacial Hubble, e na luz de raio-X, apresentado em verde e obtida pelo observatório de raios-X Chandra. A imagem acima mostra a posição (círculo em amarelo) onde deveria estar a estrela companheira perdida.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: NASA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-4096201912637501156?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/4096201912637501156/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/companheira-desaparecida-da-supernova.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/4096201912637501156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/4096201912637501156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/companheira-desaparecida-da-supernova.html' title='A companheira desaparecida da supernova'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-TSHCuHLzPxk/Tw7Yn8C7Q2I/AAAAAAAAEy8/sYqGHUq8lWQ/s72-c/SNR%2525200509_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-4173223943240712763</id><published>2012-01-12T00:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-12T00:00:01.349-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Exoplanetas'/><title type='text'>Exoplanetas revelam que é possível orbitar par de estrelas</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Foram descobertos dois novos exoplanetas que giram ao redor de uma dupla de estrelas parecidas com o Sol.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-xFHkTWObmYM/Tw45jlli6VI/AAAAAAAAEx0/03HwK3yIj3Y/s1600-h/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520do%252520exoplaneta%252520Kepler-35b%252520ao%252520redor%252520de%252520duas%252520estrelas%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="exoplaneta Kepler-35b ao redor de duas estrelas" alt="exoplaneta Kepler-35b ao redor de duas estrelas" src="http://lh6.ggpht.com/-cW_2rFizRAM/Tw45kjQRwLI/AAAAAAAAEx8/pFw4BEczFN0/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520do%252520exoplaneta%252520Kepler-35b%252520ao%252520redor%252520de%252520duas%252520estrelas_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="378" height="527" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Lior Taylor (exoplaneta Kepler-35b ao redor de duas estrelas)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nomeados Kepler-34b e Kepler-35b, os astros confirmam que é possível existir planetas que orbitam pares de estrelas unidas pela gravitação.   &lt;br /&gt;A descoberta é tema da revista científica Nature dessa semana e foi divulgada por um grupo de cientistas liderado por William Welsh, da Universidade Estadual de San Diego, nos Estados Unidos. Cada um dos planetas gira ao redor de pares de estrelas diferentes. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O estudo serviu para consolidar uma descoberta anterior, ocorrida em setembro de 2011, quando os responsáveis pela missão Kepler anunciaram o primeiro planeta extrassolar orbitando em torno de&amp;#160; duas estrelas. Era Kepler-16b, astro também encontrado pela sonda Kepler da NASA.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A sonda Kepler procura desde março de 2009 por exoplanetas em uma faixa extensa no espaço sideral entre as constelações de Lira e Cisne. Nesta região, o equipamento analisa variações no brilho de até 150 mil estrelas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mudanças na luz que vem desses astros podem indicar que um planeta passou entre as estrelas e as lentes da sonda. Foi o que aconteceu durante a descoberta de Kepler-16b, que está a 200 anos-luz de distância da Terra.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os dois planetas recém-descobertos são gigantes gasosos como Júpiter, porém com massas muito menores. O Kepler-34b gira ao redor de sua dupla em apenas 288 dias terrestres. Kepler-35b leva menos tempo ainda em sua órbita: 131 dias.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Por centenas de anos, os astrônomos acreditaram que o Sistema Solar era o único grupo de planetas girando ao redor de uma estrela. Mas em 1995, foi descoberto o primeiro planeta orbitando uma estrela diferente do Sol, nomeado 51 Pegasi b, o astro é um gigante gasoso com massa equivalente a, no mínimo, metade de Júpiter. A distância para a estrela que orbita é pequena: apenas 7,5 milhões de quilômetros; muito menor, por exemplo, que a distância de 150 milhões de quilômetros da Terra em relação ao Sol.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Segundo os pesquisadores, a maioria das estrelas como o Sol vive em pares. Agora, a pesquisa de Welsh mostra que planetas orbitando duplas de estrelas, conhecidos como planetas circumbinários, também devem ser mais comuns do que se imaginava.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Fonte: NASA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-4173223943240712763?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/4173223943240712763/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/exoplanetas-revelam-que-e-possivel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/4173223943240712763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/4173223943240712763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/exoplanetas-revelam-que-e-possivel.html' title='Exoplanetas revelam que é possível orbitar par de estrelas'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-cW_2rFizRAM/Tw45kjQRwLI/AAAAAAAAEx8/pFw4BEczFN0/s72-c/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520do%252520exoplaneta%252520Kepler-35b%252520ao%252520redor%252520de%252520duas%252520estrelas_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-5364819048759373617</id><published>2012-01-11T23:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-11T23:09:01.829-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Exoplanetas'/><title type='text'>Encontrado menor sistema planetário do Universo</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Uma equipe de astrônomos encontrou o menor sistema planetário detectado até agora, formado por três planetas rochosos que giram ao redor de uma única estrela, que está a 130 anos-luz na constelação Cygnus.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-9iCMvzDDxr8/Tw4yonLaKsI/AAAAAAAAExU/8GtJZmXxnYo/s1600-h/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520do%252520exoplaneta%252520KOI-961%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="ilustração do exoplaneta KOI-961" alt="ilustração do exoplaneta KOI-961" src="http://lh6.ggpht.com/-XiZndN3Mggk/Tw4ypU_WsLI/AAAAAAAAExc/IalTtlAWgpE/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520do%252520exoplaneta%252520KOI-961_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="395" height="302" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NASA &lt;/font&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;(ilustração do exoplaneta KOI-961)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Com os dados do observatório espacial Kepler, os astrônomos encontraram três pequenos planetas orbitando ao redor da estrela chamada KOI-961, uma anã vermelha com diâmetro seis vezes menor que o Sol.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os três parecem ser rochosos, como a Terra, mas estão mais perto de sua estrela, tornando-se quente demais para a existência de água líquida, um dos elementos fundamentais para a vida.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Dos mais de 700 planetas confirmados que orbitam outras estrelas, poucos são rochosos, no entanto, a NASA destaca que já que as anãs vermelhas são o tipo mais comum de estrela na Via Láctea, esta descoberta aponta que, apesar de serem menos comuns, a galáxia poderia estar cheia de planetas rochosos similares.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O Kepler vigia mais de 150 mil estrelas na busca por planetas ou candidatos a planetas, que detecta pelo descenso no brilho dos astros causado pelo cruzamento ou trânsito de planetas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O principal pesquisador da missão Kepler no Instituto de Ciências Exoplanetárias da NASA em Pasadena, John Johnson, confirmou que é &amp;quot;o menor sistema solar encontrado até agora&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-3zjxHRyuDuE/Tw4yqRmZCgI/AAAAAAAAExk/Zh4XbN8uorM/s1600-h/compara%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520dos%252520menores%252520exoplanetas%252520com%252520Marte%252520e%252520a%252520Terra%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="comparação dos menores exoplanetas com Marte e a Terra" alt="comparação dos menores exoplanetas com Marte e a Terra" src="http://lh3.ggpht.com/-4qDdKPGbBTg/Tw4yq4q56-I/AAAAAAAAExs/IcZF01E3hQ4/compara%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520dos%252520menores%252520exoplanetas%252520com%252520Marte%252520e%252520a%252520Terra_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="400" height="303" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NASA (comparação dos menores exoplanetas com Marte e a Terra)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Johnson destacou que, este sistema se parece mais com Júpiter e suas luas, que qualquer outra descoberta até agora, o que demonstra &amp;quot;a diversidade de sistemas planetários em nossa Galáxia&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O anúncio da descoberta foi realizado durante a reunião anual da Sociedade Astronômica Americana, que este ano acontece em Austin, no Texas.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: NASA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-5364819048759373617?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/5364819048759373617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/encontrado-menor-sistema-planetario-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5364819048759373617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5364819048759373617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/encontrado-menor-sistema-planetario-do.html' title='Encontrado menor sistema planetário do Universo'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-XiZndN3Mggk/Tw4ypU_WsLI/AAAAAAAAExc/IalTtlAWgpE/s72-c/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520do%252520exoplaneta%252520KOI-961_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-456208133461592962</id><published>2012-01-11T22:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-11T22:49:21.665-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Exoplanetas'/><title type='text'>População de planetas é numerosa</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Uma equipe internacional, que inclui três astrônomos do Observatório Europeu do Sul (ESO), utilizou a técnica de microlente gravitacional para determinar quão comuns são os planetas na Via Láctea.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-za2Q5SuxDYs/Tw4uDL8qNXI/AAAAAAAAEw4/cdR2lPdMeyo/s1600-h/popula%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520planetas%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="ilustração da população de planetas" alt="ilustração da população de planetas" src="http://lh5.ggpht.com/-XlhuJdyRR3M/Tw4uEP3O3DI/AAAAAAAAExA/78HsD6mWBK0/popula%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520planetas_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="400" height="269" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESO (ilustração da população de planetas)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Após uma busca que durou seis anos e onde se observaram milhões de estrelas, a equipe concluiu que os planetas em torno de estrelas são a regra e não a exceção. Os resultados serão publicados na próxima edição da revista Nature.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Durante os últimos 16 anos, os astrônomos detectaram mais de 700 exoplanetas confirmados e começaram a estudar os espectros e as atmosferas desses mundos. Embora o estudo das propriedades dos exoplanetas individuais seja extremamente importante, uma questão básica permanece: quão comuns são os planetas na Via Láctea?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A maioria dos exoplanetas conhecidos foram encontrados ou pelo efeito gravitacional que exercem sobre a sua estrela hospedeira ou por passagem em frente da estrela diminuindo-lhe ligeiramente o brilho. Ambas as técnicas são muito mais sensíveis a planetas que ou são de grande massa ou se encontram próximo das suas estrelas. Por consequência, muitos planetas terão escapado a estes métodos de detecção.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A equipe de pesquisadores procurou exoplanetas utilizando um método totalmente diferente - as microlentes gravitacionais - o qual permite dectetar planetas num grande intervalo de massas e também os que se encontram muito mais afastados das suas estrelas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Arnaud Cassan (Institut d’Astrophysique de Paris), autor principal do artigo explica: “Durante seis anos procuramos evidências de exoplanetas a partir de observações de microlentes. Curisosamente, os dados mostram que os planetas são mais comuns na nossa Galáxia do que as estrelas. Descobrimos também que os planetas mais leves, tais como super-Terras ou Netunos frios, são mais comuns do que os planetas mais pesados.”&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os astrônomos utilizaram observações, fornecidas pelas equipes PLANET e OGLE,&amp;#160; nas quais os exoplanetas são detectados pelo modo como o campo gravitacional das suas estrelas hospedeiras, combinado com o de possíveis planetas, atua como uma lente, ampliando a luz de uma estrela de campo de fundo. Se a estrela que atua como uma lente tem um planeta em órbita, esse planeta pode contribuir de forma detectável ao efeito de brilho provocado na estrela de fundo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Jean-Philippe Beaulieu (Institut d’Astrophysique de Paris), líder da rede PLANET acrescenta: “A rede PLANET foi fundada para seguir os efeitos de microlente que se mostravam promissores, com uma rede de telescópios em todo o mundo, situados no hemisfério sul, desde a Austrália e África do Sul até ao Chile. Os telescópios do ESO contribuíram de forma significativa para estes rastreios.”&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As microlentes gravitacionais&amp;#160; são uma ferramenta poderosa, com o potencial de conseguirem detectar exoplanetas que não poderiam ser descobertos de outro modo. No entanto, é necessário o alinhamento, bastante raro, entre a estrela de fundo e a estrela que atua como lente para que possamos observar este evento. E para descobrir um planeta é preciso ainda que a órbita do planeta se encontre igualmente alinhada com a das estrelas, o que é ainda mais raro.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Embora encontrar um planeta por meio de microlente esteja longe de ser uma tarefa fácil pelas razões aqui apresentadas, nos seis anos de procura utilizando dados de microlente para a análise, três exoplanetas foram efetivamente detectados nas buscas PLANET e OGLE: uma super-Terra e planetas com massas comparáveis à de Netuno e à de Júpiter. Em termos de microlente este é um resultado excepcional.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os astrônomos combinaram seguidamente a informação sobre os três exoplanetas detectados com sete detecções anteriores e com um enorme número de não-detecções durante os seis anos do trabalho. A conclusão foi que uma em cada seis estrelas estudadas possui um planeta com massa semelhante à de Júpiter, metade têm planetas com a massa de Netuno e dois terços têm super-Terras. O rastreio era muito sensível a planetas situados entre 75 milhões de quilômetros e 1,5 bilhões de quilômetros de distância às suas estrelas (no Sistema Solar estes valores correspondem a todos os planetas entre Vênus e Saturno) e com massas que vão desde cinco massas terrestres até dez massas de Júpiter.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A combinação destes resultados sugere que o número médio de planetas em torno de uma estrela seja maior que um. Ou seja, os planetas serão a regra e não a excepção.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“Anteriormente pensava-se que a Terra seria única na nossa Galáxia. Mas agora parece que literalmente bilhões de planetas com massas semelhantes à da Terra orbitam estrelas da Via Láctea,” conclui Daniel Kubas, co-autor do artigo científico.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: ESO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-456208133461592962?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/456208133461592962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/populacao-de-planetas-e-numerosa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/456208133461592962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/456208133461592962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/populacao-de-planetas-e-numerosa.html' title='População de planetas é numerosa'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-XlhuJdyRR3M/Tw4uEP3O3DI/AAAAAAAAExA/78HsD6mWBK0/s72-c/popula%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520planetas_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-6293137631124180</id><published>2012-01-11T07:30:00.000-02:00</published><updated>2012-01-11T07:46:02.754-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cosmologia'/><title type='text'>O maior mapa de matéria escura no Universo</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O lado escondido do Universo está agora um pouco mais iluminado graças ao maior mapa já feito da matéria escura.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-jPwt8UoHkgc/Tw1aU_K53OI/AAAAAAAAEwc/Y6t5mA6KWnY/s1600-h/gigantescos%252520enxames%252520de%252520gal%2525C3%2525A1xias%252520contendo%252520mat%2525C3%2525A9ria%252520escura%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="enxames de galáxias contendo matéria escura" alt="enxames de galáxias contendo matéria escura" src="http://lh6.ggpht.com/-YheAemBOr9Y/Tw1aWfxbLAI/AAAAAAAAEwk/weg4X6U1c_0/gigantescos%252520enxames%252520de%252520gal%2525C3%2525A1xias%252520contendo%252520mat%2525C3%2525A9ria%252520escura_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="399" height="302" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© CFHTLenS (enxames de galáxias contendo matéria escura)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A matéria escura até agora nunca foi diretamente detectada, mas a sua presença é sentida devido à atração gravitacional que exerce sobre a matéria normal. Os cientistas suspeitam que a matéria escura é constituída por alguma partícula exótica que não interage com os átomos normais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Conhecemos muito pouco acerca do Universo escuro&amp;quot;, afirma a co-autora do estudo, Catherine Heymans da Escola de Física e Astronomia da Universidade de Edinburgo, durante uma conferência de imprensa onde os achados foram anunciados, na 219ª reunião da Sociedade Astronômica Americana.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O novo mapa revela a distribuição da matéria escura ao longo de uma área muito maior do espaço do que tinha sido previamente alcançado. Cobre mais de bilhões de anos-luz.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para delinear a invisível matéria escura, foram pesquisados por sinais da sua influência gravitacional sob outra matéria. Mediram um efeito denominado de lentes gravitacionais, que ocorre quando a gravidade de um corpo massivo dobra o espaço-tempo, fazendo com que a luz viaje num percurso curvo através do espaço e apareça distorcida quando chega à Terra.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os cientistas mediram esta luz a partir de 10 milhões de galáxias distantes em quatro regiões diferentes do céu, curvada quando a luz dessas galáxias passava por grandes quantidades de matéria escura.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;É fascinante conseguirmos notar a matéria escura usando a distorção do espaço-tempo&amp;quot;, afirma outro co-autor do estudo, Ludovic Van Waerbeke da Universidade da Colúmbia Britânica. &amp;quot;Dá-nos um acesso privilegiado a esta misteriosa massa no Universo que não conseguimos observar de outro modo. Conhecer a distribuição da matéria escura é o primeiro passo para compreender a sua natureza e como se encaixa com o nosso conhecimento atual da física.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os novos mapas representam a primeira evidência direta da matéria em tão largas escalas. A teia de matéria escura espalhada pelo Universo e revelada pelo mapa coincide bem com as previsões feitas graças às simulações em computador, com base nas melhores teorias científicas da matéria escura.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para criar o mapa, os astrônomos usaram dados recolhidos pelo Telescópio do Canadá-França-Havaí no Havaí, durante um projeto de cinco anos denominado CFHTLenS (Canada-France-Hawaii Telescope Lensing Survey).&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Num estudo separado, também apresentado na reunião da Sociedade Astronômica Americana em Austin, no estado americano do Texas, Sukanya Chakrabarti da Universidade da Flórida desenvolveu um novo método de mapear a matéria escura em galáxias individuais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Chakrabarti estudou ondulações nos limites de galáxias espirais para traçar a forma da matéria escura dentro e ao redor das galáxias. Esta pesquisa é direcionada para esta matéria invisível mas numa escala muito menor que a do primeiro estudo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Estes resultados das galáxias espirais permitem analisar a matéria num regime de galáxias individuais, que não tem sido possível com os efeitos tênues das lentes gravitacionais. Ambos resultados representam dois modos importantes de estudar a matéria escura, mas estão em dois regimes muito diferentes.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O mapeamento com grande detalhe da distribuição da matéria escura propiciará compreender melhor esta substância e a sua relação com as galáxias no Universo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: Discovery News&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-6293137631124180?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/6293137631124180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/o-maior-mapa-de-materia-escura-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6293137631124180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6293137631124180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/o-maior-mapa-de-materia-escura-no.html' title='O maior mapa de matéria escura no Universo'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-YheAemBOr9Y/Tw1aWfxbLAI/AAAAAAAAEwk/weg4X6U1c_0/s72-c/gigantescos%252520enxames%252520de%252520gal%2525C3%2525A1xias%252520contendo%252520mat%2525C3%2525A9ria%252520escura_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-5216135794351613027</id><published>2012-01-10T15:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-11T06:55:51.498-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aglomerados Estelares'/><title type='text'>Aglomerado de galáxias massivo e distante</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Um aglomerado de galáxias jovem extremamente quente e de elevada massa foi recentemente descoberto, seu apelido é El Gordo.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-RyICXMpJ7d0/Twx0b2s233I/AAAAAAAAEv8/OJcC4P8htDA/s1600-h/aglomerado%252520de%252520gal%2525C3%2525A1xias%252520El%252520Gordo%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img alt="aglomerado de galáxias El Gordo" height="318" src="http://lh4.ggpht.com/-DkgsZ5khNqo/Twx0dzrMhVI/AAAAAAAAEwE/UqtUKLf-M2I/aglomerado%252520de%252520gal%2525C3%2525A1xias%252520El%252520Gordo_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" style="display: inline;" title="aglomerado de galáxias El Gordo" width="405" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: #ff8000;"&gt;© ESO (aglomerado de galáxias El Gordo)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este aglomerado de galáxias é o maior já observado no Universo longínquo, e está sendo estudado por uma equipe internacional de astrônomos que utilizou o Very Large Telescope (VLT) do ESO, instalado no deserto do Atacama no Chile, juntamente com o Observatório de raios-X Chandra da NASA e o Atacama Cosmology Telescope. Os novos resultados foram anunciados no Encontro da Sociedade Astronômica Americana, que se realiza em Austin, Texas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O El Gordo, oficialmente conhecido como ACT-CL J0102-4915, é composto por dois outros aglomerados separados de galáxias em colisão com uma velocidade de vários milhões de quilômetros por hora, e que se encontram tão afastados de nós que a sua luz teve que viajar durante sete bilhões de anos para chegar até à Terra.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Este aglomerado tem mais massa, é mais quente e emite mais raios-X do que qualquer outro aglomerado encontrado a esta distância ou a distâncias ainda maiores,” disse Felipe Menanteau da Universidade Rutgers, que liderou este estudo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os aglomerados de galáxias são os maiores objetos mantidos pela força da gravidade que existem no Universo. O processo da sua formação, a partir de grupos de galáxias mais pequenos que se fundem, depende muito da quantidade de matéria escura e energia escura do Universo nesse momento. Por isso mesmo, o estudo dos aglomerados possibilita compreender melhor estas misteriosas componentes do cosmos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Aglomerados de galáxias gigantescos como este são exatamente o que estávamos à procura,” disse o membro da equipe Jack Hughes, também da Universidade Rutgers. “Queremos ver se conseguimos compreender como se formam estes objetos tão extremos, utilizando os melhores modelos cosmológicos disponíveis hoje em dia.”&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A equipe, liderada por astrônomos chilenos e da Universidade Rutgers, descobriu o El Gordo ao detectar uma distorção da radiação cósmica de fundo de microondas. Este brilho tênue é o resto da primeira radiação vinda do Big Bang, a origem do Universo muito densa e extremamente quente há cerca de 13,7 bilhões de anos. Esta radiação que resta do Big Bang, interage com os eletróns do gás quente dos aglomerados de galáxias, distorcendo a aparência do brilho de fundo de microondas visto a partir da Terra.&amp;nbsp; Quanto maior e mais denso for o aglomerado, maior será este efeito. O El Gordo foi descoberto num rastreio da radiação de fundo feito pelo Atacama Cosmology Telescope.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Very Large Telescope do ESO foi utilizado pela equipe para medir as velocidades das galáxias nesta enorme colisão de aglomerados e também para medir a sua distância à Terra. Adicionalmente, o Observatório de raios-X Chandra da NASA foi utilizado para estudar o gás quente no aglomerado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Embora o tamanho e distância do aglomerado El Gordo sejam bastante incomuns, os autores dizem que os novos resultados são, ainda assim, consistentes com a atual ideia de um Universo que começou com o Big Bang e que é essencialmente constituído por matéria escura e energia escura.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O El Gordo formou-se, muito provavelmente, de forma semelhante ao aglomerado Bala, o espetacular aglomerado de galáxias em interação que se encontra a quase quatro bilhões de anos-luz mais próximo da Terra. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-x0UF27eY1a8/Twx0gHO-b3I/AAAAAAAAEwM/YHWhWHK7COE/s1600-h/aglomerado%252520de%252520gal%2525C3%2525A1xias%252520Bala%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img alt="aglomerado de galáxias Bala" height="289" src="http://lh6.ggpht.com/-n7FiB5du_6Y/Twx0hCiZlkI/AAAAAAAAEwU/MrDQa4HJ6cU/aglomerado%252520de%252520gal%2525C3%2525A1xias%252520Bala_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" style="display: inline;" title="aglomerado de galáxias Bala" width="396" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: #ff8000;"&gt;© NASA/ESA (aglomerado de galáxias Bala)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em ambos os aglomerados há evidências de que a matéria normal, constituída principalmente por gás quente brilhando em raios-X, foi arrancada da matéria escura. O gás quente é desacelerado pela colisão, o mesmo não acontecendo à matéria escura.&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Fonte: ESO&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-5216135794351613027?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/5216135794351613027/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/aglomerado-de-galaxias-massivo-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5216135794351613027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5216135794351613027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/aglomerado-de-galaxias-massivo-e.html' title='Aglomerado de galáxias massivo e distante'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-DkgsZ5khNqo/Twx0dzrMhVI/AAAAAAAAEwE/UqtUKLf-M2I/s72-c/aglomerado%252520de%252520gal%2525C3%2525A1xias%252520El%252520Gordo_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-5929492041164731170</id><published>2012-01-09T10:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-09T10:44:03.287-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Radiação Cherenkov'/><title type='text'>Raios cósmicos vindos de galáxia próxima</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O HESS (High Energy Stereoscopic System) é um sistema de telescópios que detecta raios cósmicos de alta energia oriundas de regiões com explosões estelares de sistemas galácticos fora da Via Láctea.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-BnDXzAFziaA/TwrhCmYjJrI/AAAAAAAAEvQ/mL-OIlqOB6g/s1600-h/gal%2525C3%2525A1xia%252520espiral%252520NGC%252520253%25255B7%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="galáxia espiral NGC 253" alt="galáxia espiral NGC 253" src="http://lh5.ggpht.com/-ryps-dKcCw8/TwrhDU9BjZI/AAAAAAAAEvY/TDGA12Dewug/gal%2525C3%2525A1xia%252520espiral%252520NGC%252520253_thumb%25255B4%25255D.jpg?imgmax=800" width="402" height="259" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© SSRO (galáxia espiral NGC 253)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Entre 2005 e 2008, os astrofísicos utilizaram o HESS na Namíbia ao longo de um período de observação total de 119 horas para detectar os raios gama com energia superior a 220 GeV (bilhões de elétron-volts). A fonte destes raios reside precisamente no centro óptico da galáxia espiral NGC 253, uma das galáxias mais próximas fora do chamado grupo local de nossa Via Láctea e suas companheiras, a uma distância de cerca de 12 milhões anos-luz de distância.   &lt;br /&gt;O fluxo de radiação da região de explosões estelares da NGC 253 medido pelo HESS implica uma densidade de raios cósmicos enormes - mais de 1.000 vezes maior do que no centro da Via Láctea!    &lt;br /&gt;Um grande número de estrelas de grande massa nascem no coração dessas galáxias, e depois explodem como supernovas. Nos restos que deixam para trás, as partículas são aceleradas a energias muito elevadas.    &lt;br /&gt;Além disso, a densidade alta de gás faz a conversão dos raios cósmicos em raios gama em torno de uma ordem de magnitude mais eficiente. Assim, a região central da NGC 253 brilha em torno de cinco vezes mais à luz de raios gama como todo o resto da galáxia juntos.    &lt;br /&gt;Observações em luz visível, bem como nas faixas de frequência do infravermelho e de rádio já haviam mostrado que existia uma pequena região no centro da NGC 253, que gerou um número muito elevado de estrelas. Esta região apresenta uma densidade muito alta de poeira interestelar e gás.    &lt;br /&gt;As estrelas de alta massa que nasceram na região consomem seu combustível nuclear de forma relativamente rápida e cambaleiam em uma crise de energia no final da sua vida. O núcleo entra em colapso, enquanto a estrela destrói a si mesma em uma explosão final. Como uma supernova, de repente se inflama tornando-se um milhão ou até um bilhão de vezes mais brilhante do que antes. As partículas carregadas aceleradas com energias muito elevadas nos restos de explosões reagem com o meio circundante ou com campos eletromagnéticos para gerar raios gama de alta energia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-nAbMbwpDWJg/TwrhD7fAccI/AAAAAAAAEvg/BtjpNXIicN8/s1600-h/fluxo%252520de%252520energia%252520utilizando%252520a%252520t%2525C3%2525A9cnica%252520Cherenkov%25255B5%25255D.gif"&gt;&lt;img style="display: inline" title="fluxo de energia utilizando a técnica Cherenkov" alt="fluxo de energia utilizando a técnica Cherenkov" src="http://lh4.ggpht.com/-Yds4GIkpBWM/TwrhEuJ7-UI/AAAAAAAAEvo/rIEnz3xxjo0/fluxo%252520de%252520energia%252520utilizando%252520a%252520t%2525C3%2525A9cnica%252520Cherenkov_thumb%25255B3%25255D.gif?imgmax=800" width="395" height="353" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© MPG (fluxo de energia utilizando a técnica Cherenkov)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O HESS é constituído de quatro telescópios, cada um com uma área de espelho de 108 metros quadrados, que observam fracos flashes azulados e extremamente curtos de luz. Este efeito é denominado de radiação Cherenkov que é emitida por chuveiros de partículas criados quando de raios gama de alta energia colidem com as moléculas na atmosfera da Terra. O HESS está em operação desde o início de 2004.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: Max-Planck-Gesellschaft&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-5929492041164731170?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/5929492041164731170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/raios-cosmicos-vindos-de-galaxia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5929492041164731170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5929492041164731170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/raios-cosmicos-vindos-de-galaxia.html' title='Raios cósmicos vindos de galáxia próxima'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-ryps-dKcCw8/TwrhDU9BjZI/AAAAAAAAEvY/TDGA12Dewug/s72-c/gal%2525C3%2525A1xia%252520espiral%252520NGC%252520253_thumb%25255B4%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-5004259534272349850</id><published>2012-01-09T09:30:00.000-02:00</published><updated>2012-01-09T09:51:18.830-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><title type='text'>Mapeando matéria escura em galáxias</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A imagem abaixo é parte da pesquisa COMBO-17 (Classifying Objects by Medium-Band Observations in 17 Filters), um projeto dedicado à gravação de imagens detalhadas de pequenas áreas do céu através de filtros de 17 cores diferentes.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-iN7Wr6GcvLQ/TwrUsinuuWI/AAAAAAAAEuo/mgxC0Cf1HBg/s1600-h/Abell%252520901e%252520Abell%252520902%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="aglomerado Abell 901e Abell 902" alt="aglomerado Abell 901e Abell 902" src="http://lh4.ggpht.com/-2_MHhkTG1-g/TwrUtdEYj-I/AAAAAAAAEuw/3981l0EBWdw/Abell%252520901e%252520Abell%252520902_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="400" height="365" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESO (aglomerado Abell 901e Abell 902)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A área coberta nesta imagem é apenas do tamanho da Lua cheia, mas milhares de galáxias podem ser identificadas apenas dentro desta pequena região.   &lt;br /&gt;A imagem foi tirada com um tempo de exposição de quase sete horas, o que permitiu à câmera captar a luz de objetos muito tênues e distantes, bem como aqueles que estão mais perto de nós. Galáxias com estruturas claras e regulares, como o modelo espiral vista de lado perto do canto superior esquerdo, estão apenas alguns bilhões de anos-luz de distância. Os mais fracos, objetos difusos estão tão longe que levou nove ou dez bilhões de anos para sua luz chegar até nós.    &lt;br /&gt;A pesquisa COMBO-17 é uma ferramenta poderosa para estudar a distribuição da matéria escura em galáxias. A matéria escura é uma substância misteriosa, que não emite nem absorve luz e só pode ser detectada por sua força gravitacional sobre outros objetos. Algumas das galáxias mais próximas agem como lentes que distorcem a luz proveniente de galáxias distantes situadas ao longo da mesma linha de visão. Ao medir essa distorção, um efeito conhecido como lente gravitacional, os astrônomos são capazes de compreender como a matéria escura é distribuída nos objetos que funcionam como lentes.    &lt;br /&gt;A distorção é fraca e, portanto, quase imperceptível ao olho humano. No entanto, devido ao rastreamento do céu com 17 filtros permite medições de distâncias extremamente precisas, é possível determinar se duas galáxias que parecem virtualmente próximas, na verdade as distâncias são muito diferentes da Terra. Depois de identificar os sistemas de lentes cósmicas, a distorção pode ser medida pela média ao longo de milhares de galáxias. Com mais de 4.000 lentes gravitacionais identificadas, este é um método ideal para ajudar os astrônomos a compreender melhor a matéria escura.    &lt;br /&gt;Esta imagem foi obtida com três dos 17 filtros do projeto: B (azul), V (verde) e R (vermelho). Dados através de um filtro no infravermelho próximo adicional foi também usado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: ESO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-5004259534272349850?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/5004259534272349850/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/mapeando-materia-escura-em-galaxias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5004259534272349850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5004259534272349850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/mapeando-materia-escura-em-galaxias.html' title='Mapeando matéria escura em galáxias'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-2_MHhkTG1-g/TwrUtdEYj-I/AAAAAAAAEuw/3981l0EBWdw/s72-c/Abell%252520901e%252520Abell%252520902_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-4167109979643118212</id><published>2012-01-08T10:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-08T10:31:17.206-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lua'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Terra'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sistema Solar'/><title type='text'>Mineral raro na Lua foi encontrado na Terra</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Um mineral raro, chamado tranquillityita, que somente havia sido encontrado em amostras rochosas da Lua há mais de quarenta anos, foi descoberto na Austrália.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-zu3HDoYax24/TwmMj9ufX9I/AAAAAAAAEuM/_UtdSVEowX8/s1600-h/mineral%252520tranquillityite%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="mineral tranquillityite" alt="mineral tranquillityite" src="http://lh4.ggpht.com/-UqVgTyIk13M/TwmMlChWmTI/AAAAAAAAEuU/tiI-Ik_mmPM/mineral%252520tranquillityite_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="391" height="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Birger Rasmussen (mineral tranquillityite)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;É incrível que a tranquillityita exista há todo esse tempo em rochas na Terra e que tenham se passado uns 40 anos desde que foi encontrado na Lua para fosse detectado aqui&amp;quot;, disse Birger Rasmussen, líder da equipe da Universidade de Curtin, que fez a descoberta.   &lt;br /&gt;A tranquillityita deve seu nome ao Mar da Tranquilidade, superfície da Lua onde o mineral raro foi encontrado pela primeira vez, junto à armalcolita e ao pyroxferroite, durante uma expedição da Apolo XI em 1969.    &lt;br /&gt;Os dois últimos minerais foram encontrados na Terra nos anos seguintes à viagem à Lua, e há dois anos foi detectada a presença da tranquillityita em mostras rochosas da Austrália Ocidental.    &lt;br /&gt;Três longas e exaustivas análises confirmaram que se trata do mesmo mineral encontrado na Lua. Segundo os geólogos, o desenvolvimento da ciência desde 1969, que agora permite moer as pedras em pós extremamente finos para submetê-los a testes isotópicos ou para determinar sua idade, foi muito útil para detectar a presença do mineral na Terra.    &lt;br /&gt;A descoberta ocorreu por acaso, quando o grupo de cientistas estava analisando detalhadamente fatias da rocha com um microscópio para detectar elétrons.    &lt;br /&gt;O mineral, de cor marrom avermelhada, tem forma de pequenas agulhas mais finas que o diâmetro do cabelo humano, e sua composição tem principalmente sílica, zircônio, titânio e ferro.    &lt;br /&gt;A tranquillityita, que até agora foi encontrada em seis locais da Austrália Ocidental, está presente em rochas ígneas como a dolerita, conhecida popularmente como &amp;quot;granito negro&amp;quot; e é um dos últimos minerais que se cristalizam do magma.    &lt;br /&gt;Os pesquisadores suspeitam que a tranquillityita logo será reconhecida em rochas similares à dolerita no mundo todo.    &lt;br /&gt;O mineral, que aparece em minúsculas quantidades e não tem valor econômico, poderia ser útil para determinar a idade das rochas em que o mineral foi encontrado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: Geology&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-4167109979643118212?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/4167109979643118212/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/mineral-raro-na-lua-foi-encontrado-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/4167109979643118212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/4167109979643118212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/mineral-raro-na-lua-foi-encontrado-na.html' title='Mineral raro na Lua foi encontrado na Terra'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-UqVgTyIk13M/TwmMlChWmTI/AAAAAAAAEuU/tiI-Ik_mmPM/s72-c/mineral%252520tranquillityite_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-5265477721897437022</id><published>2012-01-07T09:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-07T09:10:03.160-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Supernovas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pulsar'/><title type='text'>Uma rara estrela giratória</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Foi descoberta uma estrela giratória que parece ser mais velha do que a explosão que deu origem a ela.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-oX2tzYbHj4Y/TwgoBiMZOVI/AAAAAAAAEt8/1pS40s4blpI/s1600-h/pulsar%252520SXP%2525201062%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="pulsar SXP 1062" alt="pulsar SXP 1062" src="http://lh3.ggpht.com/-S-Z-m9h1GgA/TwgoCXExKeI/AAAAAAAAEuE/1neMz6l1oTI/pulsar%252520SXP%2525201062_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="388" height="401" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESA/XMM-Newton (pulsar SXP 1062)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Essa estrela em rotação é um pulsar e tem um núcleo superdenso de uma estrela de grande massa que se transformou em uma supernova.   &lt;br /&gt;Esse pulsar, conhecido como SXP 1062, está girando muito lentamente, o que sugere uma idade avançada. Mas o pulsar não é tão antigo quanto parece, porque a estrela provavelmente explodiu menos de 40 mil anos atrás, de acordo com os pesquisadores.    &lt;br /&gt;Pulsares são criados após explosões de supernovas, quando restos de uma estrela que entrou em colapso se tornam tão densos que prótons e elétrons se ligam formando uma estrela de nêutrons.    &lt;br /&gt;Devido à conservação de momento angular, as recém-formadas estrelas de tamanho extremamente pequeno giram muito rápido. Elas são chamadas de pulsares porque essa rotação faz com que a luz apareça pulsando em intervalos regulares.    &lt;br /&gt;“Não são muitos os pulsares que já foram observados dentro de suas remanescentes de supernova, e este é o primeiro exemplo claro disso na Pequena Nuvem de Magalhães (uma das galáxias satélites da Via Láctea)”, afirmou Vincent Hénault-Brunet, líder do estudo da Universidade de Edimburgo, no Reino Unido.    &lt;br /&gt;A equipe de Hénault-Brunet usou o telescópio espacial Chandra, da NASA, e o observatório XMM-Newton da ESA para detectar os raios-X emitidos pelo SXP 1062.    &lt;br /&gt;A maioria dos pulsares gira muito rapidamente, com alguns deles fazendo centenas de rotações por segundo. Mas SXP 1062 está girando apenas uma vez a cada 18 minutos, aproximadamente.    &lt;br /&gt;O aspecto mais interessante deste pulsar é possivelmente seu período extremamente longo, de 1.062 segundos, que está intrigando os cientistas. Ele é um dos pulsares mais lentos já registrados. Pulsares que giram lentamente são particularmente mais difíceis de serem detectados. Apenas alguns com períodos mais longos do que alguns milhares de segundo foram observados até agora.    &lt;br /&gt;Como os pulsares ficam mais lentos à medida que envelhecem, a rotação lenta do SXP 1062 parece implicar em uma idade avançada, em contraste com o remanescente de supernova bastante recente que o rodeia.    &lt;br /&gt;Novas informações dos raios-X deverão ser obtidas para descobrir a variabilidade do sistema com maiores detalhes e aprofundar a pesquisa do espectro óptico para investigar as propriedades da estrela companheira.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: Monthly Notices of the Royal Astronomical Society&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-5265477721897437022?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/5265477721897437022/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/uma-rara-estrela-giratoria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5265477721897437022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5265477721897437022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/uma-rara-estrela-giratoria.html' title='Uma rara estrela giratória'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-S-Z-m9h1GgA/TwgoCXExKeI/AAAAAAAAEuE/1neMz6l1oTI/s72-c/pulsar%252520SXP%2525201062_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-1594951624833536109</id><published>2012-01-04T10:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-04T10:57:08.326-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nebulosas'/><title type='text'>Núcleo rosa e esfumaçado da Nebulosa Ômega</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A nova imagem da Nebulosa Ômega, obtida pelo Very Large Telescope (VLT) do ESO é uma das imagens mais nítidas deste objeto, captada a partir do solo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-7IuwSfhNUds/TwRMn_PCLsI/AAAAAAAAEsI/KC9jnpaN68o/s1600-h/Nebulosa%252520%2525C3%252594mega%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="" alt="" src="http://lh3.ggpht.com/-_UTVYUVll-o/TwRMolVwOAI/AAAAAAAAEsQ/jAB9lRaMc5E/Nebulosa%252520%2525C3%252594mega_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="396" height="407" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESO (Nebulosa Ômega)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A imagem mostra as regiões centrais rosadas e esfumaçadas desta famosa maternidade de estrelas e revela com um detalhe extraordinário a paisagem cósmica composta por nuvens de gás, poeira e estrelas recém-nascidas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O gás colorido e a poeira escura da Nebulosa Ômega servem de matéria prima na criação da próxima geração de estrelas. Nesta região particular da nebulosa, as estrelas mais jovens - brilhando de forma ofuscante em tons branco-azulados - iluminam todo o conjunto. As zonas de poeira da nebulosa, semelhantes a brumas, contrastam visivelmente com o gás brilhante. As cores vermelhas dominantes têm origem no hidrogênio, que brilha sob a influência da intensa radiação ultravioleta emitida pelas estrelas quentes jovens.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Nebulosa Ômega tem muitos nomes, dependentes de quem a observou, quando e do que julgou ter visto. Entre esses nomes inclui-se: Nebulosa do Cisne, Nebulosa Cabeça de Cavalo e ainda Nebulosa Lagosta. Este objeto foi também catalogado como Messier 17 (M17) e NGC 6618. A nebulosa situa-se entre 5.000 e 6.000 anos-luz de distância na direção da constelação de Sagitário. Um alvo bastante popular entre os astrônomos, este campo de poeira e gás brilhante é uma das mais jovens e mais ativas maternidades estelares na Via Láctea, onde nascem estrelas de grande massa.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A imagem foi obtida com o instrumento FORS (Focal Reducer and Spectrograph) montado no telescópio Antu, um dos quatro grandes telescópios que compõem o VLT. Para além do enorme tamanho do telescópio, o fato da atmosfera se ter mantido excepcionalmente estável durante as observações, apesar da existência de algumas nuvens, contribuiu de forma decisiva para a ótima nitidez da imagem, pois apresentou pouca degradação e cintilação, resultando por isso numa das melhores imagens desta região da Nebulosa Ômega, obtida a partir do solo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esta imagem é uma das primeiras imagens obtidas no âmbito do programa Jóias Cósmicas do ESO. O programa Jóias Cósmicas do ESO trata-se de uma iniciativa no âmbito da divulgação científica, que visa obter imagens de objetos interessantes, intrigantes ou visualmente atrativos, utilizando os telescópios do ESO, para efeitos de educação e divulgação científica. O programa utiliza pouco tempo de observação, combinado com tempo de telescópio inutilizado, de modo a minimizar o impacto nas observações científicas. Todos os dados obtidos podem ter igualmente interesse científico e são por isso colocados à disposição dos astrônomos através do arquivo científico do ESO.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: ESO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-1594951624833536109?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/1594951624833536109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/nucleo-rosa-e-esfumacado-da-nebulosa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1594951624833536109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1594951624833536109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/nucleo-rosa-e-esfumacado-da-nebulosa.html' title='Núcleo rosa e esfumaçado da Nebulosa Ômega'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-_UTVYUVll-o/TwRMolVwOAI/AAAAAAAAEsQ/jAB9lRaMc5E/s72-c/Nebulosa%252520%2525C3%252594mega_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-8554878378853575417</id><published>2012-01-04T09:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-04T10:26:29.923-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><title type='text'>Uma diferente visão da Galáxia do Charuto</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Em 2006 o telescópio Hubble registrou uma bela imagem da galáxia M82, também conhecida como Galáxia do Charuto.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-L0c0qlSrIL8/TwRFZuxme7I/AAAAAAAAErc/kiFmA3sXCCM/s1600-h/gal%2525C3%2525A1xia%252520M82%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="galáxia M82" alt="galáxia M82" src="http://lh6.ggpht.com/-7SUOBfdUUcw/TwRFachY_iI/AAAAAAAAErk/oYh6FzFual0/gal%2525C3%2525A1xia%252520M82_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="392" height="311" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Hubble (galáxia M82)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esta imagem mostrou uma galáxia brasa e dominada por gás brilhante e poeira com as estrelas quase invisíveis.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Recentemente, uma nova imagem também obtida pela telescópio Hubble mostra a visão mais detalhada até hoje já feita do núcleo da M82. A M82 é rica em poeira, estrelas jovens e gás brilhante; ela está localizada a aproximadamente 12 milhões de anos-luz de distância na direção da constelação da Ursa Major (O Grande Urso).&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-sIaNl9fhz90/TwRFb9nY_rI/AAAAAAAAErs/JS5ytD7Emx8/s1600-h/n%2525C3%2525BAcleo%252520da%252520gal%2525C3%2525A1xia%252520M82%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="núcleo da galáxia M82" alt="núcleo da galáxia M82" src="http://lh4.ggpht.com/-qyvPyF6Hl0s/TwRFdNx3yRI/AAAAAAAAEr0/FvsJQ6dTFjM/n%2525C3%2525BAcleo%252520da%252520gal%2525C3%2525A1xia%252520M82_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="393" height="387" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Hubble (núcleo da galáxia M82)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A razão da imagem ser mais detalhada e parecer tão drasticamente diferente se deve à escolha feita pelos astrônomos quando eles planejaram a observação. As câmeras do Hubble não enxergam colorido, elas são sensíveis a um grande intervalo de comprimentos de onda mas somente observam o objeto em tons de cinzas. As imagens coloridas são construídas passando a luz do objeto por diferentes filtros coloridos e combinando as imagens resultantes, e é a escolha desses filtros que faz a grande diferença no resultado final.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Usando filtros que permitem bandas de cores relativamente largas, similares àquelas observadas por nossos olhos, os astrônomos constroem imagens com aparência natural de modo que as estrelas fiquem brilhantes, já que elas brilham através de praticamente todo o espectro.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Usando filtros transparentes que permitem a passagem somente de comprimentos de onda emitidos por elementos químicos específicos, como nessa imagem, é possível isolar a luz das nuvens de gás e bloquear a luz das estrelas. Isso explica por que as estrelas aparecem apagadas nessa imagem da M82 e por que as linhas de poeira tem uma silhueta tão bem definida contra as nuvens brilhantes de gás.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A imagem da M82 mostra a luz emitida pelo enxofre (em vermelho), a luz visível e a luz ultravioleta do oxigênio (em verde e azul respectivamente) e a luz do hidrogênio em ciano.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Fonte: ESA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-8554878378853575417?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/8554878378853575417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/uma-diferente-visao-da-galaxia-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/8554878378853575417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/8554878378853575417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/uma-diferente-visao-da-galaxia-do.html' title='Uma diferente visão da Galáxia do Charuto'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-7SUOBfdUUcw/TwRFachY_iI/AAAAAAAAErk/oYh6FzFual0/s72-c/gal%2525C3%2525A1xia%252520M82_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-2325929274067118967</id><published>2012-01-02T15:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-02T15:41:56.696-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><title type='text'>Disco numa galáxia gêmea da Via Láctea</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A câmera em infravermelho e o espectrômetro (NICMOS) a bordo do telescópio Hubble captou uma imagem penetrando no disco de poeira da galáxia NGC 4013.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-jWRwZEdepQ8/TwHsYPQPMNI/AAAAAAAAEqU/Svpd6YsqEjc/s1600-h/gal%2525C3%2525A1xia%252520NGC%2525204013%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="galáxia NGC 4013" alt="galáxia NGC 4013" src="http://lh3.ggpht.com/-1V0UPqopnhE/TwHsY8XOhVI/AAAAAAAAEqc/3dM_ygojXXo/gal%2525C3%2525A1xia%252520NGC%2525204013_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="396" height="396" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NASA (galáxia NGC 4013)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para surpresa dos astrônomos, foi encontrada uma estrutura brilhante, que pode ser um anel de estrelas recém-formadas visto de lado. A NGC 4013, que é semelhante a nossa Via Láctea, reside na constelação da Ursa Maior a 55 milhões de anos-luz da Terra.   &lt;br /&gt;O instrumento NICMOS capta comprimentos de onda na região do infravermelho próximo que possibilita penetrar além da poeira que obscurece o interior da galáxia. A estrutura em formato de anel observado circunda o núcleo tem cerca de 720 anos-luz de largura, que é o tamanho típico da maioria das estrelas que formam anéis encontrados em galáxias de disco.    &lt;br /&gt;O olho humano não consegue ver a luz infravermelha, as cores foram atribuídas para corresponder a comprimentos de onda do infravermelho próximo. A luz azul representa os mais curtos comprimentos de onda do infravermelho próximo e a luz vermelha corresponde aos comprimentos de onda maiores.    &lt;br /&gt;Esta foto, que foi tirada com um filtro sensível ao elemento hidrogênio, mostra o brilho de estrelas e gás. Foi utilizada essa informação para calcular a taxa de formação estelar na estrutura do anel.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Daily Galaxy&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-2325929274067118967?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/2325929274067118967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/disco-numa-galaxia-gemea-da-via-lactea.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2325929274067118967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2325929274067118967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/disco-numa-galaxia-gemea-da-via-lactea.html' title='Disco numa galáxia gêmea da Via Láctea'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-1V0UPqopnhE/TwHsY8XOhVI/AAAAAAAAEqc/3dM_ygojXXo/s72-c/gal%2525C3%2525A1xia%252520NGC%2525204013_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-3642691628758943156</id><published>2012-01-02T14:30:00.000-02:00</published><updated>2012-01-02T16:20:21.485-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Buracos Negros'/><title type='text'>Buraco negro absorverá nuvem de gás frio</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Com massa de cerca de quatro milhões de sóis, o buraco negro do centro da Via Láctea, Sagittarius A, possui uma força gravitacional tão grande que, no devido tempo, irá consumir tudo que existe na galáxia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-aoEPP_oBCdA/TwH1YGudnvI/AAAAAAAAEq0/MIy3Fji-LrQ/s1600-h/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520um%252520buraco%252520negro%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="ilustração de um buraco negro" alt="ilustração de um buraco negro" src="http://lh5.ggpht.com/-q7qoVrQS5_s/TwH1ZOWbdzI/AAAAAAAAEq8/z6TOBaIu6Ns/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520um%252520buraco%252520negro_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="392" height="250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESO (ilustração de um buraco negro)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Astrofísicos têm observado nos últimos 20 anos estrelas e outros corpos espaciais girando em torno do buraco negro, mas nunca viram um objeto sendo sugado para dentro dele.   &lt;br /&gt;Contudo, novas observações por infravermelho feitas do VLT (Very Large Telescope) do ESO, que fica no norte do Chile, mostraram uma nuvem de gás frio dirigindo-se quase diretamente para o buraco negro a uma velocidade maior do que 1.609 quilômetros por segundo. Parte da nuvem de poeira chegará ao horizonte de eventos do buraco negro, o ponto sem retorno, em 2013.    &lt;br /&gt;A enorme gravidade do buraco deve acelerar e comprimir o gás, aquecendo-o de 227 até próximo de 6 milhões de graus Celsius e fazendo com que emita raios-X. Embora os astrofísicos já tenham visto uma emissão de raios-X como essa, eles nunca souberam com certeza o que as produziu.    &lt;br /&gt;&amp;quot;Geralmente, nós apenas visualizamos a luz&amp;quot;, vinda dos raios-X, afirmou Eliot Quataert, astrônomo da Universidade da Califórnia, em Berkeley, e membro da equipe que publicou as observações na revista Nature.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Porém, dessa vez os astrofísicos compreenderão o que está ocorrendo, por isso, poderão verificar se os raios-X se comportam de acordo com a teoria.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;The New York Times&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-3642691628758943156?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/3642691628758943156/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/buraco-negro-absorvera-nuvem-de-gas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/3642691628758943156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/3642691628758943156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/buraco-negro-absorvera-nuvem-de-gas.html' title='Buraco negro absorverá nuvem de gás frio'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-q7qoVrQS5_s/TwH1ZOWbdzI/AAAAAAAAEq8/z6TOBaIu6Ns/s72-c/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520um%252520buraco%252520negro_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-2911763430356788975</id><published>2012-01-02T14:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-02T15:15:12.626-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estrelas'/><title type='text'>Colisão de galáxias geram novas estrelas</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Uma colisão entre quatro galáxias localizada a 1 bilhão de anos-luz da Terra foi captada nesta imagem, tirada pela Advanced Camera for Surveys (ACS) instalada no Hubble.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-0nolZ5TiPhE/TwHmHMSUqNI/AAAAAAAAEqE/6DtbEDskXvs/s1600-h/IRAS%25252019297-0406%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="IDL TIFF file" alt="IDL TIFF file" src="http://lh5.ggpht.com/-J-lE3dluSFQ/TwHmH01ATxI/AAAAAAAAEqM/VHHI2Cqe5VI/IRAS%25252019297-0406_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="393" height="404" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NASA (IRAS 19297-0406)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os destroços galácticos do IRAS 19297-0406 fazem parte de uma classe de galáxias conhecidas como galáxias infravermelhas ultraluminosas (ULIRGs), que estão criando uma torrente de novas estrelas.   &lt;br /&gt;As ULIRGs são consideradas as progenitoras das galáxias elípticas maciças. O brilho das ULIRGS são intensos na luz infravermelha e aparecem 100 vezes mais brilhante do que nossa Via Láctea.    &lt;br /&gt;A grande quantidade de poeira nestas galáxias é gerada por uma avalanche de novas estrelas que surgem da colisão. O IRAS 19297-0406 está produzindo cerca de 200 novas estrelas semelhantes ao Sol a cada ano; cerca de 100 vezes mais estrelas do que a nossa Via Láctea cria. O foco desta formação de estrelas é a região central (os objetos amarelos). Esta área é inundada pela poeira criada durante a formação de estrelas. O material azul brilhante ao redor da região central corresponde ao brilho ultravioleta das estrelas novas. A luz ultravioleta não é obscurecida pela poeira.    &lt;br /&gt;O sistema de colisão tem um diâmetro de cerca de 30.000 anos-luz, ou cerca da metade do tamanho da Via Láctea. A cauda (material azul fraco à esquerda) se estende por mais de 20.000 anos-luz.    &lt;br /&gt;O IRAS 19297-0406 pode ser semelhante ao grupo chamado Hickson Compact, um grupo de pelo menos quatro galáxias em uma configuração compacta que estão isoladas de outras galáxias. As galáxias estão tão juntas que elas perdem energia através da atração implacável da gravidade. Eventualmente, elas colapsam formando uma galáxia maciça.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: Daily Galaxy&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-2911763430356788975?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/2911763430356788975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/colisao-de-galaxias-geram-novas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2911763430356788975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2911763430356788975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2012/01/colisao-de-galaxias-geram-novas.html' title='Colisão de galáxias geram novas estrelas'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-J-lE3dluSFQ/TwHmH01ATxI/AAAAAAAAEqM/VHHI2Cqe5VI/s72-c/IRAS%25252019297-0406_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-110115830655891519</id><published>2011-12-31T18:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-31T18:25:51.078-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Buracos Negros'/><title type='text'>Anel gigante contendo buracos negros</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O Arp 147, localizado a 430 milhões de anos-luz da Terra, contém os restos de uma galáxia espiral (à direita) que colidiu com a galáxia elíptica à esquerda, conforme visto na imagem a seguir obtida pelos telescópios Hubble e Chandra.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-EYthvXb4WZ8/Tv9vymn3u2I/AAAAAAAAEn4/j8WpW24rzNU/s1600-h/ARP%252520147%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="ARP 147" alt="ARP 147" src="http://lh4.ggpht.com/-paBeOmdjK90/Tv9vzXGvH5I/AAAAAAAAEoA/B_ISvHYoQf8/ARP%252520147_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="396" height="329" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Hubble/NASA (ARP 147)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esta colisão produziu uma onda crescente de formação de estrelas que aparece como um anel azul com 30.000 anos-luz de diâmetro, contendo grande quantidade de estrelas massivas jovens. Estas estrelas durante sua evolução com cerca de alguns milhões de anos explodem como supernovas, deixando para trás estrelas de nêutrons e buracos negros.   &lt;br /&gt;Uma fração das estrelas de nêutrons e buracos negros terão estrelas companheiras, e podem tornar-se fontes brilhantes de raios-X, que são detectadas pelo telescópio de raios-X Chandra. As nove fontes de raios-X espalhadas por todo o anel no Arp 147 são tão brilhantes que elas devem conter buracos negros, com massas da ordem de 10 a 20 vezes maiores que a do Sol.    &lt;br /&gt;Uma fonte de raios-X também é detectada no núcleo da galáxia em vermelho do lado esquerdo e provavelvemente é devida a existência de um buraco negro supermassivo. Outros objetos não relacionados com o Arp 147 também são visíveis: uma estrela no primeiro plano no canto inferior esquerdo da imagem e um quasar de fundo como a fonte na cor rosa acima e à esquerda da galáxia vermelha.    &lt;br /&gt;Observações no infravermelho com o telescópio espacial Spitzer da NASA e observações no ultravioleta com o telescópio Galex (Galaxy Evolution Explorer) da NASA permitiram estimativas da taxa de formação de estrelas no anel. Estas estimativas combinadas com o uso de modelos para a evolução de estrelas binárias possibilitou inferir que a formação de estrelas mais intensa provavelmente terminou há cerca de 15 milhões de anos atrás.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Fonte: NASA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-110115830655891519?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/110115830655891519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/anel-gigante-contendo-buracos-negros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/110115830655891519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/110115830655891519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/anel-gigante-contendo-buracos-negros.html' title='Anel gigante contendo buracos negros'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-paBeOmdjK90/Tv9vzXGvH5I/AAAAAAAAEoA/B_ISvHYoQf8/s72-c/ARP%252520147_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-7571577044857227964</id><published>2011-12-30T15:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-30T15:30:44.143-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estrelas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Exoplanetas'/><title type='text'>Exoplanetas ao redor da estrela HR 4796A</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Uma equipe de astrônomos do Projeto SEEDS (Strategic Exploration of Exoplanets and Discs by Subaru), liderada pelo astrônomo japonês Motohide Tamura, com auxílio do telescópio japonês Subaru, localizado no Havaí, descobriu a possível presença de vários exoplanetas dentro do anel de poeira da estrela HR 4796A.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-4ZeYT8Uvs8E/Tv31P_oHCkI/AAAAAAAAEnQ/B0nCi8GxGJo/s1600-h/anel%252520de%252520poeira%252520ao%252520redor%252520da%252520estrela%252520%252520HR%2525204796A%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="anel de poeira ao redor da estrela  HR 4796A" alt="anel de poeira ao redor da estrela  HR 4796A" src="http://lh3.ggpht.com/-YecfTfcxzmw/Tv31QimP0EI/AAAAAAAAEnY/-rzpEkRhnlU/anel%252520de%252520poeira%252520ao%252520redor%252520da%252520estrela%252520%252520HR%2525204796A_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="389" height="399" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NAOJ (anel de poeira ao redor da estrela&amp;#160; HR 4796A)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A jovem estrela de apenas 8 milhões de anos é parte de um sistema estelar binário composto por uma estrela branca da sequência principal e uma anã vermelha, localizada a cerca de 220 ​​anos-luz do Sol na constelação de Centaurus. A HR 4796A é cerca de duas vezes mais massiva e vinte vezes mais luminosa que o Sol.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Embora o Telescópio Espacial Hubble tenha levado outro grupo de astrônomos a suspeitar da presença de exoplanetas, esta imagem do Telescópio Subaru confirma a existência deles; e vai melhorar a compreensão da relação entre a poeira ao redor da estrela e a formação de planetas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Este desequilíbrio na órbita de poeira é provavelmente causado pela ação, até agora despercebida, de planetas maciços que podem ter sua órbita dentro do anel. Além disso, a imagem do anel revela a presença de poeira fina que se estendem além do órbita principal.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A explicação mais provável é que esses planetas escondidos no anel circundante atraiam a poeira por sua força gravitacional, que desequilibra a órbita do anel à medida que aumentam sua massa. Simulações de computador mostraram que as marés gravitacionais podem mudar a forma de um anel de poeira, e os resultados de um outro anel de poeira excêntrico em torno da estrela Fomalhaut pode ser evidência observacional para o processo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Se os instrumentos atuais ainda não são capazes de detectar planetas em torno de HR 4796A, é certamente pelo fato da sua massa ser muito baixa. No entanto, a imagem do telescópio Subaru deu aos cientistas evidências de sua presença por sua influência sobre a poeira circunstelar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esta imagem foi um verdadeiro desafio técnico, é o resultado da correção da turbulência atmosférica pelo sistema de óptica adaptativa do telescópio para encontrar nitidez das imagens e da aplicação de uma técnica de processamento sofisticado para eclipsar a luz das estrelas e fortalecer a débil luz refletida a partir do anel de modo que se torna visível.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: National Astronomical Observatory of Japan&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-7571577044857227964?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/7571577044857227964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/exoplanetas-ao-redor-da-estrela-hr.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7571577044857227964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7571577044857227964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/exoplanetas-ao-redor-da-estrela-hr.html' title='Exoplanetas ao redor da estrela HR 4796A'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-YecfTfcxzmw/Tv31QimP0EI/AAAAAAAAEnY/-rzpEkRhnlU/s72-c/anel%252520de%252520poeira%252520ao%252520redor%252520da%252520estrela%252520%252520HR%2525204796A_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-7912467219741811581</id><published>2011-12-29T00:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-29T05:50:58.035-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sistema Solar'/><title type='text'>Névoa laranja e azul em Titã</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A imagem abaixo foi realizda pela sonda Cassini da NASA apontada para a região polar sul da maior lua de &lt;b&gt;Saturno&lt;/b&gt;, Titã, e mostra uma depressão dentro das camadas de névoa laranja e azul perto do polo sul do satélite.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-eOGr6hmz_Rc/TvwbKiNbF1I/AAAAAAAAEnA/NrhNwng-2e4/s1600-h/Tit%2525C3%2525A3%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="Titã" alt="Titã" src="http://lh4.ggpht.com/-kuXYKZcyYy4/TvwbLcDO5PI/AAAAAAAAEnI/lOmNcQs3k0g/Tit%2525C3%2525A3_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="398" height="305" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NASA/Cassini (Titã)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As camadas de névoa de alta altitude da lua aparecem em azul, enquanto que a principal névoa atmosférica aparece em laranja. A diferença na cor pode ser devido ao tamanho das partículas que formam a névoa. Provavelmente, se essa for a causa, a névoa azul é formada por partículas menores do que a névoa laranja.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A camada de depressão ou atenuada aparece na área de transição entre a névoa azul e laranja a aproximadamente um terço do caminho da borda esquerda da imagem. O polo sul da lua está na parte superior direita da imagem. Essa imagem sugere que o vórtice do polo norte de Titã, tem rotação de norte para sul.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O polo sul de Titã está em sentido à escuridão à medida que o Sol avança em direção ao norte a cada dia que se passa. A camada superior de névoa na atmosfera de Titã ainda é iluminada pela luz do Sol.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A imagem foi feita através de uma combinação de outras imagens obtidas com os filtros espectrais azul, verde e vermelho gerando assim essa imagem em cor natural. A sonda Cassini captou esta imagem a uma distância aproximada de 134.000 quilômetros de Titã.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: NASA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-7912467219741811581?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/7912467219741811581/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/nevoa-laranja-e-azul-em-tita.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7912467219741811581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7912467219741811581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/nevoa-laranja-e-azul-em-tita.html' title='Névoa laranja e azul em Titã'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-kuXYKZcyYy4/TvwbLcDO5PI/AAAAAAAAEnI/lOmNcQs3k0g/s72-c/Tit%2525C3%2525A3_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-1780023568572358752</id><published>2011-12-26T12:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-26T12:30:25.438-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><title type='text'>Uma lâmpada de raios X</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Em 1991 a astrofísica gaúcha Thaisa Storchi Bergmann descobriu um disco de matéria, uma nuvem achatada de gás ionizado, que gira em torno do buraco negro situado no centro da NGC 1097, uma bela galáxia espiral da constelação de Fornax, distante 45 milhões de anos-luz da Terra.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-AsZCBrG-8c4/TviE9aM9qAI/AAAAAAAAEl8/DQBOwiYZAbw/s1600-h/gal%2525C3%2525A1xia%252520espiral%252520NGC%2525201097%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="galáxia espiral NGC 1097" alt="galáxia espiral NGC 1097" src="http://lh5.ggpht.com/-BrlM1QxHDVk/TviE-b4jW3I/AAAAAAAAEmE/dE6q7H_UC-k/gal%2525C3%2525A1xia%252520espiral%252520NGC%2525201097_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="391" height="439" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESO (galáxia espiral NGC 1097)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Durante uma década, a pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) observou uma vez por ano a galáxia e constatou que o disco de gás não era uniforme. A nuvem continha um braço espiral que, a cada cinco anos e meio, dava uma volta completa em torno do buraco negro. A astrofísica também verificou que, por vezes, o disco se tornava mais brilhante do que o usual. Esses picos de luminosidade foram interpretados como sendo decorrentes de o buraco negro ter, nesses momentos, engolido mais matéria proveniente da nuvem, em razão de talvez haver ali uma maior densidade ou quantidade de gás para ser sugado. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Novas observações feitas com o telescópio Gemini Sul, situado em Cerro Pachon, no Chile, entre o final do ano passado e o início de 2011, corrigiram a periodicidade em que ocorre o ciclo da volta completa do braço espiral para um intervalo de um ano e meio e identificaram uma segunda variação na luminosidade do disco ao redor do buraco negro da galáxia – desta vez com uma frequência temporal muito menor, da ordem de uma semana. As emissões em raios X da parte mais interna da nuvem gasosa, mais quente e que envolve diretamente o buraco negro, variam em questão de dias, como se fosse uma lâmpada, e o clarão se irradia do centro para as bordas do disco. Como demora cerca de uma semana para a luz viajar do centro para a periferia da nuvem, o tamanho do raio do disco de matéria deve ser de sete dias-luz. “Só conseguimos perceber essa variação porque fizemos observações semanais da galáxia durante três meses seguidos”, diz Thaisa.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O disco de matéria da NGC 1097 apresenta irregularidades. Sua região central é mais grossa do que os setores mais afastados do buraco negro. Tecnicamente, possui a forma de um toroide, uma figura que lembra um pneu ou biscoito com um furo no meio. “É como se essa rosquinha fosse uma lâmpada de alta energia fixada num poste que se encontra um pouco mais elevado do que o resto do disco de gás”, compara Thaisa. “Ela se acende ou se intensifica em função da quantidade de gás que cai no buraco negro.” &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No estudo, os pesquisadores analisaram dados obtidos pelo Gemini referentes à chamada linha espectral H-alfa, a emissão de energia mais intensa e visível do átomo de hidrogênio, proveniente da zona periférica do disco. Concluíram que a variação de emissão nessa região se devia à reverberação da luminosidade originada na “rosquinha”. Não se sabe exatamente por que a lâmpada pisca em intervalos de sete dias, mas esse evento provavelmente tem a ver com as variações na quantidade de matéria sugada pelo buraco negro. “Ele estava acostumado com um regime de captura de gás e, de repente, se viu obrigado a engolir mais matéria”, compara o astrofísico brasileiro Rodrigo Nemmen, outro autor do trabalho, que faz pós-doutoramento no Goddar Space-Flight Center, da NASA.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-Fi71ciT02oM/TviE_T0AmfI/AAAAAAAAEmM/wKEVeGys2nA/s1600-h/regi%2525C3%2525A3o%252520central%252520da%252520gal%2525C3%2525A1xia%252520NGC%2525201097%25255B6%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="região central da galáxia NGC 1097" alt="região central da galáxia NGC 1097" src="http://lh5.ggpht.com/-k8P7tPq_Q1I/TviFAG_MzzI/AAAAAAAAEmU/39HNYrqBHuU/regi%2525C3%2525A3o%252520central%252520da%252520gal%2525C3%2525A1xia%252520NGC%2525201097_thumb%25255B4%25255D.jpg?imgmax=800" width="394" height="452" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESO (região central da galáxia NGC 1097)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Como se sabe, não é possível observar de forma direta um buraco negro, uma região do espaço tão densa e compactada, dotada de um enorme campo gravitacional, da qual nada escapa, nem a luz. Mas um objeto com essas características fornece pistas indiretas de sua presença. Quando se descobre uma fonte misteriosa de radiação, em especial de raios X, num ponto do Universo, como o centro de uma galáxia ativa, uma das possíveis explicações para o fenômeno é a existência de um buraco negro. Pouco antes de ser tragada pelo campo gravitacional do buraco negro, a matéria do disco de gás se encontra tão aquecida que libera energia na forma de radiação. Portanto, quando ocorre um pico de absorção de matéria, é esperado que a região mais interna do disco, a lâmpada, aumente sua luminosidade e reverbere essa energia extra para suas bordas.&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Conhecer o tempo que a luz demora para viajar da parte mais central para a periferia de uma nuvem de gás permite obter uma estimativa da dimensão do disco de matéria independentemente de outros modelos teóricos. “Tendo a dimensão do disco e a velocidade do gás em torno do mesmo, que inferimos a partir de emissões ópticas e pode chegar a 10 mil quilômetros por segundo, podemos obter a massa do buraco negro”, explica Thaisa. Por meio dessa abordagem alternativa, os astrofísicos brasileiros recalcularam esse parâmetro do buraco negro no centro da NGC 1097. Deu um resultado da ordem de 100 milhões de massas solares, número que é compatível com estimativas feitas por outras técnicas.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;b&gt;FAPESP (Pesquisa)&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-1780023568572358752?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/1780023568572358752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/uma-lampada-de-raios-x.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1780023568572358752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1780023568572358752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/uma-lampada-de-raios-x.html' title='Uma lâmpada de raios X'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-BrlM1QxHDVk/TviE-b4jW3I/AAAAAAAAEmE/dE6q7H_UC-k/s72-c/gal%2525C3%2525A1xia%252520espiral%252520NGC%2525201097_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-3072256820321705190</id><published>2011-12-23T00:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-23T00:53:48.546-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nebulosas'/><title type='text'>A Nebulosa da Coroa de Flores</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A WISE (Wide-field Infrared Surevey Explorer) da NASA captou a foto abaixo da chamada Nebulosa da Coroa de Flores.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-RWJtnaLo-U4/TvPtOAfWiVI/AAAAAAAAEks/v3_vHkxwgV0/s1600-h/nebulosa%252520Barnard%2525203%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="nebulosa Barnard 3" alt="nebulosa Barnard 3" src="http://lh3.ggpht.com/-A2btDalW8LA/TvPtO-iwnaI/AAAAAAAAEk0/uz0OF790VOM/nebulosa%252520Barnard%2525203_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="387" height="434" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© WISE (nebulosa Barnard 3)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O nome oficial da nebulosa é: Barnard 3 ou IRAS Ring G159.6-18.5. Nuvens interestelares como essa são verdadeiros berçários cósmicos, locais onde estrelas estão nascendo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O anel verde é feito de pequenas partículas de poeira quente que tem composição semelhante à névoa encontrada na Terra. A nuvem vermelha, no meio é provavelmente feita de poeira que é mais metálica e mais fria do que as regiões ao redor. A brilhante estrela no meio da nuvem vermelha, chamada de HD 278942, é tão luminosa que ela é provavelmente o que faz com que o anel ao redor brilhe. De fato, ventos estelares poderosos são os responsáveis por limpar a poeira quente ao redor e criar a forma anelada. A região que brilha intensamente na cor amarelo-esverdeado, à esquerda do centro é similar ao anel, apesar de ser mais densa. As estrelas brancas-azuladas dispersas através da cena estão localizadas tanto na frente como além da nebulosa.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Regiões similares à Nebulosa da Coroa de Flores são encontradas perto da banda da Via Láctea no céu noturno. A Nebulosa da Corao de Flores está um pouco afastada dessa banda, perto da borda entre a constelação de Perseus e Taurus, mas ela está localizada relativamente próxima da Terra a aproximadamente 1.000 anos-luz, a nuvem ainda é parte da Via Láctea.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As cores usadas nessa imagem representam comprimentos de onda específicos da luz infravermelha. A cor azul e ciano representa a luz com comprimento de onda de 3,4 e 4,6 mícron emitida predominantemente pelas estrelas. As cores verde e vermelha representam a luz de 12 e 22 mícron respectivamente, emitidas preferencialmente pela poeira.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: NASA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-3072256820321705190?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/3072256820321705190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/nebulosa-da-coroa-de-flores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/3072256820321705190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/3072256820321705190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/nebulosa-da-coroa-de-flores.html' title='A Nebulosa da Coroa de Flores'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-A2btDalW8LA/TvPtO-iwnaI/AAAAAAAAEk0/uz0OF790VOM/s72-c/nebulosa%252520Barnard%2525203_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-4479540916182471881</id><published>2011-12-22T15:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-22T15:00:32.002-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><title type='text'>Galáxia vigorosa no alvorecer cósmico</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Uma equipe internacional de astrônomos liderada por Masami Ouchi, da Universidade de Tóquio descobriu uma galáxia vigorosa em formação que surgiu cerca de 750 milhões de anos após o Big Bang.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-23c2YkrCInU/TvNiKztKxbI/AAAAAAAAEj0/xpoGzcF7WvM/s1600-h/gal%2525C3%2525A1xia%252520vigorosa%252520no%252520alvorecer%252520c%2525C3%2525B3smico%25255B9%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="galáxia vigorosa no alvorecer cósmico" alt="galáxia vigorosa no alvorecer cósmico" src="http://lh4.ggpht.com/-jVvqCZZEjuM/TvNiLkrKWgI/AAAAAAAAEj8/OyOEtMjHSzM/gal%2525C3%2525A1xia%252520vigorosa%252520no%252520alvorecer%252520c%2525C3%2525B3smico_thumb%25255B5%25255D.jpg?imgmax=800" width="408" height="309" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Sptizer/Hubble (galáxia vigorosa no alvorecer cósmico)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esta galáxia, chamada GN-108036, foi uma excelente fonte de formação de estrelas na alvorada cósmica, que estava gerando uma quantidade excepcional de estrelas.   &lt;br /&gt;A equipe obteve os espectros da GN-108036 e calculou sua distância da Terra para confirmar que é uma das galáxias mais distantes já descobertas. Uma análise de imagens de arquivo revelaram a ocorrência de formação de estrelas extremamente enérgetica dentro dela, com uma grande massa de gás equivalente a cerca de uma centena de sóis por ano, estava gerando estrelas. Embora nove galáxias com cerca de 600 a 800 anos após o Big Bang foram confirmadas até o momento, a GN-108036 formou estrelas muito mais vigorosamente do que as outras galáxias. O líder da equipe Ouchi, comentou: &amp;quot;As galáxias estavam ativamente formando estrelas muito tempo depois do Big Bang, e algumas delas foram comparáveis ​​ou até mesmo mais ativas do que a GN-108036. A descoberta significativa sobre a GN-108036 é que ela demonstra a existência de uma galáxia de formação estelar vigorosa quando o Universo ainda era muito frio e escuro. &amp;quot;    &lt;br /&gt;Cerca de 380.000 anos após o Big Bang, uma diminuição na temperatura do Universo devida aos elétrons e prótons ao se juntarem para formar hidrogênio neutro. O Universo entrou na sua &amp;quot;idade escura&amp;quot; neste momento. Bahram Mobasher, um membro da equipe da Universidade da Califórnia, Riverside, explicou como a idade das trevas terminou: &amp;quot;Ela terminou quando nuvens de gás de hidrogênio neutro colapsou para gerar estrelas, formando as primeiras galáxias, o que provavelmente irradiou fótons de alta energia e reionizando o Universo. As galáxias como a GN-108036 podem ter contribuído para o processo de reionização, que é responsável pela transparência do Universo hoje. &amp;quot;    &lt;br /&gt;Para determinar a distância até a galáxia, os astrônomos utilizaram o espectrógrafo do Observatório Keck. Os dados coletados coletados mostraram uma linha Lyman-alfa, que indica as emissões de hidrogênio brilhante na parte ultravioleta do espectro. Atenuação de hidrogênio neutro no meio intergaláctico causou a sua esperada assimetria.    &lt;br /&gt;Os astrônomos detectaram sinais por meio de observações recentes descobrindo que a galáxia tem um diâmetro de cerca de 5.000 anos-luz, apenas 5% mais extensa que a Via Láctea, e que a quantidade de estrelas que nascem a cada ano foi mais de dez vezes maior do que em outras galáxias a uma distância comparável.    &lt;br /&gt;Curiosamente, várias equipes de astrônomos relataram descobertas de galáxias compactas e maciças de idade em torno de quatro bilhões de anos após o Big Bang. Como se formaram permanece um mistério. A formação estelar das galáxias, tais como a GN-108036 pode ser os ancestrais de galáxias desse tipo. Investigações detalhadas sobre a natureza da GN-108036 vai fornecer informação importante para compreender as fases iniciais da formação e evolução das galáxias.    &lt;br /&gt;Esta pesquisa será publicada no dia 10 de janeiro de 2012 na edição do &lt;em&gt;The Astrophysical Journal&lt;/em&gt;. A pesquisa é baseada nos dados coletados no telescópio Subaru, que é operado pelo NAOJ (National Astronomical Observatory of Japan), o Observatório Keck, que é operado como uma parceria científica entre o Instituto de Tecnologia da Califórnia e a NASA, o telescópio espacial Hubble, gerido pela NASA e a ESA, o telescópio Spitzer do JPL (Jet Propulsion Laboratory) da NASA.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: NAOJ&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-4479540916182471881?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/4479540916182471881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/galaxia-vigorosa-no-alvorecer-cosmico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/4479540916182471881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/4479540916182471881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/galaxia-vigorosa-no-alvorecer-cosmico.html' title='Galáxia vigorosa no alvorecer cósmico'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-jVvqCZZEjuM/TvNiLkrKWgI/AAAAAAAAEj8/OyOEtMjHSzM/s72-c/gal%2525C3%2525A1xia%252520vigorosa%252520no%252520alvorecer%252520c%2525C3%2525B3smico_thumb%25255B5%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-533553679060869816</id><published>2011-12-22T12:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-22T12:23:56.192-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Exoplanetas'/><title type='text'>Dois novos exoplanetas menores que a Terra</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Descoberto um par de exoplanetas ainda mais diminutos que os outros dois anunciados recentemente pela NASA.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-H2ZRuL55sEI/TvM9d7HlLoI/AAAAAAAAEjI/T-9t3Rj4tpU/s1600-h/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520dos%252520dois%252520exoplanetas%252520ao%252520redor%252520da%252520estrela%252520KOI%25252055%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="ilustração dos exoplanetas ao redor da estrela KOI 55" alt="ilustração dos exoplanetas ao redor da estrela KOI 55" src="http://lh3.ggpht.com/-msDgAuDNflc/TvM9egk5HbI/AAAAAAAAEjQ/RqlZ3S1bM7I/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520dos%252520dois%252520exoplanetas%252520ao%252520redor%252520da%252520estrela%252520KOI%25252055_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="396" height="268" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Charpinet (ilustração dos exoplanetas ao redor da estrela KOI 55)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os astros recém-descobertos são remanescentes de planetas gigantes que foram engolidos por sua estrela e depois &amp;quot;cuspidos&amp;quot; como &amp;quot;caroços&amp;quot;. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A descoberta foi feita com a análise de dados do mesmo telescópio espacial, o Kepler, mas por um grupo diferente, liderado pelo francês Stephane Charpinet. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os novos planetas têm 86,7% e 75,9% do raio da Terra e massas estimadas em 44% e 65%. Eles têm órbita muito próxima de sua estrela e possui superfície quente demais para abrigar água líquida e vida. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O aspecto mais inusitado dos planetas é que no centro do sistema estelar que os abriga está a KOI 55, estrela de idade avançada e que já passou pela fase em que se torna uma gigante vermelha. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;É o mesmo destino previsto para o Sol, daqui a 5 bilhões de anos, quando o hidrogênio, combustível para a fusão nuclear em seu interior, começar a se esgotar. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No passado, os planetas em torno de KOI 55, batizados apenas como KOI 55.01 e KOI 55.02, eram provavelmente astros com tamanhos similares aos de Júpiter e Saturno, os gigantes gasosos do Sistema Solar. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Quando a estrela começou a virar uma gigante vermelha, sua atmosfera estelar começou a se expandir tanto que encobriu os dois planetas. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O grupo de Charpinet descreve no estudo o que acha que ocorreu após a estrela &amp;quot;engolir&amp;quot; os exoplanetas. Esse astros só acabaram engolfados na atmosfera estelar porque, apesar de ser grandes, tinham órbitas curtas, como a Terra. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Enquanto eles iam cavando seu caminho em meio ao envelope estelar, iam perdendo toda a camada exterior de gás e expelindo também o gás da atmosfera da gigante vermelha, fazendo-a perder massa&amp;quot;, explicou Betsy Green, da Universidade do Arizona, astrônoma que participou do estudo. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Se os planetas fossem pequenos naquela época, provavelmente não teriam sobrevivido. Só existem hoje porque começaram com uma quantidade de massa grande antes de sofrer atrito. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os planetas acabaram varrendo para fora a atmosfera da gigante vermelha, que pode ter perdido mais de 50% de sua massa. Agora ela é uma estrela da classe das sub-anãs quentes tipo B, que possuem um núcleo de hélio inerte e geram energia por fusão nuclear em camadas mais exteriores. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A descoberta dos planetas ocorreu meio por acaso. Charpinet e Green começaram a observar a KOI 55 para entender os modos de vibração da estrela, que exibe movimentos similares aos terremotos da Terra. A vibração causa oscilações no brilho que podem revelar propriedades interessantes da estrela, como sua massa e seu raio. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mas duas das oscilações periódicas que os cientistas detectaram tinham períodos de cinco a oito horas, longos demais para terremotos. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Charpinet concluiu que a probabilidade maior era a de que a oscilação de brilho estivesse sendo causada por planetas refletindo a luz de KOI 55, assim como os períodos da Lua refletem luz solar em quantidade diferente para a Terra. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os planetas rebatem uma quantidade enorme de luz, pois estão a menos de um centésimo da distância que a Terra está do Sol.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: Nature&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-533553679060869816?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/533553679060869816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/dois-novos-exoplanetas-menores-que.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/533553679060869816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/533553679060869816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/dois-novos-exoplanetas-menores-que.html' title='Dois novos exoplanetas menores que a Terra'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-msDgAuDNflc/TvM9egk5HbI/AAAAAAAAEjQ/RqlZ3S1bM7I/s72-c/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520dos%252520dois%252520exoplanetas%252520ao%252520redor%252520da%252520estrela%252520KOI%25252055_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-2231942484531254505</id><published>2011-12-21T18:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-21T18:23:05.484-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Supernovas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pulsar'/><title type='text'>Pulsar num remanescente de supernova</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Dados do observatórios de raios-X Chandra da NASA e do XMM-Newton da ESA foram combinados para descobrir um pulsar jovem nos restos de uma supernova localizada na Pequena Nuvem de Magalhães.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-KVddY5Z96ro/TvI_cE81UFI/AAAAAAAAEi4/5KpcXUWqUYY/s1600-h/pulsar%252520SXP%2525201062%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="pulsar SXP 1062" alt="pulsar SXP 1062" src="http://lh6.ggpht.com/-CAG7h7PhVbM/TvI_cxNQY8I/AAAAAAAAEjA/98he-ZIQu6w/pulsar%252520SXP%2525201062_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="402" height="404" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NASA/ESA (pulsar SXP 1062)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Isto pode ser a primeira vez que um pulsar, uma estrela muito densa, foi encontrado em um remanescente de supernova na Pequena Nuvem de Magalhães, uma diminuta galáxia satélite da Via Láctea.   &lt;br /&gt;Duas equipes diferentes de cientistas estimam que o remanescente de supernova em torno do pulsar SXP 1062 tem entre 10.000 e 40.000 anos. Isto significa que o pulsar é muito jovem, do ponto de vista astronômico, desde que foi supostamente formado na mesma explosão que produziu o remanescente de supernova. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A pesquisa começou com modelos teóricos para entender a evolução deste objeto incomum. Os dados ópticos também exibe formações espetaculares de gás e poeira em uma região de formação estelar no lado esquerdo da imagem. Uma comparação entre a imagem do Chandra com imagens ópticas mostram que o pulsar tem um companheiro quente e maciço.   &lt;br /&gt;Os astrônomos estão interessados ​​no SXP 1062 porque os dados do Chandra e do XMM-Newton mostram que ele está girando muito lentamente, uma vez a cada 18 minutos. Em contrapartida, alguns pulsares giram várias vezes por segundo, incluindo a maioria dos pulsares recém-nascidos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Na imagem os dados em raios-X do Chandra e do XMM-Newton estão em azul e os dados ópticos do Observatório Interamericano Cerro Tololo, no Chile, estão em vermelho e verde. O pulsar SXP 1062 é a fonte luminosa em branco localizado no lado direito da imagem no meio da emissão difusa em azul dentro de um escudo vermelho.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-2231942484531254505?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/2231942484531254505/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/pulsar-num-remanescente-de-supernova.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2231942484531254505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2231942484531254505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/pulsar-num-remanescente-de-supernova.html' title='Pulsar num remanescente de supernova'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-CAG7h7PhVbM/TvI_cxNQY8I/AAAAAAAAEjA/98he-ZIQu6w/s72-c/pulsar%252520SXP%2525201062_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-568250707985588869</id><published>2011-12-20T17:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-20T17:45:38.786-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Exoplanetas'/><title type='text'>Dois exoplanetas do tamanho da Terra</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Foram encontrados dois mundos do tamanho da Terra em órbita de uma estrela similar ao nosso Sol, em outro grande avanço na busca pelos chamados exoplanetas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-DXzlzymzon0/TvDlz0Ab0LI/AAAAAAAAEiM/EMitJbTy4L0/s1600-h/exoplaneta%252520Kepler-20e%25255B8%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="exoplaneta Kepler-20e" alt="exoplaneta Kepler-20e" src="http://lh3.ggpht.com/-e03owoFVPCA/TvDl0qSABeI/AAAAAAAAEiU/YMoErtYbh5U/exoplaneta%252520Kepler-20e_thumb%25255B6%25255D.jpg?imgmax=800" width="185" height="144" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-Qj3J_8gMT2E/TvDl3KerhoI/AAAAAAAAEic/VPyaqjA8aOE/s1600-h/exoplaneta%252520Kepler-20f%25255B11%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="exoplaneta Kepler-20f" alt="exoplaneta Kepler-20f" src="http://lh6.ggpht.com/-JfiCu4-dEEs/TvDl4JShnqI/AAAAAAAAEik/eXywv1xK6g0/exoplaneta%252520Kepler-20f_thumb%25255B9%25255D.jpg?imgmax=800" width="185" height="145" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NASA (ilustração dos exoplanetas Kepler-20e e Kepler-20f)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Um dos exoplanetas é apenas 3% maior do que a Terra e o outro, 13% menor, de proporção um pouco inferior à de Vênus.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Pressupõe-se que os planetas tenham uma composição rochosa similar à da Terra, mas eles orbitam tão perto de sua estrela, a Kepler-20, que a temperatura provavelmente seria alta demais para possibilitar a vida. O exoplaneta maior, Kepler-20f, completa um ano em 19,5 dias e deve ter uma atmosfera espessa de vapor d'água, enquanto o menor, Kepler-20e, dá uma volta completa na estrela em apenas 6,1 dias.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A descoberta dos dois foi uma façanha técnica. Eles são os menores exoplanetas encontrados desde que o primeiro mundo além do nosso Sistema Solar foi detectado oficialmente, em 1995. Sua distância também é enorme: a Kepler-20 fica a 3,9 mil anos-luz da Terra. Até agora, 708 planetas foram detectados em 534 sistemas solares, segundo um cálculo compilado pela Enciclopédia de Planetas Extrassolares.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Quase todos são gigantes gasosos ou estão situados perto ou longe demais de sua estrela para permitir que haja água em estado líquido. Apenas três foram confirmados como rochosos e orbitam a &amp;quot;zona Goldlocks&amp;quot;, onde a temperatura é agradável. Dois deles, Gliese 581d e HD 85512b, orbitam estrelas mais frias e menores que o Sol. O terceiro é o Kepler-22b, anunciado em 5 de dezembro, que tem 2,4 vezes o tamanho da Terra e orbita uma estrela similar ao Sol a cada 290 dias.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As duas novas descobertas foram encontradas por uma equipe chefiada por François Fressin, do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica, usando o telescópio espacial orbital Kepler, da NASA, que monitora mais de 150 mil estrelas a partir de minúsculas variações de luz. O sinal detectado pelo telescópio pode ser devido à um exoplaneta que está passando em frente a uma estrela.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: Nature&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-568250707985588869?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/568250707985588869/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/dois-exoplanetas-do-tamanho-da-terra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/568250707985588869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/568250707985588869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/dois-exoplanetas-do-tamanho-da-terra.html' title='Dois exoplanetas do tamanho da Terra'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-e03owoFVPCA/TvDl0qSABeI/AAAAAAAAEiU/YMoErtYbh5U/s72-c/exoplaneta%252520Kepler-20e_thumb%25255B6%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-1393764639172221995</id><published>2011-12-20T12:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-20T12:00:44.634-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><title type='text'>Alinhamento de galáxias gera ferradura cósmica</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Uma interessante galáxia aparece circulada nessa imagem feita pelo telescópio espacial Hubble.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-21PGje239F4/TvCUtE8_4SI/AAAAAAAAEhc/4a5w7EMfEKQ/s1600-h/gal%2525C3%2525A1xia%252520LRG%2525203-757%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="galáxia LRG 3-757" alt="galáxia LRG 3-757" src="http://lh3.ggpht.com/-g_AiN1e-RbM/TvCUt3yTa2I/AAAAAAAAEhk/CeNe6tG8Rvs/gal%2525C3%2525A1xia%252520LRG%2525203-757_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="396" height="318" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Hubble (galáxia LRG 3-757)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A galáxia, uma das galáxias de um grupo conhecido como Galáxias Luminosas Vermelhas, tem uma grande massa pouco comum, algo em torno de 10 vezes a massa da Via Láctea. Contudo, na verdade é a forma de ferradura azul na imagem acima que circunscreve a galáxia vermelha que é o grande destaque dessa imagem.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Essa ferradura azul é uma galáxia distante que tem sido ampliada e retorcida em um anel quase que completo por uma força gravitacional forte da massiva Galáxia Luminosa Vermelha que aparece em primeiro plano. Para ser vista a galáxia precisa de um alinhamento com a galáxia à sua frente e das galáxias ao fundo, fazendo com que a Ferradura Cósmica apareça.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Ferradura Cósmica é um dos exemplos mais conhecidos de um Anel de Einstein. Ela também fornece a tentadora visão do começo do Universo, o desvio para o vermelho da galáxia azul, uma medida de quanto o comprimento de onda da luz tem sido desviado pela expansão do cosmos, é de aproximadamente 2,4. Isso significa que que essa galáxia surgiu aproximadamente 3 bilhões de anos depois do Big Bang. Estima-se atualmente que o Universo tenha 13,7 bilhões de anos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os astrônomos descobriram a Ferradura Cósmica pela primeira vez em 2007 usando dados do Sloan Digital Survey. Mas essa imagem do Hubble feita na luz visível e infravermelha com a Wide Field Camera 3, oferece uma visão muito mais detalhada desse intrigante objeto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: ESA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-1393764639172221995?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/1393764639172221995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/ferradura-cosmica-surge-de-alinhamento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1393764639172221995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1393764639172221995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/ferradura-cosmica-surge-de-alinhamento.html' title='Alinhamento de galáxias gera ferradura cósmica'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-g_AiN1e-RbM/TvCUt3yTa2I/AAAAAAAAEhk/CeNe6tG8Rvs/s72-c/gal%2525C3%2525A1xia%252520LRG%2525203-757_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-7453527505049872935</id><published>2011-12-20T11:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-20T11:48:44.144-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><title type='text'>A bela forma da galáxia espiral M74</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O telescópio espacial Hubble fotografou recentemente a galáxia espiral M74, também conhecida como NGC 628.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-kXdOXGR1mLE/TvCSNy4AsMI/AAAAAAAAEhM/wL8Rlrrngh0/s1600-h/gal%2525C3%2525A1xia%252520M74%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="galáxia M74" alt="galáxia M74" src="http://lh4.ggpht.com/-bvHtyO_iRX0/TvCSOxC0f-I/AAAAAAAAEhU/Ydd_jwK37vU/gal%2525C3%2525A1xia%252520M74_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="399" height="305" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Hubble (galáxia M74)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ela é uma das mais perfeitas do gênero, com braços simétricos em forma de espiral que partem de seu centro, que são polvilhados por aglomerados de jovens estrelas azuis e regiões rosas brilhantes de hidrogênio ionizado. Essas regiões de formação de estrelas mostram um excesso de luz no comprimento de onda do ultravioleta. Ao longo dos braços espirais há presença de poeira que também originou-se nas proximidades do núcleo da galáxia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A M74 está a 32 milhões de anos-luz, na constelação de Peixes. Ela é a maior de um pequeno grupo com cerca de 12 galáxias reunidas, que juntas contém aproximadamente cem bilhões de estrelas, sendo um pouco menor que a Via Láctea.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: NASA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-7453527505049872935?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/7453527505049872935/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/bela-forma-da-galaxia-espiral-m74.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7453527505049872935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7453527505049872935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/bela-forma-da-galaxia-espiral-m74.html' title='A bela forma da galáxia espiral M74'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-bvHtyO_iRX0/TvCSOxC0f-I/AAAAAAAAEhU/Ydd_jwK37vU/s72-c/gal%2525C3%2525A1xia%252520M74_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-2591380194842855853</id><published>2011-12-19T12:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-19T12:15:38.105-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Buracos Negros'/><title type='text'>O menor buraco negro do Universo</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Uma equipe internacional de astrônomos identificou um candidato para o buraco negro mais pequeno conhecido usando dados de RXTE (Rossi X-ray Timing Explorer) da NASA.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-se3OJMiPaH8/Tu9HBZlkWKI/AAAAAAAAEgY/ZGqDdr_Fpro/s1600-h/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520do%252520disco%252520formado%252520no%252520buraco%252520negro%25255B6%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="ilustração do disco formado no buraco negro" alt="ilustração do disco formado no buraco negro" src="http://lh6.ggpht.com/-C3uFfMvoQEM/Tu9HCGcWuYI/AAAAAAAAEgg/UFdxDP2eb6M/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520do%252520disco%252520formado%252520no%252520buraco%252520negro_thumb%25255B4%25255D.jpg?imgmax=800" width="398" height="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NASA/GSFC (ilustração do disco formado no buraco negro)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A evidência vem de um tipo específico de raio-X padrão, apelidado de &amp;quot;batimento cardíaco&amp;quot; por causa de sua semelhança com um eletrocardiograma.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O buraco negro foi denominado IGR J1709-3624 após a obtenção das coordenadas astronômicas de sua posição no céu. O sistema binário combina uma estrela normal com um buraco negro que pode pesar menos do que três vezes a massa do Sol; que está perto do limite teórico de massa, onde os buracos negros se tornam possíveis.   &lt;br /&gt;O gás da estrela normal flui em direção ao buraco negro e forma um disco em torno dele. A fricção dentro do disco aquece o gás a milhões de graus, o que é quente o suficiente para emitir raios-X. Variações cíclicas na intensidade dos raios-X observadas refletem processos que ocorrem dentro do disco de gás. Os cientistas acreditam que as mudanças mais rápidas ocorrem perto do horizonte de eventos do buraco negro.    &lt;br /&gt;O sistema binário foi identificado durante uma explosão em 2003. Arquivamento de dados de várias missões espaciais mostram que se torna ativo cada poucos anos. Sua explosão mais recente começou em fevereiro e está em curso. O sistema está localizado na direção da constelação do Escorpião, mas a distância não está bem estabelecida, localizado a 16.000 anos-luz ou mais de 65.000 anos-luz de distância.    &lt;br /&gt;O detentor do recorde para uma ampla variabilidade de raios-X é um outro sistema binário do buraco negro chamado GRS 1915+105. Este sistema é único em exibição de mais de uma dúzia de padrões altamente estruturados, tipicamente com duração entre segundos e horas.    &lt;br /&gt;&amp;quot;Nós pensamos que a maioria destes padrões representam ciclos de acumulação e de ejeção de um disco instável, e agora vemos sete deles no IGR J17091&amp;quot;, disse Tomaso Belloni do Observatório Brera em Merate, na Itália.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O GRS 1915 tem um forte campo magnético perto do horizonte de eventos, onde ejeta parte do gás em direções opostas com cerca de 98% da velocidade da luz.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mudanças no espectro de raios-X observadas pelo RXTE durante cada batimento revelam que a região mais interna do disco emite radiação suficiente para empurrar para trás o gás, criando um vento forte para fora que interrompe o fluxo para dentro. Eventualmente, o disco interno fica tão brilhante e quente que essencialmente se desintegra e mergulha em direção ao buraco negro, restabelecendo o jato e começando um novo ciclo. Todo esse processo acontece em menos de 40 segundos.   &lt;br /&gt;A emissão do batimento do IGR J17091 pode ser 20 vezes mais fracas que do GRS 1915 e pode circular cerca de oito vezes mais rápido, em menos de cinco segundos.    &lt;br /&gt;Estima-se que a massa do GRS 1915 é cerca de 14 vezes da massa do Sol, colocando-o entre os buracos negros mais maciços conhecidos que se formaram por causa do colapso de uma única estrela. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esta análise é apenas o início de um programa maior para comparar esses dois buracos negros em detalhe utilizando dados do RXTE, do satélite Swift da NASA e do observatório XMM-Newton.   &lt;br /&gt;Um artigo descrevendo esta pesquisa foi publicado no The Astrophysical Journal Letters.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: NASA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-2591380194842855853?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/2591380194842855853/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/o-menor-buraco-negro-do-universo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2591380194842855853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2591380194842855853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/o-menor-buraco-negro-do-universo.html' title='O menor buraco negro do Universo'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-C3uFfMvoQEM/Tu9HCGcWuYI/AAAAAAAAEgg/UFdxDP2eb6M/s72-c/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520do%252520disco%252520formado%252520no%252520buraco%252520negro_thumb%25255B4%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-6762058160839352486</id><published>2011-12-17T15:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-17T16:32:02.138-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><title type='text'>Centaurus A: uma galáxia canibal</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A Centaurus A (NGC 5128) é a galáxia elíptica gigante mais próxima da Terra, situada a cerca de 11 milhões de anos-luz de distância. É um dos objetos mais estudados no céu meridional.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-Xpb7zS-5Vhc/Tuzf2CQ0ZzI/AAAAAAAAEf4/xw8b73LeNLo/s1600-h/gal%2525C3%2525A1xia%252520NGC%2525205128%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="galáxia NGC 5128" alt="galáxia NGC 5128" src="http://lh4.ggpht.com/-xXvREp9KZjs/Tuzf3O1vlCI/AAAAAAAAEgA/ygdQqXmQ5z4/gal%2525C3%2525A1xia%252520NGC%2525205128_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="400" height="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESO (galáxia NGC 5128)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Já em 1847 a sua aparência única tinha suscitado o interesse do famoso astrônomo inglês John Herschel, que catalogou os céus austrais, compilando uma lista detalhada de nebulosas. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No entanto, Herschel não podia saber que esta linda e espectacular aparência se deve a uma camada opaca de poeira que cobre a parte central da galáxia. Esta poeira deve ser os restos de uma fusão cósmica entre uma galáxia elíptica gigante e uma galáxia espiral mais pequena com muita poeira.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esta galáxia, há cerca de 200 a 700 milhões de anos, consumiu uma pequena galáxia espiral rica em gás - o conteúdo da qual parece encontrar-se em movimento no interior do núcleo de Centaurus A, provavelmente dando origem a novas gerações de estrelas. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os primeiros vislumbres dos restos desta refeição foram obtidos graças a observações feitas com o Observatório Espacial Infravermelho da ESA (ESA Infrared Space Observatory), as quais revelaram uma estrutura com uma dimensão de 16.500 anos-luz, muito semelhante à de uma pequena galáxia barrada. Mais recentemente, o telescópio espacial Spitzer da NASA resolveu esta estrutura num paralelograma, o qual pode ser explicado como o resto de uma galáxia espiral rica em gás que se encontra em queda na direcção de uma galáxia elíptica e se vai torcendo e deformando durante o processo. A fusão de galáxias é o mecanismo mais comum para explicar a formação de galáxias elípticas gigantes.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Estas imagens obtidas com o telescópio de 3,58 metros, o New Technology Telescope instalado no Observatório do ESO de La Silla, proporcionaram aos astrônomos uma visão ainda mais nítida da estrutura desta galáxia, completamente livre de poeiras. As imagens originais, obtidas no infravermelho próximo através de três filtros diferentes(J, H, K) foram combinadas utilizando uma nova técnica que retira o efeito de ecrã escuro da poeira, resultando assim uma imagem limpa do centro da galáxia. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O que os astrônomos descobriram é surpreendente: “Existe claramente um anel de estrelas e enxames escondido por trás das camadas de poeira, e as nossas imagens mostram-no bem, com um detalhe sem precedentes,” diz Jouni Kainulainen, autor principal do artigo que apresenta estes resultados. “Uma análise mais detalhada desta estrutura fornecerá importantes pistas sobre como terá ocorrido o processo de fusão e qual terá sido a função da formação estelar durante o mesmo.”&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os pesquisadores estão entusiasmados com as possibilidades desta nova técnica: “Estes são os primeiros passos no desenvolvimento de uma nova técnica que tem o potencial de traçar, a alta resolução e de maneira bastante eficaz, nuvens de gás gigantes noutras galáxias,” explica o co-autor João Alves. “Saber como estas nuvens gigantes se formam e evoluem é compreender como é que as estrelas se formam nas galáxias.” &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esperando pelos novos telescópios planeados, tanto terrestres como espaciais, “esta técnica é complementar dos dados de rádio que o ALMA obterá para galáxias próximas, e ao mesmo tempo abre boas perspectivas de investigação de populações estelares extragalácticas, com o futuro European Extremely Large Telescope do ESO e com o Telescópio Espacial James Webb, uma vez que a poeira é omnipresente nas galáxias,” diz o co-autor Yuri Beletsky.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Observações anteriores feitas com o instrumento ISAAC montado no VLT (Very Large Telescope) do ESO revelaram que existe um buraco negro de grande massa no interior de Centaurus A.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-pW_1tfSpV_U/Tuzf4I6NkxI/AAAAAAAAEgI/AXrnzTaWUcI/s1600-h/centro%252520de%252520Centaurus%252520A%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="centro de Centaurus A" alt="centro de Centaurus A" src="http://lh3.ggpht.com/-q1SQQPJdbqA/Tuzf41GfLFI/AAAAAAAAEgQ/5hsADjoyc_g/centro%252520de%252520Centaurus%252520A_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="400" height="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESO (centro de Centaurus A)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A sua massa é cerca de 200 milhões de vezes a massa do nosso Sol, ou ainda, 50 vezes mais maciço que o buraco negro que se encontra no centro da nossa Via Láctea. Contrastando com a nossa galáxia, o buraco negro de grande massa na Centaurus A está sendo continuamente alimentado por matéria que cai no seu interior, fazendo com que esta galáxia gigante seja muito ativa. De fato, Centaurus A é uma das fontes de rádio mais brilhantes do céu. Jatos de partículas altamente energéticas vindas do centro, são igualmente observadas em imagens de rádio e raios-X.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Fonte: ESO e Daily Galaxy&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-6762058160839352486?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/6762058160839352486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/centaurus-uma-galaxia-canibal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6762058160839352486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6762058160839352486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/centaurus-uma-galaxia-canibal.html' title='Centaurus A: uma galáxia canibal'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-xXvREp9KZjs/Tuzf3O1vlCI/AAAAAAAAEgA/ygdQqXmQ5z4/s72-c/gal%2525C3%2525A1xia%252520NGC%2525205128_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-1186955674334735805</id><published>2011-12-16T00:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-16T00:19:26.477-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estrelas'/><title type='text'>Uma jovem estrela diabólica</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Apesar das cores celestiais da imagem a seguir, não tem nada de pacífico sobre a região de formação de estrela conhecida como S106 ou Sh 2-106.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-hOUKYq7tdrU/TuqqqqX5GoI/AAAAAAAAEfA/46GuYmY3J0Q/s1600-h/regi%2525C3%2525A3o%252520S106%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="região S106" alt="região S106" src="http://lh5.ggpht.com/-U6qtwQMHQlg/TuqqrQGZREI/AAAAAAAAEfI/5XG1we3AsCw/regi%2525C3%2525A3o%252520S106_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="396" height="294" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Hubble (região S106)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Uma jovem estrela diabólica, denominada de S106 IR, localiza-se no material ejetado a alta velocidade, que corrompe o gás e a poeira ao redor. A estrela tem uma massa de mais ou menos 15 vezes a massa do Sol e está na fase final de seu processo de formação. Em breve ela irá acalmar e entrar na sequência principal onde passará a fase adulta de sua vida.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No momento, a S106 IR permanece mergulhada em sua nuvem natal, mas está se rebelando contra ela. O material expelido da estrela não somente dá à nuvem a forma de uma ampulheta mas também faz o gás hidrogênio ficar muito quente e turbulento.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A estrela jovem também aquece o gás ao redor, fazendo com que alcance temperaturas de 10.000ºC. A radiação da estrela ioniza os lobos de hidrogênio fazendo com que eles brilhem. A luz desse gás brilhante é colorida de azul na imagem.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Separando essas regiões de gás brilhante existe uma espessa linha de poeira mais fria, que aparece em vermelho na imagem. Esse material escuro esconde quase que completamente a estrela ionizada da nossa visão, mas o jovem objeto ainda pode ser visto através da parte mais selvagem da linha de poeira.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O S106 foi o 106˚ objeto a ser catalogado pelo astrônomo Stewart Sharpless em 1950. Ela está localizada a poucos milhares de anos-luz de distância na direção da constelação de Cygnus, o Cisne. A nuvem por si só é relativamente pequena para os padrões das regiões de formação de estrelas, aproximadamente 2 anos-luz ao longo do eixo maior. Isso representa aproximadamente a metade da distância entre o Sol e a estrela mais próxima, a Proxima Centauri.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: ESA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-1186955674334735805?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/1186955674334735805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/uma-jovem-estrela-diabolica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1186955674334735805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1186955674334735805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/uma-jovem-estrela-diabolica.html' title='Uma jovem estrela diabólica'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-U6qtwQMHQlg/TuqqrQGZREI/AAAAAAAAEfI/5XG1we3AsCw/s72-c/regi%2525C3%2525A3o%252520S106_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-2543027109358591547</id><published>2011-12-15T12:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-15T12:21:23.615-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Telescópios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><title type='text'>Uma galáxia transbordando de estrelas novas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A NGC 253 brilha a cerca de 11,5 milhões de anos-luz de distância na constelação austral do Escultor.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-PrZbRGG07Mk/TuoAkmHellI/AAAAAAAAEeg/qT5WJ7Jxo1s/s1600-h/gal%2525C3%2525A1xia%252520NGC%252520253%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img alt="galáxia NGC 253" height="315" src="http://lh3.ggpht.com/-1sdG1F9HKbg/TuoAlTtbBOI/AAAAAAAAEeo/hh0Qdfde54A/gal%2525C3%2525A1xia%252520NGC%252520253_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" style="display: inline;" title="galáxia NGC 253" width="394" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: #ff8000;"&gt;© ESO (galáxia NGC 253)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É muitas vezes apenas chamada Galáxia do Escultor, embora se lhe dêem também outros nomes como a Galáxia da Moeda de Prata ou do Dolar de Prata. É facilmente observável através de binóculos, já que é uma das galáxias mais brilhantes no céu, depois da enorme vizinha da Via Láctea, a Galáxia de Andrômeda.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os astrônomos observaram formação estelar muito intensa espalhada por toda a galáxia e classificaram-na como uma galáxia de formação estelar explosiva. Mais pormenores sobre a NGC 253 foram obtidos com o Very Large Telescope do ESO (VLT) e com o telescópio espacial Hubble da NASA/ESA. Em 2009, estes instrumentos mostraram que, no seu centro, a NGC 253 alberga um buraco negro supermassivo com propriedades muito semelhantes às do buraco negro que se esconde no centro da Via Láctea. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os muitos nodos brilhantes que polvilham a galáxia são maternidade estelares, onde estrelas quentes jovens começam a brilhar. A radiação emitida por estas jovens gigantes azuis-esbranquiçadas faz brilhar intensamente as nuvens de hidrogênio que se encontram em seu redor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta galáxia foi descoberta por uma astrônoma alemã-inglesa, Caroline Herschel, irmã do famoso astrônomo William Herschel, quando procurava cometas em 1783. Os Herschels teriam ficado maravilhados com o rico e imenso detalhe desta imagem da NGC 253 obtida pelo VST.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta imagem foi captada durante a fase de verificação científica do VST -&amp;nbsp; quando o desempenho científico do telescópio é testado antes do começo das operações. Os dados VST foram combinados com imagens no infravermelho do VISTA de modo a identificarem-se as gerações de estrelas mais jovens presentes na galáxia. A imagem tem mais de 12.000 pixels de comprimento e as excelentes condições atmosféricas do céu&amp;nbsp; do Observatório do Paranal do ESO, combinadas com a óptica do telescópio, resultaram em imagens de estrelas muito nítidas espalhadas por toda a imagem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O VST é um telescópio de rastreio de campo largo de 2,6 metros de diâmetro, com um tamanho de campo de um grau - correspondente a duas vezes o tamanho da Lua Cheia. O projeto VST é uma colaboração entre o INAF (Istituto Nazionale di Astrofisica) através do Osservatorio Astronomico di Capodimonte em Nápoles (Itália) e o ESO. A câmara OmegaCAM com 268 milhões de pixels, no coração do telescópio, foi montada para mapear o céu de forma rápida mas com qualidade de imagem exemplar. O VST é o maior telescópio do mundo concebido exclusivamente para mapear o céu no visível, complementando assim o VISTA, o telescópio de rastreio infravermelho do ESO, também instalado no Paranal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Observando esta imagem de forma ampliada não só nos dá a possibilidade de inspecionar detalhadamente a formação estelar nos braços em espiral da galáxia, mas também nos revela a rica tapeçaria de fundo, composta por galáxias muito mais distantes que a NGC 253.&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Fonte: ESO&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-2543027109358591547?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/2543027109358591547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/uma-galaxia-transbordando-de-estrelas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2543027109358591547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2543027109358591547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/uma-galaxia-transbordando-de-estrelas.html' title='Uma galáxia transbordando de estrelas novas'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-1sdG1F9HKbg/TuoAlTtbBOI/AAAAAAAAEeo/hh0Qdfde54A/s72-c/gal%2525C3%2525A1xia%252520NGC%252520253_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-4426894431345552576</id><published>2011-12-15T02:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-15T10:54:26.285-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Supernovas'/><title type='text'>Supernova de Tycho: emissora de raios gama</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;No início de novembro de 1572, os observadores na Terra testemunhou o surgimento de uma "nova estrela" na constelação de Cassiopéia, um evento reconhecido agora como a mais brilhante supernova a olho nu em mais de 400 anos.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-JsmeYjCcrIM/Tul9RthzPCI/AAAAAAAAEck/C_3Bx1zhew4/s1600-h/remanescente%252520de%252520supernova%252520Tycho%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img alt="remanescente de supernova Tycho" height="392" src="http://lh6.ggpht.com/-R1NWQhcSe7o/Tul9TU63HPI/AAAAAAAAEcs/YQfCrTd0L_k/remanescente%252520de%252520supernova%252520Tycho_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" style="display: inline;" title="remanescente de supernova Tycho" width="392" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: #ff8000;"&gt;© NASA (remanescente de supernova Tycho)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muitas vezes chamado de "supernova de Tycho", após o grande astrônomo dinamarquês Tycho Brahe, que ganhou notoriedade por seu extenso estudo do objeto, anos de dados coletados pelo telescópio espacial raios gama Fermi revelaram que continua sendo a estrela despedaçada que brilha devido aos raios gama de alta energia.   &lt;br /&gt;A supernova de 1572 foi um dos maiores divisores de água na história da astronomia. A estrela brilhava num momento em que o céu da noite foi considerado como uma parte fixa e imutável do Universo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A supernova apareceu pela primeira vez em torno de 06 de novembro, mas o tempo ruim manteve-a longe de Tycho, até que em 11 de novembro foi notada por ele. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A supernova permaneceu visível por 15 meses e não apresentou movimento no céu, indicando que ela estava localizada muito além do Sol, da Lua e dos planetas. Astrônomos modernos estimam que o restante encontra-se entre 9.000 e 11.000 anos-luz de distância.   &lt;br /&gt;A detecção fornece aos astrônomos outra pista para entender a origem dos raios cósmicos, partículas subatômicas constituídas principalmente por prótons, que se movem através do espaço a velocidades próximas à da luz. Exatamente onde e como essas partículas alcançam tais energias incríveis tem sido um mistério de longa data, porque as partículas carregadas em alta velocidade através da galáxia são facilmente desviadas por campos magnéticos interestelares. Isso torna impossível de rastrear os raios cósmicos de volta para suas fontes.    &lt;br /&gt;Os raios gama são a forma mais energética de luz e penetrante, que servem como indicadores para a aceleração de partículas que dão origem aos raios cósmicos.    &lt;br /&gt;"Essa detecção nos dá provas que sustentam a noção de que os restos de supernova podem acelerar os raios cósmicos", disse o co-autor Stefan Funk, astrofísico do Instituto Kavli de Astrofísica e Cosmologia de Partículas (KIPAC), em conjunto localizado no SLAC National Accelerator Laboratory e a Universidade de Stanford, na Califórnia.    &lt;br /&gt;Em 1949, o físico Enrico Fermi sugere que os raios cósmicos de energias elevadas foram acelerados nos campos magnéticos de nuvens de gás interestelar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Após mais de dois anos e meio de escaneando o céu, os dados LAT (Large Area Telescope) mostram claramente que uma região de emissão de raios gama com energia de GeV (gigaelétron-volts) é associada com o remanescente da supernova de Tycho; para comparação, a energia da luz visível é cerca de 2 a 3 de elétron-volts.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-FxX__6nVqb8/Tul9UENPv5I/AAAAAAAAEc0/9199VYieQGc/s1600-h/remanescente%252520supernova%252520de%252520Tycho%252520em%252520raios-X%25252C%252520infravermelho%252520e%252520r%2525C3%2525A1dio%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img alt="remanescente supernova de Tycho em raios-X, infravermelho e rádio" height="386" src="http://lh6.ggpht.com/-PD7uSvO-Qbk/Tul9VNbo5vI/AAAAAAAAEc8/PZPhDis8DB8/remanescente%252520supernova%252520de%252520Tycho%252520em%252520raios-X%25252C%252520infravermelho%252520e%252520r%2525C3%2525A1dio_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" style="display: inline;" title="remanescente supernova de Tycho em raios-X, infravermelho e rádio" width="399" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: #ff8000;"&gt;© JAXA (supernova de Tycho em raios-X, infravermelho e rádio)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A imagem acima mostra o plasma quente (cerca de dez milhões K, em azul por Suzaku), poeira quente (cerca de 100 K, em vermelho por AKARI), e gás molecular frio (CO; em verde por Galactic).&lt;/div&gt;O remanescente da supernova de Tycho é um importante achado para o Fermi, porque este objeto foi tão estudado extensivamente em outras partes do espectro eletromagnético, e agora tem grande oportunidade para identificar uma assinatura espectral indicando a presença de raios cósmicos.   &lt;br /&gt;Os pesquisadores concluíram que um processo de produção de píon é a melhor explicação da emissão. Primeiro, um próton viajando perto da velocidade da luz atinge um próton de movimento mais lento. Essa interação cria uma partícula instável - um píon - com apenas 14 por cento da massa do próton. Em apenas 10 milionésimos de um bilionésimo de segundos ocorre o decaimento do píon em um par de raios gama.    &lt;br /&gt;Se esta interpretação estiver correta, então em algum lugar dentro do remanescente, os prótons estão sendo acelerados até perto da velocidade da luz, e em seguida, interagindo com as partículas mais lentas para produzir raios gama, a forma mais extrema de luz.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fonte: Daily Galaxy&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-4426894431345552576?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/4426894431345552576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/supenova-de-tycho-emissora-de-raios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/4426894431345552576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/4426894431345552576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/supenova-de-tycho-emissora-de-raios.html' title='Supernova de Tycho: emissora de raios gama'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-R1NWQhcSe7o/Tul9TU63HPI/AAAAAAAAEcs/YQfCrTd0L_k/s72-c/remanescente%252520de%252520supernova%252520Tycho_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-7943720912931233677</id><published>2011-12-15T01:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-15T01:50:08.545-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Supernovas'/><title type='text'>Detectada supernova onze horas depois de explodir</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A descoberta de uma supernova em uma galáxia próxima à Terra 11 horas após sua explosão permitirá aos cientistas estudar as características desses sistemas pouco conhecidos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-i1YfDJXsS-I/TuluM9gqFdI/AAAAAAAAEcI/U-vxsPW8fds/s1600-h/gal%2525C3%2525A1xia%252520antes%252520e%252520depois%252520da%252520explos%2525C3%2525A3o%252520da%252520SN%2525202011fe%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="galáxia antes e depois da explosão da SN 2011fe" alt="galáxia antes e depois da explosão da SN 2011fe" src="http://lh5.ggpht.com/-V7zTdfauRNg/TuluN_KAfjI/AAAAAAAAEcQ/sxxivpIfoEU/gal%2525C3%2525A1xia%252520antes%252520e%252520depois%252520da%252520explos%2525C3%2525A3o%252520da%252520SN%2525202011fe_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="400" height="303" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Hubble (galáxia antes e depois da explosão da SN 2011fe)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A supernova SN 2011fe foi observada na galáxia Messier 101 no último mês de agosto por uma equipe de cientistas liderada por Peter Nugent, do laboratório Lawrence Berkeley, nos Estados Unidos. Mario Hamuy, da Universidade do Chile, explica em artigo paralelo, que esse achado permitirá investigar as particularidades das supernovas de tipo Ia, explosões estelares que constituem &amp;quot;uma ferramenta destacada em cosmologia, mas das quais se desconhece a natureza&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Existe o consenso que são uma classe de estrelas em explosão caracterizadas pela ausência de hidrogênio (o elemento químico mais abundante no Universo), que resultam da violenta explosão de uma anã branca, que é a remanescente de uma estrela que já completou seu ciclo normal de vida.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Normalmente, as anãs brancas, compostas de carbono e oxigênio, vão se apagando ao não alcançar a temperatura suficiente para completar a fusão desses elementos. No entanto, às vezes, se estão acompanhadas de outras estrelas, podem atrair a massa destas e momentaneamente ultrapassar o limite e entrar em colapso.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Se chegam a uma massa determinada, a temperatura aumenta até o ponto de possibilitar de novo a fusão do carbono e do oxigênio, o que, devido à grande pressão interior, gera uma explosão nuclear que dá lugar a uma supernova de tipo Ia. Os cientistas constataram que a origem de uma supernova de tipo Ia é uma anã branca, mas a descoberta da SN 2011fe permitirá estudar que tipo de estrela é a acompanhante da anã branca, explicou Hamuy.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As primeiras observações desta supernova permitem descartar que, pelo menos neste caso, a acompanhante da anã branca seja o que se conhece como uma gigante vermelha, que é cem vezes mais luminosa que o Sol. Os cientistas chegaram a esta conclusão porque, em caso contrário, teriam percebido seu rastro nas imagens prévias ao descobrimento da supernova.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Isto deixaria, segundo os modelos teóricos, outras duas opções: uma estrela subgigante, que são pouco mais luminosas que o Sol, ou outra anã branca, que é 10 mil vezes menos luminosa que este astro. Embora a qualidade das imagens prévias, obtidas mediante telescópio, não permitam descartar estas outras duas opções, Hamuy frisa que eliminar a opção da gigante vermelha &amp;quot;representa um grande avanço em nossa compreensão das estrelas geradoras das supernova de tipo Ia&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: Nature&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-7943720912931233677?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/7943720912931233677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/detectada-supernova-onze-horas-depois.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7943720912931233677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7943720912931233677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/detectada-supernova-onze-horas-depois.html' title='Detectada supernova onze horas depois de explodir'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-V7zTdfauRNg/TuluN_KAfjI/AAAAAAAAEcQ/sxxivpIfoEU/s72-c/gal%2525C3%2525A1xia%252520antes%252520e%252520depois%252520da%252520explos%2525C3%2525A3o%252520da%252520SN%2525202011fe_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-3164829611142128271</id><published>2011-12-15T00:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-15T01:44:09.531-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Buracos Negros'/><title type='text'>Objeto aproxima-se rapidamente de um buraco negro</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Ao longo de um programa de 20 anos de duração que utiliza os telescópios do ESO para monitorizar o movimento das estrelas em torno do buraco negro supermassivo situado no centro da nossa galáxia, uma equipe de astrônomos liderada por Reinhard Genzel do Instituto Max-Planck para a Física Extraterrestre (MPE) na Alemanha descobriu um objeto único em aproximação rápida ao buraco negro.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-nSFFa-2mMfE/TultBKVlVgI/AAAAAAAAEb4/EnLGgSD40Uk/s1600-h/simula%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520da%252520nuvem%252520de%252520g%2525C3%2525A1s%252520se%252520aproximando%252520do%252520buraco%252520negro%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="simulação da nuvem de gás se aproximando do buraco negro" alt="simulação da nuvem de gás se aproximando do buraco negro" src="http://lh6.ggpht.com/-7UiWC-MOqN4/TultBz6NpOI/AAAAAAAAEcA/pzPK3f70YkE/simula%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520da%252520nuvem%252520de%252520g%2525C3%2525A1s%252520se%252520aproximando%252520do%252520buraco%252520negro_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="396" height="228" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESO (simulação da nuvem de gás se aproximando do buraco negro)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nos últimos sete anos, a velocidade deste objeto praticamente duplicou, atingindo mais de 8 milhões de km/hora. Encontra-se numa órbita muito alongada e a meados de 2013 passará a uma distância de apenas 40 bilhões de quilômetros do horizonte de eventos do buraco negro, uma distância de cerca de 36 horas-luz. Trata-se, em termos astronômicos, de um encontro com um buraco negro supermassivo extremamente próximo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Este objeto é muito mais frio do que as estrelas circundantes (com uma temperatura de apenas cerca de 280ºC) e é essencialmente composto de hidrogênio e hélio. Trata-se de uma nuvem de poeira e gás ionizado com uma massa de cerca de três vezes a da Terra. A nuvem brilha sob a intensa radiação ultravioleta emitida por estrelas quentes, que se encontram em seu redor no coração superlotado da Via Láctea.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A atual densidade da nuvem é muito maior do que o gás quente que rodeia o buraco negro. No entanto, à medida que a nuvem se aproxima do buraco negro, a pressão externa que vai aumentando, irá comprimir a nuvem. Ao mesmo tempo, a grande força gravitacional do buraco negro, o qual tem uma massa quatro milhões de vezes maior que a do Sol, continuará a acelerar o movimento para o interior e a esticar a nuvem ao longo da sua órbita.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“A imagem de um astronauta, próximo de um buraco negro, a ser esticado até ficar tipo espaguete é bastante comum em ficção científica. Mas agora podemos efetivamente ver isso acontecendo à nova nuvem descoberta, que não vai sobreviver à experiência,” explica Stefan Gillesseen (MPE), autor principal do artigo científico que descreve os resultados.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As bordas da nuvem começam já a rasgar-se e espera-se que a nuvem se desfaça completamente em pedaços nos próximos anos. Os astrônomos vêem já sinais claros do aumento da perturbação no período de 2008 a 2011.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Espera-se também que o material se torne muito mais quente à medida que se aproximar do buraco negro em 2013 e comece a emitir em raios-X. Atualmente existe pouco material próximo do buraco negro, por isso a substância recém-chegada será o combustível dominante do buraco negro durante os próximos anos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Uma explicação para a formação da nuvem é que o material que a compõe possa ter vindo de estrelas jovens de grande massa que se encontram nas proximidades e que perdem massa muito rapidamente devido aos ventos estelares. Estrelas deste tipo sopram literalmente o seu gás para o exterior. A colisão de ventos estelares de uma estrela dupla conhecida que orbita em torno do buraco negro central pode ter levado à formação da nuvem.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“Os próximos dois anos serão muito interessantes e deverão trazer-nos informação extremamente valiosa sobre o comportamento da matéria em torno destes objetos massivos tão extraordinários,” conclui Reinhard Genzel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: ESO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-3164829611142128271?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/3164829611142128271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/objeto-aproxima-se-rapidamente-de-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/3164829611142128271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/3164829611142128271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/objeto-aproxima-se-rapidamente-de-um.html' title='Objeto aproxima-se rapidamente de um buraco negro'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-7UiWC-MOqN4/TultBz6NpOI/AAAAAAAAEcA/pzPK3f70YkE/s72-c/simula%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520da%252520nuvem%252520de%252520g%2525C3%2525A1s%252520se%252520aproximando%252520do%252520buraco%252520negro_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-3087846416495828173</id><published>2011-12-14T15:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-14T15:43:39.940-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aglomerados Estelares'/><title type='text'>O aglomerado de galáxias Abell 2052</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Como se fosse vinho em uma taça, vastas nuvens de gás quente são sacudidas no Abell 2052, um aglomerado de galáxias localizado à aproximadamente 480 milhões de anos-luz de distância da Terra.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-p9BJBA7GuGY/TujgA4KBWfI/AAAAAAAAEbY/FHqgWNabggo/s1600-h/aglomerado%252520%252520de%252520gal%2525C3%2525A1xias%252520Abell%2525202052%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="aglomerado de galáxias Abell 2052" alt="aglomerado de galáxias Abell 2052" src="http://lh3.ggpht.com/-FCNlLSGq8aE/TujgCP1ezII/AAAAAAAAEbg/XdQt3f6Oxiw/aglomerado%252520%252520de%252520gal%2525C3%2525A1xias%252520Abell%2525202052_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="399" height="399" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Chandra (aglomerado de galáxias Abell 2052)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Dados obtidos das emissões de raios-X e apresentados em azul pelo observatório de raios-X Chandra da NASA mostram o gás quente em seu sistema dinâmico; dados obtidos da emissão na luz visível e captados pelo VLT (Very Large Telescope) mostram as galáxias. O gás quente que brilha em raios-X tem uma temperatura média de 30 milhões de graus.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Uma grande estrutura em espiral no gás quente, se espalhando por quase um milhão de anos-luz, é vista ao redor da parte de fora da imagem, envolvendo uma gigantesca galáxia elíptica no centro. Essa espiral foi criada quando um pequeno aglomerado de galáxias se chocou com um aglomerado maior que circundava a galáxia elíptica central.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;À medida que o aglomerado menor se aproximava, o gás quente denso do aglomerado central foi atraído pela sua gravidade. Após o aglomerado menor ter passado pelo centro do aglomerado, a direção de movimento do aglomerado reverteu e ele começou a viajar de volta rumo ao centro do aglomerado maior. O aglomerado então passou novamente pelo centro do aglomerado maior e sacudiu todo o material ali como se faz com uma taça com vinho. No caso do vinho as paredes da taça empurram o vinho de volta ao centro, onde no aglomerado a força gravitacional da matéria nos aglomerados é puxada de volta. O gás agitado acaba tomando um padrão espiral pelo fato da colisão entre os dois aglomerados não ter sido uma colisão central.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esse tipo de mecanismo de sacudida no Abell 2052 teve importantes implicações físicas. Primeiro, ele ajudou a empurrar parte do gás mais denso e frio localizado no centro do aglomerado, onde as temperaturas são cerca de 10 milhões de graus, para longe do núcleo. Isso ajudou a prevenir futuro resfriamento desse gás no núcleo e poderia limitar a quantidade de novas estrelas que seriam formadas na galáxia central. Os movimentos de sacudida como esses que aconteceram no Abell 2052, também redistribuíram os elementos pesados, como o ferro e o oxigênio, que são forjados em explosões de supernovas. Esses elementos são usados na futura geração de estrelas e planetas e são necessários para a formação da vida como a conhecemos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As observações feitas pelo Chandra no Abell 2052, foram relativamente longas, durando mais de uma semana. Essa observação profunda foi necessária para se detectar todos os detalhes que são visíveis nessa imagem. Mesmo assim, um certo processamento foi necessário para revelar a estrutura espiral mais externa.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em adição ao aspecto espiral de grande escala, as observações profundas feitas pelo Chandra revelaram detalhes surpreendentes no centro do aglomerado relacionados com explosões de um buraco negro supermassivo central. Os dados do Chandra mostram claras bolhas sendo evacuadas pelo material expelido do buraco negro, que são envolvidas por anéis densos, brilhantes e frios. Como acontece com o movimento de agito, essa atividade ajuda a prevenir o resfriamento do gás no núcleo do aglomerado, impondo assim limites para o crescimento da galáxia elíptica gigante e de seu buraco negro supermassivo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esses resultados foram publicados no The Astrophysical Journal.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-3087846416495828173?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/3087846416495828173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/o-aglomerado-de-galaxias-abell-2052.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/3087846416495828173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/3087846416495828173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/o-aglomerado-de-galaxias-abell-2052.html' title='O aglomerado de galáxias Abell 2052'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-FCNlLSGq8aE/TujgCP1ezII/AAAAAAAAEbg/XdQt3f6Oxiw/s72-c/aglomerado%252520%252520de%252520gal%2525C3%2525A1xias%252520Abell%2525202052_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-7490640859197213833</id><published>2011-12-14T14:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-14T15:26:10.068-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nebulosas'/><title type='text'>Uma visão infravermelha do Dragonfish</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A imagem a seguir em infravermelho obtida pelo telescópio espacial Spitzer da NASA mostra a nebulosa apelidada de Dragonfish.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/--VxHqtChdOM/TujcK4ra85I/AAAAAAAAEbI/jUFQkJJPl_Q/s1600-h/nebulosa%252520Dragonfish%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="nebulosa Dragonfish" alt="nebulosa Dragonfish" src="http://lh4.ggpht.com/-7wk6lKNOjeU/TujcMEQjNOI/AAAAAAAAEbQ/-gU7V4YNo3g/nebulosa%252520Dragonfish_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="398" height="257" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Spitzer (nebulosa Dragonfish)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt; Essa região turbulenta, cheia de estrelas, é o local de algumas das estrelas mais massivas e luminosas da nossa Via Láctea. Ela está localizada a aproximadamente 30.000 anos-luz de distância na constelação da Crux (Cruzeiro do Sul).&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As estrelas massivas têm inflado uma bolha de gás e poeira, cavando uma concha de mais de 100 anos-luz de diâmetro (observe a parte inferior central da imagem). Essa concha forma a boca repleta de dentes do Dragonfish, e as duas estrelas brilhantes marcam a posição do que seriam seus olhos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A luz infravermelha nessa região vem do gás e da poeira que são aquecidos pelo aglomerado central de estrelas massivas que não é visível na imagem acima. Os pontos brilhantes ao longo da concha que marcam os olho do Dragonfish são possíveis regiões menores de formação de novas estrelas, que têm seu nascimento disparado pela compressão do gás e da poeira pelo vento soprado pelas estrelas massivas centrais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: NASA/JPL&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-7490640859197213833?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/7490640859197213833/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/uma-visao-infravermelha-do-dragonfish.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7490640859197213833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7490640859197213833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/uma-visao-infravermelha-do-dragonfish.html' title='Uma visão infravermelha do Dragonfish'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-7wk6lKNOjeU/TujcMEQjNOI/AAAAAAAAEbQ/-gU7V4YNo3g/s72-c/nebulosa%252520Dragonfish_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-1178564042580868223</id><published>2011-12-13T12:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-13T12:53:10.176-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aglomerados Estelares'/><title type='text'>Região central do aglomerado NGC 6642</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A natureza compacta dos aglomerados globulares é uma faca de dois gumes. Por um lado, tendo tantas estrelas de idades similares isso fornece aos astrônomos detalhes sobre a química da nossa galáxia no início de sua vida.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-tgoDAJh76-8/Tudmz30mR9I/AAAAAAAAEZ8/RZyrjQi95lI/s1600-h/aglomerado%252520globular%252520NGC%2525206642%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="aglomerado globular NGC 6642" alt="aglomerado globular NGC 6642" src="http://lh3.ggpht.com/-pRfKUzMKoEk/Tudm1BdTpHI/AAAAAAAAEaE/-AAwzM2umDI/aglomerado%252520globular%252520NGC%2525206642_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="399" height="412" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Hubble (aglomerado globular NGC 6642)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mas, ao mesmo tempo, a grande densidade de estrelas no interior dos aglomerados globulares também torna difícil para os astrônomos identificar estrelas de forma individual.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O núcleo do NGC 6642, mostrado na imagem acima feita pelo telescópio espacial Hubble, é particularmente denso, fazendo desse aglomerado um alvo observacional difícil para a grande maioria dos telescópios. Além disso, ele ocupa um posição bem central na nossa galáxia, significando normalmente a obtenção de imagens de várias estrelas que não pertencem a esse aglomerado.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Contudo, usando o poder da Advanced Camera for Surveys (ACS) do Hubble, os astrônomos podem identificar e remover essas estrelas que não pertencem ao aglomerado e assim conseguem fazer uma imagem com incrível detalhe do centro do aglomerado. Usando a câmera ACS do Hubble os astrônomos já haviam feito muitas descobertas interessantes sobre o NGC 6642. Por exemplo, as estrelas errantes azuis (estrelas que aparentemente possuem uma idade diferente das demais estrelas do aglomerado), foram vistas neste aglomerado globular, quee é conhecido por ser carente de estrelas de pequena massa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: ESA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-1178564042580868223?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/1178564042580868223/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/regiao-central-do-aglomerado-ngc-6642.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1178564042580868223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1178564042580868223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/regiao-central-do-aglomerado-ngc-6642.html' title='Região central do aglomerado NGC 6642'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-pRfKUzMKoEk/Tudm1BdTpHI/AAAAAAAAEaE/-AAwzM2umDI/s72-c/aglomerado%252520globular%252520NGC%2525206642_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-1717978211607261848</id><published>2011-12-13T11:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-13T12:40:03.480-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estrelas'/><title type='text'>A medida da temperatura de estrelas achatadas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A maioria das estrelas, devido à rotação e sua natureza gasosa, mostram um achatamento nos polos.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-qJghgYalNnM/Tudifyj-zFI/AAAAAAAAEZs/0_eP2NGWPx4/s1600-h/estrelas%252520com%252520diversos%252520graus%252520de%252520achatamento%252520nos%252520p%2525C3%2525B3los%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img alt="estrelas com diversos graus de achatamento nos polos" height="407" src="http://lh4.ggpht.com/-1uvL0FwP9kg/TudiglRmpPI/AAAAAAAAEZ0/T8YvdlChvfs/estrelas%252520com%252520diversos%252520graus%252520de%252520achatamento%252520nos%252520p%2525C3%2525B3los_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" style="display: inline;" title="estrelas com diversos graus de achatamento nos polos" width="396" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: #ff8000;"&gt;© IAA (estrelas com diversos graus de achatamento nos polos)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas algumas giram em velocidades próximas à da ruptura - uma velocidade limite que, se superada, provocaria a ruptura da estrela - fazendo com que seja de forma claramente ovalada (que também pode ocorrer em estrelas binárias devido à atração mútua). Para determinar a temperatura destas estrelas distorcidas é usado teorema de von Zeipel, que apesar de seu uso difundido por quase um século, nunca foi livre de debate. Agora, Antonio Claret, do Instituto de Astrofísica de Andaluzia (IAA-CSIC), mostrou que esse teorema mostra desvios graves e devem ser incluídos em um modelo mais amplo.   &lt;br /&gt;Em 1924, o astrofísico Hugo von Edvard Zeipel sueco demonstrou teoricamente que, para estrelas achatadas quentes - com temperaturas superiores a 8.000ºC - a temperatura é proporcional à gravidade local. E introduziu o conceito de "escurecimento por gravidade" que faz com que uma estrela achatada a temperatura nos polos é maior do que no Equador (no Sol, este efeito é dificilmente perceptível, devido à sua baixa taxa de rotatividade).    &lt;br /&gt;"O valor que von Zeipel atribuiu para o escurecimento por gravidade tem sido discutido teoricamente e, recentemente, foram publicados trabalhos de observações astronômicas que revelam desvios significativos", disse Claret Antonio. A aplicação de um expoente de escurecimento por gravidade pressupõe um cálculo errôneo da termodinâmica da estrela, que por sua vez envolve a obtenção de valores de massa, luminosidade e idade errados.    &lt;br /&gt;Von Zeipel não se equivocou, mas desenvolveu um modelo que deve ser complementado, deve ser também aplicado às estrelas frias, que é resolvido com este novo modelo teórico.    &lt;br /&gt;Focando casos de estrelas altamente deformadas e através do uso de equações de transporte de energia mais elaborado, Antonio Claret mostrou as limitações do teorema von Zeipel reconciliando os novos valores teóricos com os observacionais.    &lt;br /&gt;Assim, com este novo formalismo, pode ser conhecido o escurecimento por gravidade do interior para a atmosfera das estrelas, e dela derivam uma conclusão importante: o teorema de von Zeipel só se aplica para as regiões mais profundas da estrela e é um caso particular do novo modelo. No entanto, o que os astrofísicos observam são necessariamente as camadas externas, de modo que este novo modelo é a escolha certa para determinar os parâmetros essenciais da estrela com precisão.&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Fonte: Instituto de Astrofísica de Andaluzia&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-1717978211607261848?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/1717978211607261848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/medida-da-temperatura-de-estrelas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1717978211607261848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1717978211607261848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/medida-da-temperatura-de-estrelas.html' title='A medida da temperatura de estrelas achatadas'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-1uvL0FwP9kg/TudiglRmpPI/AAAAAAAAEZ0/T8YvdlChvfs/s72-c/estrelas%252520com%252520diversos%252520graus%252520de%252520achatamento%252520nos%252520p%2525C3%2525B3los_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-4386229432656737744</id><published>2011-12-12T00:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-12T00:08:26.589-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nebulosas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estrelas'/><title type='text'>Gatilho da formação estelar</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A imagem composta abaixo combina os dados do observatório de raios-X Chandra e do telescópio espacial Spitzer mostrando a nuvem molecular Cepheus B, localizada na nossa galáxia cerca de 2.400 anos-luz da Terra.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-NOBliQG1GoE/TuVV87I_zSI/AAAAAAAAEZQ/PSTVaq2V0ck/s1600-h/Cepheus%252520B%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="Trigger-Happy Star Formation" alt="Trigger-Happy Star Formation" src="http://lh6.ggpht.com/-itcy96gYq-s/TuVV9n1uw0I/AAAAAAAAEZY/1TH8fDuEr2c/Cepheus%252520B_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="393" height="482" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Chandra/Spitzer (Cepheus B)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Uma nuvem molecular é uma região que contém gás interestelar frio e poeira que sobraram da formação da galáxia e contém principalmente hidrogênio molecular. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As observações do Chandra permitiram aos astrônomos captar estrelas jovens dentro e perto da Cepheus B, identificadas por suas emissões fortes de raios-X. Os dados do Spitzer mostram se nas estrelas jovens têm um disco protoplanetário ao redor delas. Esses discos só existem em sistemas muito jovens, onde planetas ainda estão se formando, por isso sua presença é uma indicação da idade de um sistema estelar.   &lt;br /&gt;Estes dados fornecem uma excelente oportunidade para testar um modelo de como as estrelas se formam. Um estudo a respeito sugere que a formação de estrelas em Cepheus B é principalmente provocada pela radiação de uma estrela enorme e brilhante, a HD 217086, que está fora da nuvem molecular. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A região de Cepheus B possui estrelas com cerca de um milhão de anos, e 70 a 80% delas têm discos protoplanetários. A região imediatamente ao lado de Cepheus B contêm estrelas com dois a três milhões de anos, e cerca de 60% delas têm discos. Na região mais externa à Cepheus B as estrelas têm aproximadamente de três a cinco milhões de anos, e cerca de 30% delas têm discos. Este aumento da idade enquanto as estrelas estão mais longe de Cepheus B é exatamente o que está previsto no modelo de formação de estrelas.   &lt;br /&gt;Diferentes tipos de desenvolvimento estelar são observados em outros ambientes. Por exemplo, a formação do nosso Sistema Solar pode ter sido provocado por uma explosão de supernova.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;/b&gt;&lt;strong&gt;Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-4386229432656737744?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/4386229432656737744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/gatilho-da-formacao-estelar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/4386229432656737744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/4386229432656737744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/gatilho-da-formacao-estelar.html' title='Gatilho da formação estelar'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-itcy96gYq-s/TuVV9n1uw0I/AAAAAAAAEZY/1TH8fDuEr2c/s72-c/Cepheus%252520B_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-5814508210574157404</id><published>2011-12-11T14:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-11T21:50:47.205-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Supernovas'/><title type='text'>Uma supernova antiga é revelada</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Aproximadamente a 3.700 anos atrás as pessoas na Terra teriam visto uma estrela nova muito brilhante no céu.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-UBFjh1tw7k8/TuVB0cO-dpI/AAAAAAAAEY0/3V7ndwz66qc/s1600-h/supernova%252520Puppis%252520A%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="supernova Puppis A" alt="supernova Puppis A" src="http://lh5.ggpht.com/-I9oBISeE2CU/TuVB1eniOcI/AAAAAAAAEY8/AkFZlcSYwxc/supernova%252520Puppis%252520A_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="389" height="480" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© WISE (supernova Puppis A)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;À medida que ela foi se apagando e sumindo de vista, ela foi sendo eventualmente esquecida, até que os astrônomos modernos encontraram o que restou dela, a chamada Puppis A. Vista como uma nuvem empoeirada e vermelha nessa imagem feita pelo WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer) da NASA, a Puppis A é a parte remanescente de uma explosão de supernova.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Puppis A se formou quando uma estrela massiva terminou sua vida em uma explosão extremamente brilhante e poderosa. As ondas de choque que se expandiram dessa explosão estão aquecendo a poeira e as nuvens de gás ao redor da supernova, fazendo com que brilhem e criem a bela nuvem vermelha que nós podemos observar aqui. Muito do material da estrela original foi violentamente expelido para o espaço. Contudo, uma parte desse material permanece em um objeto incrivelmente denso chamado de estrela de nêutrons. Essa estrela de nêutrons, muito apagada para ser vista nessa imagem, está se movendo a uma velocidade extremamente alta, algo superior a 3 milhões de milhas por hora. Os astrônomos estão perplexos com a absurda velocidade do objeto e apelidaram a estrela de “Bala de Canhão Cósmica”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Uma parte do gás e da poeira de coloração verde que é observado na imagem acima é proveniente de outra antiga supernova, a remanescente de supernova Vela. Essa explosão aconteceu a aproximadamente 12.000 anos atrás e numa região quatro vezes mais próxima da Terra do que a Puppis A. Se nós tivéssemos&amp;#160; uma visão de raios-X, ambas as remanescentes (Puppis A e Vela) seriam os maiores e mais brilhantes objetos que nós veríamos no céu noturno.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: NASA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-5814508210574157404?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/5814508210574157404/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/uma-supernova-antiga-e-revelada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5814508210574157404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5814508210574157404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/uma-supernova-antiga-e-revelada.html' title='Uma supernova antiga é revelada'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-I9oBISeE2CU/TuVB1eniOcI/AAAAAAAAEY8/AkFZlcSYwxc/s72-c/supernova%252520Puppis%252520A_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-6899987892360759404</id><published>2011-12-10T23:33:00.000-02:00</published><updated>2011-12-11T21:37:16.160-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Planetas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sistema Solar'/><title type='text'>O maior vulcão do Sistema Solar</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O planeta Marte, como a sonda Phoenix nos mostrou não é parecido com a Terra, ele é um mundo continuo, sem mar, sem suturas, assim descreveu Oliver Morton, um dos pesquisadores especialistas em mapear Marte.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-QAyRsb8qoXc/TuU-n1nMGRI/AAAAAAAAEYU/plW71_P4iYo/s1600-h/Monte%252520Olympus%252520visto%252520pela%252520sonda%252520Phoenix%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="Monte Olympus visto pela sonda Phoenix" alt="Monte Olympus visto pela sonda Phoenix" src="http://lh6.ggpht.com/-CqTSe8Io7rM/TuU-o0JFeEI/AAAAAAAAEYc/Ll9DENYmu2I/Monte%252520Olympus%252520visto%252520pela%252520sonda%252520Phoenix_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="392" height="450" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Phoenix (Monte Olympus)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mas se elevando acima das frequentes tempestades de poeira que assolam Marte, está o Monte Olympus, o maior vulcão conhecido e a maior montanha do nosso Sistema Solar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O edifício central desse vulcão se eleva a fantásticos 27 quilômetros acima da superfície de Marte, algo 3 vezes mais alto que o Monte Everest acima do mar e 2,6 vezes mais alto que o Monte Mauna Kea, medido desde a sua base. Ele tem 550 km de largura, flanqueado por abismos íngremes e tem uma caldeira complexa que tem 85 km de comprimento, 60 km de largura e 3 km de profundidade&amp;#160; com seis aberturas de crateras se sobrepondo. Sua borda externa é definhada por uma escarpa com 6 km de altura, algo único entre os vulcões de escudo conhecidos em Marte.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em 2004, a sonda Mars Express fez imagens de lavas antigas nos flancos do Monte Olympos. Com base no tamanho da cratera e na contagem de frequência, a superfície dessa escarpa oeste foi datada com 115 milhões de anos, abaixo de uma região que tem somente 2 milhões de anos de existência, algo recente em termos geológicos e que sugere que a montanha ainda pode estar em processo de atividades vulcânicas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O Monte Mauna Kea, no Havaí é um exemplo de vulcão de escudo similar só que em menor escala. O tamanho do Monte Olympos é extraordinário pois provavelmente não existe movimento de placas tectônicas. Desse modo, a crosta permaneceu imóvel sobre um chamado ponto quente e o vulcão continuou a despejar lava.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A montanha e poucos outros vulcões da região de Marte conhecida como Tharsis, é visível da Terra, e desde o século 19 os astrônomos vêm observando Marte. O astrônomo Patrick Moore aponta que durante as tempestades de poeira, Schiaparelli descobriu que o seu Nodus Gordis e Olympic Snow eram quase as únicas feições que poderiam ser observadas em Marte.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-zJrFY6MgHPQ/TuU-p-5yAEI/AAAAAAAAEYk/YmLoPI6V3V4/s1600-h/Monte%252520Olympus%252520visto%252520pela%252520sonda%252520Mariner%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="Monte Olympus visto pela sonda Mariner" alt="Monte Olympus visto pela sonda Mariner" src="http://lh4.ggpht.com/-p0WfAmGIuho/TuU-qjBogUI/AAAAAAAAEYs/R7MfP1wIa2g/Monte%252520Olympus%252520visto%252520pela%252520sonda%252520Mariner_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="388" height="386" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Mariner (Monte Olympus)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mas somente com as sondas Mariner pôde-se confirmar isso com certeza. Depois da sonda Mariner 9 ter fotografado o Monte Olympus de sua órbita em 1972, ficou claro que a sua altura era muito maior que qualquer montanha na Terra, e então seu nome foi alterado definitivamente para Monte Olympus.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: Daily Galaxy&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-6899987892360759404?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/6899987892360759404/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/o-maior-vulcao-do-sistema-solar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6899987892360759404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6899987892360759404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/o-maior-vulcao-do-sistema-solar.html' title='O maior vulcão do Sistema Solar'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-CqTSe8Io7rM/TuU-o0JFeEI/AAAAAAAAEYc/Ll9DENYmu2I/s72-c/Monte%252520Olympus%252520visto%252520pela%252520sonda%252520Phoenix_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-4168206859600499897</id><published>2011-12-09T14:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-09T14:15:00.591-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Universo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cosmologia'/><title type='text'>Alinhamento universal: o cosmo têm direção?</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O Universo não tem centro, nem aresta, nem regiões especiais inseridas entre galáxias e luz.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-A8Mn0gwdgu8/TuI0ADtMZyI/AAAAAAAAEYE/bZVOg-nnrJ8/s1600-h/gal%2525C3%2525A1xia%252520Triangulum%25255B8%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="galáxia Triangulum" alt="galáxia Triangulum" src="http://lh6.ggpht.com/-QJjay-nR3tA/TuI0A25k5GI/AAAAAAAAEYM/SjUYR4aogps/gal%2525C3%2525A1xia%252520Triangulum_thumb%25255B4%25255D.jpg?imgmax=800" width="398" height="298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Konstantin Mironov (galáxia Triangulum)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Não importa onde você olhe, é a mesma coisa. Este princípio cosmológico, um dos fundamentos da compreensão moderna do Universo, entrou em questão recentemente, no momento em que astrônomos encontraram evidências sutis de uma direção especial no espaço. O primeiro e mais bem estabelecido dado vem da radiação cósmica de fundo em micro-ondas (CMB), a chamada luminescência do Big Bang. Como esperado, a luminescência não é perfeitamente estável, como manchas quentes e frias localizadas no céu. Recentemente, porém, os cientistas descobriram que essas manchas não são distribuídas tão aleatoriamente como quando apareceram pela primeira vez. Elas alinham-se em um padrão que aponta para uma direção especial no espaço.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mais sugestões de uma seta cósmica vêm a partir de estudos de supernovas, cataclismas estelares que por um curto tempo ofuscam galáxias inteiras. Cosmólogos têm utilizado supernovas para mapear a expansão acelerada do Universo. Estudos estatísticos detalhados revelam que as supernovas estão se movendo ainda mais rápido em uma linha, apontando levemente para fora desta direção especial. Similarmente, astrônomos mediram aglomerados contínuos de galáxias, através do espaço, acima de um milhão de quilômetros por hora em direção a uma área no hemisfério sul. O que poderia significar tudo isso? Talvez nada. “Pode ser um golpe de sorte&amp;quot;, diz Dragan Huterer, um cosmólogo da Michigan University, em Ann Arbor, ou poderia ser um erro sutil que tem ocorrido nos dados. Ou, diz Huterer, talvez nós estejamos vendo os primeiros sinais de “algo surpreendente”.&amp;#160; &lt;br /&gt;O primeiro ímpeto de expansão do Universo poderia ter durado um pouco mais do que pensávamos, introduzindo a isso uma predisposição para o que ainda hoje persistisse. Outra possibilidade é que, em grande escala, o Universo poderia ser enrolado como um tubo, curvado em uma direção e plano em outras, de acordo com Glenn D. Starkman, um cosmólogo da Case Western Reserve University. Alternativamente, a chamada energia escura – algo incompreensível acelerando a expansão do Universo – pode agir de maneira diferente em diferentes lugares. Por enquanto, os dados permanecem preliminares, são sinais sutis de que algo pode estar errado com a nossa compreensão padrão do Universo. Os cientistas estão aguardando os dados do satélite Planck, que atualmente mede a CMB a partir de um local tranquilo, a 1,5 milhão de quilômetros acima. Isso irá confirmar medições anteriores desta direção peculiar ou mostrar que são efêmeras. Até então, o Universo poderia estar nos apontando para qualquer lugar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: Scientific American Brasil&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-4168206859600499897?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/4168206859600499897/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/alinhamento-universal-o-cosmo-tem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/4168206859600499897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/4168206859600499897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/alinhamento-universal-o-cosmo-tem.html' title='Alinhamento universal: o cosmo têm direção?'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-QJjay-nR3tA/TuI0A25k5GI/AAAAAAAAEYM/SjUYR4aogps/s72-c/gal%2525C3%2525A1xia%252520Triangulum_thumb%25255B4%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-5830923431572132399</id><published>2011-12-08T14:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-08T14:06:37.150-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Buracos Negros'/><title type='text'>Buraco negro devorando uma anã branca</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Novos resultados obtidos pelo telescópio espacial de raios-X Chandra da NASA e o telescópio Magellan do Observatório Las Campanas sugerem que um denso remanescente estelar foi rompido por um buraco negro com milhares de vezes a massa do Sol na NGC 1399, uma galáxia elíptica cerca de 65 milhões de anos luz da Terra.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-Z8ZF3DsaDtc/TuDfiHY6-vI/AAAAAAAAEXY/dDrNj-tBwd4/s1600-h/NGC%2525201399%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="galáxia NGC 1399" alt="galáxia NGC 1399" src="http://lh5.ggpht.com/-sZgNSgW0Ifc/TuDfjDJU-PI/AAAAAAAAEXg/bsOo_Vu70nM/NGC%2525201399_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="392" height="310" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Chandra e Hubble (galáxia NGC 1399)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A imagem em raios-X captada pelo Chandra são mostrados em azul e são sobrepostas em uma imagem óptica do telescópio espacial Hubble. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“Nós pensamos que estas assinaturas incomuns podem ser explicadas por uma anã branca, que se aproximou muito de um buraco negro e foi destruída pelas forças extremas de maré”, disse Joel Bregman da Universidade de Michigan.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As observações do Chandra mostram que esse objeto é uma fonte de raios-X ultraluminosas (ULX). As fontes ULXs emitem mais raios-X que estrelas, porém menos do que quasares. Sua natureza exata permanece um mistério, mas uma sugestão é que algumas ULXs são buracos negros com massas entre cerca de uma centena de vezes e milhares que da massa solar.    &lt;br /&gt;Se confirmada, essa descoberta seria uma forte evidência de um buraco negro com massa intermediária, que tem sido um tema muito debatido, e marcaria a primeira ocorrência de um buraco negro rompendo uma estrela distante.     &lt;br /&gt;Este ULX está em um aglomerado globular muito velho e cheio de estrelas. Os astrônomos já suspeitavam que os aglomerados globulares podem conter buracos negros de massa intermediária, mas a evidência conclusiva para isso tem sido difícil.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O par de interação NGC 4038 e NGC 4039 (galáxias Antennae) vistas na imagem a seguir têm 14 ULXs, nas regiões de formação estelar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-dw3PB6UFDW4/TuDfladgGAI/AAAAAAAAEXo/x1K04NLcwtc/s1600-h/intera%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520entre%252520as%252520gal%2525C3%2525A1xias%252520NGC%2525204038%252520e%2525204039%25255B4%25255D.png"&gt;&lt;img style="display: inline" title="interação entre as galáxias NGC 4038 e NGC 4039" alt="interação entre as galáxias NGC 4038 e NGC 4039" src="http://lh5.ggpht.com/-P236_KaZe5k/TuDfnyUpNBI/AAAAAAAAEXw/JLUIUQdXryQ/intera%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520entre%252520as%252520gal%2525C3%2525A1xias%252520NGC%2525204038%252520e%2525204039_thumb%25255B4%25255D.png?imgmax=800" width="396" height="391" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Chandra&lt;/font&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt; (interação entre as galáxias NGC 4038 e NGC 4039)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“Os astrônomos já observaram estrelas que foram dilaceradas por buracos negros supermassivos nos centros das galáxias, mas esta é a primeira evidência de um evento como esse em um aglomerado globular”, disse Jimmy Irwin, da Universidade do Alabama que liderou o estudo.    &lt;br /&gt;Irwin e seus colegas obtiveram espectros ópticos do objeto usando os telescópios Magellan I e II em Las Campanas, no Chile. Estes dados revelam emissões de gás rico em oxigênio e nitrogênio, mas não hidrogênio, um raro conjunto de sinais provenientes de aglomerados globulares. As condições físicas deduzidas dos espectros sugerem que o gás está orbitando um buraco negro de pelo menos 1.000 massas solares. A quantidade abundante de oxigênio e ausência de hidrogênio indicam que a estrela destruída era uma anã branca, a fase final de uma estrela do tipo solar que queimou seu hidrogênio deixando uma alta concentração de oxigênio. O nitrogênio visto no espectro óptico permanece um enigma.     &lt;br /&gt;O trabalho teórico sugere que a perturbação induzida por emissão de raios-X poderia ficar brilhante durante mais de um século, mas deve desaparecer com o tempo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: Daily Galaxy&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-5830923431572132399?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/5830923431572132399/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/buraco-negro-devorando-uma-ana-branca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5830923431572132399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5830923431572132399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/buraco-negro-devorando-uma-ana-branca.html' title='Buraco negro devorando uma anã branca'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-sZgNSgW0Ifc/TuDfjDJU-PI/AAAAAAAAEXg/bsOo_Vu70nM/s72-c/NGC%2525201399_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-5933788850919363412</id><published>2011-12-08T12:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-08T13:33:45.851-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sistema Solar'/><title type='text'>Circulando em tesouros lunares</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O Mare Crisium é um dos locais mais propícios de se identificar na Lua. Ele é grande e por si só, não é conectado a nenhum outro mar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-XLl7skD_kb8/TuDY1NjKStI/AAAAAAAAEXI/7oFABDveieo/s1600-h/Mare%252520Crisium%252520na%252520Lua%25255B6%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="Mare Crisium na Lua" alt="Mare Crisium na Lua" src="http://lh5.ggpht.com/-hihPcziK2eA/TuDY2OnghsI/AAAAAAAAEXQ/RAWtzNLtJdg/Mare%252520Crisium%252520na%252520Lua_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="405" height="308" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Philippe Tosi (Mare Crisium na Lua)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ele tem pouco interesse observacional em sua superfície a não ser as crateras Lick e Yerkes no lado mais raso que abraçam a borda ocidental. Mas ao redor do Mare Crisium existem crateras fascinantes para serem observadas, começando com a cratera com parede brilhante Proclus à direita. A Proclus é uma cratera bem jovem gerada por um impacto oblíquo. Na borda esquerda da imagem acima está uma fascinante cratera com desafios severos para os observadores e para aqueles que desejam fotografá-la. Crateras minúsculas com pequenos halos escuros e canais estreitos estão no interior mas são visíveis apenas nas melhores imagens. A melhor oportunidade de se observar a cratera de halo escuro é provavelmente na Lua Cheia quando os halos se tornam mais evidentes.&amp;#160; Na região da extrema direita localiza-se a cratera Taruntius, que apresenta um interior constituído de fraturas concêntricas. Como mostra essa imagem realizada com o Sol no alto, um quarto do seu interior é coberto com material escuro, provavelmente poeira que irrompeu da erupção de magma que ergueu-se do solo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: LPOD&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-5933788850919363412?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/5933788850919363412/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/circulando-em-tesouros-lunares.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5933788850919363412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5933788850919363412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/circulando-em-tesouros-lunares.html' title='Circulando em tesouros lunares'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-hihPcziK2eA/TuDY2OnghsI/AAAAAAAAEXQ/RAWtzNLtJdg/s72-c/Mare%252520Crisium%252520na%252520Lua_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-7556743284068174153</id><published>2011-12-08T10:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-08T12:59:35.610-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nebulosas'/><title type='text'>Impasto celeste</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A pintura cósmica reproduzida abaixo é composta da encantadora mistura de poeira e de nebulosas escuras.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-8DU8zCna7V8/TuCpcb6WQ-I/AAAAAAAAEV8/ruEOopt8z_k/s1600-h/Sh2%252520239%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img alt="Sh2 239" height="365" src="http://lh6.ggpht.com/-cbVpoDszR3I/TuCpdG-xVeI/AAAAAAAAEWE/EK9ZgI2TQ0c/Sh2%252520239_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" style="display: inline;" title="Sh2-239" width="402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: #ff8000;"&gt;© Adam Block (Sh2-239)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Catalogada como Sh2-239 e LDN 1551, a região localiza-se perto da porção terminal sul do complexo de nuvens moleculares de Taurus a uma distância de 450 anos-luz da Terra. Se esticando por aproximadamente 3 anos-luz, a aquarela mostra sinais de objetos estelares jovens mergulhados guiando fluxos dinâmicos no meio ao redor. A imagem acima também inclui perto do centro da cena, um jato de choque vermelho compacto de gás hidrogênio que se localiza perto da posição da fonte de infravermelho IRS5, conhecida por ser um sistema de protoestrelas envoltas por discos de poeira. Um pouco abaixo estão as asas mais largas e mais brilhantes do HH 102, um dos muitos objetos Herbig-Haro da região que nada mais são que nebulosidades associadas com estrelas recém nascidas. Estimativas indicam que a região de formação de estrelas LDN 1551 contém uma quantidade total de material equivalente a 50 vezes a massa do Sol.&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Fonte: NASA&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-7556743284068174153?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/7556743284068174153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/impasto-celeste.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7556743284068174153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7556743284068174153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/impasto-celeste.html' title='Impasto celeste'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-cbVpoDszR3I/TuCpdG-xVeI/AAAAAAAAEWE/EK9ZgI2TQ0c/s72-c/Sh2%252520239_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-3144503477621262912</id><published>2011-12-07T13:30:00.000-02:00</published><updated>2011-12-07T13:47:47.742-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estrelas'/><title type='text'>Estrela vampira revela os seus segredos</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Astrônomos obtiveram as melhores imagens até o momento de uma estrela que perdeu a maior parte da sua matéria devido a uma companheira “vampira”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-oJ0zdP1cGwQ/Tt-Knr5IwII/AAAAAAAAEVs/r8aqeKvQrks/s512/estrelas%252520duplas%252520SS%252520Leporis%25255B4%25255D.jpg?imgmax=800"&gt;&lt;img style="display: inline" title="" alt="" src="http://lh4.ggpht.com/-ZTXXwgjECLQ/Tt-Koj-KnUI/AAAAAAAAEV0/ct1YTX4OoHU/s512/estrelas%252520duplas%252520SS%252520Leporis_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="394" height="411" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESO (estrelas duplas SS Leporis)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ao combinar a luz captada por quatro telescópios instalados no Observatório do Paranal do ESO, os astrônomos criaram um telescópio virtual de 130 metros de diâmetro, capaz de observar com uma nitidez 50 vezes superior ao Telescópio Espacial Hubble. Surpreendentemente, os novos resultados mostram que a transferência de matéria de uma estrela para a outra neste sistema duplo é mais suave do que o que seria de esperar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“Podemos agora combinar a radiação captada pelos quatro telescópios VLT e criar imagens extremamente nítidas muito mais depressa do que anteriormente,” diz Nicolas Blind (IPAG, Grenoble, França), o autor principal do artigo científico que apresenta estes resultados. “As imagens são tão nítidas que podemos, não apenas observar as estrelas orbitando em torno uma da outra, mas também medir o tamanho da maior das duas.”&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os astrônomos observaram o sistema incomum SS Leporis na constelação da Lebre, que contém duas estrelas que orbitam uma em torno da outra em 260 dias. As estrelas estão separadas de uma distância apenas um pouco maior do que a distância entre o Sol e a Terra, sendo que a maior e mais fria das duas estrelas se estende até um quarto desta distância - o que corresponde mais ou menos à órbita de Mercúrio. Devido a esta proximidade, a estrela mais quente já canibalizou cerca de metade da massa da estrela maior.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“Sabíamos que esta estrela dupla era incomum e que o material estava fluindo de uma estrela para a outra,” diz o co-autor Henri Boffin, do ESO. “O que descobrimos no entanto, foi que o modo como a transferência de massa se processa é completamente diferente do previsto por modelos anteriores. A “mordida” da estrela vampira é muito mais suave mas altamente eficaz.”&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As novas observações são suficientemente nítidas para vermos que a estrela gigante é menor do que o que se pensava anteriormente, o que torna mais difícil explicar como é que a gigante vermelha perdeu massa para a sua companheira. Os astrônomos pensam agora que, em vez de fluir de uma estrela para a outra, a matéria deve ser expelida pela estrela gigante sob a forma de um vento estelar e capturada deste modo pela companheira mais quente.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“Estas observações demonstraram a capacidade do Interferômetro do Very Large Telescope em produzir imagens e abrem o caminho para futuros estudos sobre estrelas duplas em interação,” conclui o co-autor Jean-Philippe Berger.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: ESO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-3144503477621262912?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/3144503477621262912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/estrela-vampira-revela-os-seus-segredos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/3144503477621262912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/3144503477621262912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/estrela-vampira-revela-os-seus-segredos.html' title='Estrela vampira revela os seus segredos'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-ZTXXwgjECLQ/Tt-Koj-KnUI/AAAAAAAAEV0/ct1YTX4OoHU/s72-c/estrelas%252520duplas%252520SS%252520Leporis_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-2416629482190398454</id><published>2011-12-07T13:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-07T13:36:39.374-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Exoplanetas'/><title type='text'>Encontrado um exoplaneta muito quente</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Astrônomos encontraram um planeta não muito maior do que a Terra, mas tão absurdamente quente que a vida como a conhecemos não é possível existir.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-f61XNce-k0o/Tt-IAn7YCdI/AAAAAAAAEVQ/dfIpP19LL9M/s512/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520um%252520exoplaneta%252520e%252520sua%252520estrela%25255B9%25255D.jpg?imgmax=800"&gt;&lt;img style="display: inline" title="ilustração de um exoplaneta e sua estrela" alt="ilustração de um exoplaneta e sua estrela" src="http://lh4.ggpht.com/-El1YtoL0BB4/Tt-IBUIfuPI/AAAAAAAAEVY/LILt7aeKVtk/s512/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520um%252520exoplaneta%252520e%252520sua%252520estrela_thumb%25255B5%25255D.jpg?imgmax=800" width="408" height="292" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Miguel Claro (ilustração de um exoplaneta e sua estrela)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O exoplaneta, chamado de Kepler-21b, é apenas 1,6 vezes maior do que o nosso. Mas ele orbita tão próximo de sua estrela principal que a temperatura em sua superfície é estimada em 1.627 graus Celsius, que é o suficiente para derreter ferro.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ele foi encontrado através do telescópio espacial Kepler, da NASA, que procura exoplanetas usando o método de trânsito – a baixa na luminosidade de uma estrela causada por um planeta que circula em sua frente, bloqueando parcialmente sua luz.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O exoplaneta Kepler-21b foi posteriormente confirmado com a ajuda do telescópio do Observatório Nacional Kitt Peak, no Arizona.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O Kepler-21b está localizado há 352 anos-luz da Terra. Sua massa é 10 vezes maior que a da Terra, mas ele está a apenas seis milhões de quilômetros de sua estrela progenitora, levando 2,8 dias para completar sua órbita. A Terra, em comparação, gira em torno do Sol a uma distância média de 150 milhões de quilômetros.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A estrela onde o Kepler-21b orbita é a HD 129070, 1,3 vezes maior do que o nosso Sol. É também um pouco mais quente e brilhante, e até mais jovem. Os astrônomos calculam que ela tenha 2,84 bilhões de anos, enquanto o Sol tem 4,6 bilhões.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As descobertas do Kepler poderão ultrapassar o dobro do número de planetas extrassolares conhecidos, atualmente perto dos 700. A nossa Via Láctea abriga bilhões de planetas, mas a maioria está tão distante que é muito difícil de ser detectada.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fonte: LiveScience&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-2416629482190398454?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/2416629482190398454/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/encontrado-um-exoplaneta-muito-quente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2416629482190398454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2416629482190398454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/encontrado-um-exoplaneta-muito-quente.html' title='Encontrado um exoplaneta muito quente'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-El1YtoL0BB4/Tt-IBUIfuPI/AAAAAAAAEVY/LILt7aeKVtk/s72-c/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520um%252520exoplaneta%252520e%252520sua%252520estrela_thumb%25255B5%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-150765576865887245</id><published>2011-12-06T12:30:00.000-02:00</published><updated>2011-12-06T12:37:46.402-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estrelas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Constelação'/><title type='text'>Planck revela o grande arco vermelho</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Imagens obtidas pelo observatório espacial Planck da ESA (agência espacial europeia) revelaram as forças que guiam a formação das estrelas e deram aos astrônomos uma maneira de entender a complexa física que molda o gás e a poeira na nossa galáxia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-QeWrzJX68-M/Tt4orz4v4BI/AAAAAAAAEUw/JVWo25SZURI/s1600-h/La%2525C3%2525A7o%252520de%252520Barnard%252520em%252520torno%252520de%252520%2525C3%252593rion%25255B8%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="Laço de Barnard em torno de Órion" alt="Laço de Barnard em torno de Órion" src="http://lh5.ggpht.com/-yBIZPiwtzH8/Tt4osuAwAYI/AAAAAAAAEU4/JTmKTmZ_e8Q/La%2525C3%2525A7o%252520de%252520Barnard%252520em%252520torno%252520de%252520%2525C3%252593rion_thumb%25255B4%25255D.jpg?imgmax=800" width="406" height="279" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Planck (Laço de Barnard em torno de Órion)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Onde telescópios terrestres ópticos observam somente um espaço escuro, os olhos sensíveis às microondas do Planck revelam uma miríade de estruturas brilhantes de poeira e gás. Os astrônomos usaram essa capacidade do Planck para pesquisar a região de Órion, que é rica em formação de estrelas, localizada a aproximadamente 1.500 anos-luz de distância da Terra.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A imagem cobre uma grande parte da constelação de Órion. A nebulosa é o ponto brilhante abaixo do centro da imagem. O ponto brilhante à direita do centro é a região ao redor da famosa Nebulosa da Cabeça do Cavalo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O gigantesco arco vermelho do Laço de Barnard é resultante provavelmente da onda de choque de uma estrela que explodiu dentro da região a aproximadamente dois milhões de anos atrás. A bolha criada durante essa explosão tem aproximadamente 300 anos-luz de diâmetro.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em contraste com a região de Órion, a região de Perseus é menos vigorosa em termos de formação de estrelas, como mostra o Planck na imagem abaixo, mas mesmo assim ainda se pode ver uma quantidade razoável dessas regiões.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-VHYlkd75Upc/Tt4otWgLDgI/AAAAAAAAEVA/pTOoVB0iHA8/s1600-h/regi%2525C3%2525A3o%252520de%252520Perseus%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="região de Perseus" alt="região de Perseus" src="http://lh6.ggpht.com/-KAS5k4lhE9g/Tt4oueyeaNI/AAAAAAAAEVI/8T9GZu6OgjM/regi%2525C3%2525A3o%252520de%252520Perseus_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="389" height="389" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Planck (região de Perseus)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ambas as imagens mostram três processos físicos que estão acontecendo no meio interestelar repleto de poeira e gás. O Planck pode nos mostrar cada um desses processos de forma separada. Nas frequências mais baixas, o Planck mapeia as emissões causadas pelos elétrons de alta velocidade interagindo com os campos magnéticos da galáxia. Um componente difuso adicional surge da rotação das partículas de poeira que emitem radiação nessas frequências.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em comprimentos de onda intermediários, de alguns milímetros, a emissão é causada pelo gás aquecido das jovens estrelas quentes que se formaram.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ainda nas altas frequências, o Planck mapeia o calor emitido pela poeira extremamente fria. Isso pode revelar os núcleos mais frios nas nuvens, que estão se aproximando do estado final de colapso, antes que eles renasçam em novas estrelas. As estrelas então dispersam as nuvens ao redor.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O delicado equilíbrio entre a nuvem colapsada e a nuvem dispersada regula o número de estrelas que a galáxia gera. O Planck irá avançar nosso entendimento sobre todo o processo, pois pela primeira vez, ele está nos fornecendo dados sobre os maiores mecanismos de emissão que estão em evolução.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Daily Galaxy&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-150765576865887245?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/150765576865887245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/planck-revela-o-grande-arco-vermelho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/150765576865887245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/150765576865887245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/planck-revela-o-grande-arco-vermelho.html' title='Planck revela o grande arco vermelho'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-yBIZPiwtzH8/Tt4osuAwAYI/AAAAAAAAEU4/JTmKTmZ_e8Q/s72-c/La%2525C3%2525A7o%252520de%252520Barnard%252520em%252520torno%252520de%252520%2525C3%252593rion_thumb%25255B4%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-2379570830897264040</id><published>2011-12-06T12:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-06T12:31:38.648-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nebulosas'/><title type='text'>A Nebulosa Congelada de Leão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Há três mil anos-luz de distância da Terra localiza-se a estranha nebulosa protoplanetária IRAS 09371+1212, apelidada de Nebulosa Congelada de Leão.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-7HYBViSOUkw/Tt4jeJn5UFI/AAAAAAAAEUg/c7owb25pLBo/s1600-h/Nebulosa%252520Congelada%252520de%252520Le%2525C3%2525A3o%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img alt="Nebulosa Congelada de Leão" height="399" src="http://lh4.ggpht.com/-v1CRbpUsYqE/Tt4jfJE9_iI/AAAAAAAAEUo/dgYCXWyiDgU/Nebulosa%252520Congelada%252520de%252520Le%2525C3%2525A3o_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" style="display: inline;" title="Nebulosa Congelada de Leão" width="391" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: #ff8000;"&gt;© Hubble (Nebulosa Congelada de Leão)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar do seu nome, as nebulosas protoplanetárias nada tem a ver com planetas, elas são formadas de material expelido por uma estrela central velha. A Nebulosa Congelada de Leão adquiriu esse curioso nome à medida que descobriram ricas quantidade de água em forma de grãos de gelo e porque ela se localiza na constelação de Leão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essa nebulosa é particularmente notável pois ela se formou longe do plano galáctico, fora das nuvens interestelares que podem bloqueá-la da nossa visão. A sua forma obscura é composta de um halo esférico, um disco ao redor da estrela central, lobos e laços gigantescos. Essa complexa estrutura sugere fortemente que o seu processo de formação foi complexo&amp;nbsp; e isso sugere que pode existir uma estrela secundária, atualmente não visível, que contribui para dar forma para a nebulosa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nebulosas protoplanetárias como a Nebulosa Congelada de Leão possuem uma breve expectativa de vida para os padrões astronômicos e são precursoras da fase nebulosa planetária, onde a radiação da estrela fará com que o gás da nebulosa brilhe intensamente. A raridade desse tipo de objeto&amp;nbsp; faz com que eles sejam priorizados para serem estudadas pelos astrônomos que buscam entender melhor a evolução das estrelas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;Fonte: ESA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-2379570830897264040?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/2379570830897264040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/nebulosa-congelada-de-leao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2379570830897264040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/2379570830897264040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/nebulosa-congelada-de-leao.html' title='A Nebulosa Congelada de Leão'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-v1CRbpUsYqE/Tt4jfJE9_iI/AAAAAAAAEUo/dgYCXWyiDgU/s72-c/Nebulosa%252520Congelada%252520de%252520Le%2525C3%2525A3o_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-6470974773726206521</id><published>2011-12-06T11:30:00.000-02:00</published><updated>2011-12-06T12:04:29.403-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><title type='text'>Detectado tipo raro de galáxia ativa</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Uma equipe de pesquisadores do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP), detetaram um tipo raro de galáxias ativas (AGNs), simultaneamente com características de AGNs jovens e de antigas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-rTdu4kW-AIE/Tt4g6GGa36I/AAAAAAAAEUQ/uawDWwIbLls/s1600-h/AGN%252520na%252520regi%2525C3%2525A3o%252520maxBCG%2525202596%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="AGN na região maxBCG 2596" alt="AGN na região maxBCG 2596" src="http://lh5.ggpht.com/-iJ9Oar0BgdU/Tt4g7Ek6IrI/AAAAAAAAEUY/pLF9D7qmLXg/AGN%252520na%252520regi%2525C3%2525A3o%252520maxBCG%2525202596_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="401" height="364" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© CAUP (AGN na região maxBCG 2596)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Julga-se que esta aparente discrepância será devida ao reacendimento da atividade do buraco negro central.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A equipe, composta essencialmente por astrônomas portuguesas, partiu de um catálogo de mais de 13 mil enxames de galáxias na região do rádio, à procura da ligação entre galáxias ativas e os respetivos enxames de galáxias.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“O nosso projeto inicial era estudar rádio galáxias em enxames. Por sorte, encontramos oito fontes de rádio com estruturas extensas (com jatos e lóbulos visíveis na frequência do rádio) que não apareciam na região do visível, o que estranhamos. Decidimos por isso largar o projeto inicial e seguir o rasto destas estranhas rádio galáxias.”, disse Mercedes Filho, astrônoma do CAUP e a principal pesquisadora do projeto,&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para obter mais detalhes sobre as galáxias, estes oito objetos foram observados em comprimentos de onda do infravermelho pelo observatório VLT (Very Large Telescope) do ESO. Isto permitiu detectar as galáxias que deram origem às extensas estruturas observadas no rádio.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ao comparar os espectros destes objetos com modelos conhecidos de galáxias, a equipe concluiu que estes são objetos muito raros – galáxias com características tanto de AGNs ativas (ainda estão para emitir jatos de matéria) como de AGNs inativas (onde essa emissão já terminou).&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esta aparente discrepância pode ser explicada com uma reativação recente da AGN, devido a uma maior disponibilidade de material para alimentar o buraco negro central.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em geral, quando um buraco negro está ativo, produz um jato ao longo do eixo de rotação da galáxia. Este jato pode viajar grandes distâncias, produzindo lóbulos visíveis na região do rádio. Quando o buraco negro não está ativo, o jato é desligado, mas os lóbulos podem persistir durante muito tempo.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A emissão original foi interrompida em algum ponto no passado, e o material emitido dissipou-se, dando origem aos lóbulos que emitem na região do rádio. Só que, segundo Mercedes Filho, “os nossos objetos mostram lóbulos no rádio, sinal de um ciclo de atividade no passado, mas o espectro diz-nos que o buraco negro e os jatos foram recentemente reativados.”&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mais recentemente o buraco negro ficou com novo material à sua disposição (por exemplo proveniente de instabilidades próprias do disco de matéria que o circunda, ou da interação com outras galáxias), dando origem a nova emissão, que começou antes dos lóbulos iniciais se desvanecerem.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A equipe vai agora efetuar novas observações, na região dos raios gama e em rádio, procurando indícios diretos da presença de um jato jovem e do reacendimento recente do buraco negro central.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Um artigo descrevendo a descoberta foi aceito para publicação na revista Astronomy &amp;amp; Astrophysics.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: CAUP e AstroPT&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-6470974773726206521?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/6470974773726206521/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/detectado-tipo-raro-de-galaxia-ativa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6470974773726206521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6470974773726206521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/detectado-tipo-raro-de-galaxia-ativa.html' title='Detectado tipo raro de galáxia ativa'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-iJ9Oar0BgdU/Tt4g7Ek6IrI/AAAAAAAAEUY/pLF9D7qmLXg/s72-c/AGN%252520na%252520regi%2525C3%2525A3o%252520maxBCG%2525202596_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-5148884732580419718</id><published>2011-12-06T11:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-06T11:16:55.790-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Buracos Negros'/><title type='text'>Os dois maiores buracos negros conhecidos</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Um grupo de cientistas descobriu os dois maiores buracos negros conhecidos até o momento, com uma massa quase 10 bilhões de vezes superior à do Sol.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-ziylxyiUhvM/Tt4Vw8Uc7cI/AAAAAAAAETo/zp3hkM_nIEY/s1600-h/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520um%252520grande%252520buraco%252520negro%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="ilustração de um grande buraco negro" alt="ilustração de um grande buraco negro" src="http://lh5.ggpht.com/-DeAQXIHH7kA/Tt4VxiUAiOI/AAAAAAAAETw/FxvzVQeyGdA/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520um%252520grande%252520buraco%252520negro_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="400" height="303" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Pete Marenfeld (ilustração de um grande buraco negro)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esses buracos negros, localizados em duas enormes galáxias elípticas a cerca de 270 milhões de anos-luz da Terra, são muito maiores do que se previa por meio de deduções dos atributos das galáxias anfitriãs. Segundo os especialistas, liderados por Chung-Pei Ma, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, a descoberta sugere que os processos que influenciam no crescimento das galáxias grandes e seus buracos negros diferem dos que afetam as galáxias pequenas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os cientistas acreditam que todas as galáxias massivas com componente esferoidal abrigam em seus centros buracos negros gigantescos. As oscilações de luminosidade e brilho identificadas nos quasares no Universo sugerem ainda que alguns deles teriam sido alimentados por buracos negros com massas 10 bilhões de vezes superiores à do Sol.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No entanto, o maior buraco negro conhecido até então, situado na gigantesca galáxia elíptica Messier 87, tinha uma massa de apenas 6,3 bilhões de massas solares. Os buracos negros são difíceis de serem detectados porque sua poderosa gravidade os absorve por completo, incluindo a luz e outras radiações que poderiam revelar sua presença.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Foram avaliados os dados de duas galáxias vizinhas a Messier 87 - NGC 3842 e NGC 4889 – e foi possível observar que nelas haviam buracos negros supermassivos. Foi usado o telescópio Gemini do Havaí, adaptado com lentes especiais que permitem detectar o movimento irregular de estrelas que se movimentam perto dos buracos negros e que são absorvidas por eles.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os pesquisadores constataram que a NGC 3842 abriga em seu centro um buraco negro com uma massa equivalente a 9,7 milhões de massas solares, enquanto, na NGC 4889, há outro com uma massa igual ou superior. Esses buracos negros teriam um horizonte de eventos cerca de sete vezes maior do que todo o Sistema Solar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O enorme tamanho dos buracos se deve à sua habilidade para devorar não só planetas e estrelas, mas também pequenas galáxias, um processo que teria sido produzido ao longo de milhões de anos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Nature&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-5148884732580419718?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/5148884732580419718/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/os-dois-maiores-buracos-negros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5148884732580419718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/5148884732580419718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/os-dois-maiores-buracos-negros.html' title='Os dois maiores buracos negros conhecidos'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-DeAQXIHH7kA/Tt4VxiUAiOI/AAAAAAAAETw/FxvzVQeyGdA/s72-c/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520de%252520um%252520grande%252520buraco%252520negro_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-1163181376900508996</id><published>2011-12-06T10:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-08T20:04:20.212-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Exoplanetas'/><title type='text'>Descoberto o menor exoplaneta em zona habitável</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O telescópio Kepler da NASA descobriu um planeta em uma região habitável de um sistema solar, ou seja, onde possa haver água em estado líquido.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-het5VWd6CCo/Tt4Q5k4UJKI/AAAAAAAAETY/-trGaCguW1k/s1600-h/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520do%252520menor%252520exoplaneta%252520descoberto%252520em%252520zona%252520habit%2525C3%2525A1vel%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img alt="ilustração do menor exoplaneta em zona habitável" height="303" src="http://lh6.ggpht.com/-Kv-VkxT0YoU/Tt4Q6aIqp-I/AAAAAAAAETg/orPRTFaE6Yc/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520do%252520menor%252520exoplaneta%252520descoberto%252520em%252520zona%252520habit%2525C3%2525A1vel_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" style="display: inline;" title="ilustração do menor exoplaneta em zona habitável" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: #ff8000;"&gt;© NASA (ilustração do menor exoplaneta em zona habitável)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O exoplaneta Kepler-22b é o menor já encontrado em uma região habitável de uma estrela similar ao Sol, mas ainda assim tem cerca de 2,4 vezes o raio da Terra. Os cientistas não sabem afirmar se ele é predominantemente rochoso, gasoso ou líquido, mas a descoberta favorece a localização de planetas parecidos com a Terra.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As pesquisas anteriores já indicaram a presença de planetas parecidos com o nosso em zonas habitáveis, mas os indícios nunca foram confirmados. Outros corpos do tamanho da Terra já foram descobertos, mas em regiões não propícias ao surgimento da vida como a conhecemos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Este é um grande marco na estrada para encontrar um 'gêmeo' da Terra", diz Douglas Hudgins, cientista do programa Kepler, na sede da NASA, em Washington. O telescópio analisa o brilho de mais de 150 mil estrelas. Quando os planetas passam em frente às estrelas, o brilho muda e o Kepler detecta, contudo são necessários pelo menos três trânsitos para se descobrir um novo astro. Os dados então são revistos por telescópios no solo e pelo Spitzer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Kepler-22b está a 600 anos-luz de distância. Apesar de ser maior que o nosso planeta, ele leva 290 dias terrestres para completar uma volta ao redor de sua estrela; que, por sua vez, pertence à classe G, a mesma do Sol, mas é um pouco menor e mais fria.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O mais completo catálogo de exoplanetas foi publicado pelo Laboratório de Planetas Habitáveis da Universidade de Porto Rico, em Arecibo, que os listou e fez um ranking de habitabilidade. O exoplaneta KOI 736.01, também identificado pelo telescópio Kepler, é o maior candidato a abrigar vida. Com uma massa praticamente igual à da Terra, esse exoplaneta está a 1.750 anos-luz de distância.&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Fonte: NASA&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-1163181376900508996?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/1163181376900508996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/descoberto-o-menor-exoplaneta-em-zona.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1163181376900508996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1163181376900508996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/descoberto-o-menor-exoplaneta-em-zona.html' title='Descoberto o menor exoplaneta em zona habitável'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-Kv-VkxT0YoU/Tt4Q6aIqp-I/AAAAAAAAETg/orPRTFaE6Yc/s72-c/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520do%252520menor%252520exoplaneta%252520descoberto%252520em%252520zona%252520habit%2525C3%2525A1vel_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-3555546162014601419</id><published>2011-12-05T12:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-05T12:35:47.205-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estrelas'/><title type='text'>A estrela com rotação mais rápida</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Uma equipe internacional de astrônomos tem utilizado o VLT (Very Large Telescope) do ESO, instalado no Observatório do Paranal no Chile, para fazer um rastreio das estrelas mais pesadas e brilhantes da Nebulosa da Tarântula, situada na Grande Nuvem de Magalhães.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-ESQ_v22OKFg/TtzWvZ5dvFI/AAAAAAAAES8/IcOVPPFuVDs/s1600-h/localiza%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520da%252520estrela%252520VFTS%252520102%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="" alt="" src="http://lh3.ggpht.com/-xkIL7VVMu3c/TtzWwewtliI/AAAAAAAAETE/0EpMRZ9nIjo/localiza%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520da%252520estrela%252520VFTS%252520102_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="400" height="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESO (localização da estrela VFTS 102)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Dentre as muitas estrelas brilhantes desta maternidade estelar foi descoberta uma, chamada VFTS 102, que está rodando a mais de dois milhões de quilômetros por hora -&amp;#160; mais de 300 vezes mais depressa do que o Sol e muito próximo do ponto onde seria desfeita devido às forças que agem sobre ela. A VFTS 102 é a estrela com rotação mais rápida que se conhece até hoje. Algumas estrelas terminam as suas vidas como objetos compactos tal como pulsares, que rodam muito mais rapidamente do que a VFTS 102, mas estes objetos são muito mais pequenos e densos e não brilham por efeito de reações termonucleares como estrelas normais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os astrônomos descobriram também que a estrela, que tem cerca de 25 vezes a massa do Sol e é cerca de cem mil vezes mais brilhante, e se desloca no espaço a uma velocidade muito diferente da das suas companheiras. A VFTS 102 desloca-se a cerca de 228 quilômetros por segundo, 40 quilômetros por segundo mais devagar do que estrelas semelhantes situadas na mesma região.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“A extraordinária velocidade de rotação aliada ao movimento invulgar relativamente às estrelas situadas na sua vizinhança, levou-nos a perguntar se esta estrela não teria tido um começo de vida invulgar. Ficamos desconfiados.”&amp;#160; explica Philip Dufton (Queen´s University Belfast, Northern Ireland, RU), autor principal do artigo científico que apresenta estes resultados.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A diferença em velocidade poderia apontar para o fato da VFTS 102 ser uma estrela fugitiva - uma estrela que foi ejetada de um sistema de estrelas duplas depois da sua companheira ter explodido sob a forma de supernova. Esta hipótese é corroborada por mais duas pistas adicionais: um pulsar e um resto de supernova a ele associado, encontrados na vizinhança da estrela. Os pulsares têm origem nas explosões de supernovas. O núcleo da estrela colapsa, criando uma&amp;#160; estrela de nêutrons muito pequena, que roda muito depressa emitindo jatos de radiação muito intensos. Estes jatos dão origem a uma “pulsação” regular observada a partir da Terra, à medida que a estrela roda em torno do seu eixo. O resto de supernova associado consiste numa nuvem de gás soprada pela onda de choque, que resulta do colapso da estrela numa estrela de nêutrons.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Um possível cenário evolutivo para esta estrela tão invulgar foi desenvolvido. O objeto poderia ter começado a sua vida como um componente de um sistema estelar binário. Se as duas estrelas estivessem próximas uma da outra, o gás da companheira poderia ter fluído continuamente na sua direção, fazendo com que a estrela começasse a rodar mais e mais depressa, devido à sua rotação extremamente elevada. Após um curto espaço de tempo na vida da estrela, de cerca de dez milhões de anos, a companheira de elevada massa teria explodido como uma supernova - o que explicaria a nuvem de gás característica conhecida como resto de supernova que se encontra nas proximidades. A explosão teria também dado origem à ejeção da estrela, o&amp;#160; que poderia explicar a terceira anomalia -&amp;#160; a diferença entre a sua velocidade e a das outras estrelas da região. Ao colapsar a companheira de grande massa teria se transformado no pulsar que observamos hoje, completando assim a solução do puzzle.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Embora os astrônomos não possam ter a certeza deste cenário, Dufton conclui: “Esta é uma hipótese com muito mérito, uma vez que explica todas as caraterísticas invulgares que observamos. Esta estrela mostra-nos claramente lados inesperados das vidas curtas mas dramáticas das estrelas mais pesadas.”&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: ESO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-3555546162014601419?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/3555546162014601419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/estrela-com-rotacao-mais-rapida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/3555546162014601419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/3555546162014601419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/estrela-com-rotacao-mais-rapida.html' title='A estrela com rotação mais rápida'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-xkIL7VVMu3c/TtzWwewtliI/AAAAAAAAETE/0EpMRZ9nIjo/s72-c/localiza%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520da%252520estrela%252520VFTS%252520102_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-4558814282900930124</id><published>2011-12-03T18:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-03T19:27:08.509-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Exoplanetas'/><title type='text'>Novos exoplanetas foram descobertos</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Uma equipe de astrônomos do Instituto de Tecnologia da Califórnia(Caltech), nos EUA, descobriu 18 planetas fora do Sistema Solar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-uKjWAtJdHZI/TtqTK6WmTTI/AAAAAAAAESg/KQ49bxH6w_c/s1600-h/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520mostra%252520novo%252520exoplaneta%252520ao%252520redor%252520de%252520estrela%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="ilustração de novo exoplaneta ao redor de estrela" alt="ilustração de novo exoplaneta ao redor de estrela" src="http://lh4.ggpht.com/-6XBXH1F6d4s/TtqTNPz9WgI/AAAAAAAAESo/6sahOddoMSY/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520mostra%252520novo%252520exoplaneta%252520ao%252520redor%252520de%252520estrela_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="399" height="305" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Caltech (ilustração de novo exoplaneta ao redor de estrela)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Conforme o professor de astronomia e responsável pela pesquisa, John Johnson, é a maior descoberta feita de uma só vez de planetas maiores que o Sol fora do Sistema Solar. A descoberta foi publicada na edição de dezembro da revista &lt;i&gt;The Astrophysical Journal&lt;/i&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Apenas a sonda Kepler, lançada em 2009 pela Nasa somente com o objetivo de detectar exoplanetas que possam reunir condições para abrigar a vida, conseguiu encontrar um número superior: até agora foram mais de 1.200 possíveis novos planetas, que ainda precisam ser confirmados por novos estudos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para encontrar novos planetas, os astrônomos buscam por estrelas com pertubações no brilho, que podem ser traços de astros que orbitem ao seu redor.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os cientistas utilizaram o Observatório Keck, do Havaí, para encontrar os planetas e confirmaram os dados com pesquisadores dos observatórios McDonald, no Texas, e Fairborn, no Arizona. Para encontrar os planetas eles pesquisaram cerca de 300 estrelas e concluíram que a massa dos 18 é semelhante à de Júpiter. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Com a descoberta, o número de planetas que orbitam ao redor de estrelas semelhantes ao Sol aumentou em 50%. Atualmente, o número de exoplanetas conhecidos e confirmados já ultrapassou 600. Essa pesquisa reforça a ideia de que planetas podem ser gerados a partir de partículas de poeira e gás ao redor de estrelas. De acordo com essa teoria, partículas minúsculas começam a se aglutinar como uma bola de neve e se transformam em um planeta. Quanto maior a massa da estrela, maior o tamanho do planeta.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: California Institute of Technology&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-4558814282900930124?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/4558814282900930124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/novos-exoplanetas-foram-descobertos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/4558814282900930124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/4558814282900930124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/novos-exoplanetas-foram-descobertos.html' title='Novos exoplanetas foram descobertos'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-6XBXH1F6d4s/TtqTNPz9WgI/AAAAAAAAESo/6sahOddoMSY/s72-c/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520mostra%252520novo%252520exoplaneta%252520ao%252520redor%252520de%252520estrela_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-1055211564524636382</id><published>2011-12-02T12:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-02T13:32:39.426-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Telescópios'/><title type='text'>Novos radiotelescópios permitirão estudos inéditos sobre explosões solares</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Um grupo brasileiro de cientistas liderou a instalação de um sistema de dois radiotelescópios polarimétricos solares na Argentina no dia 22 de novembro. &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-DcslLJGwe9w/Ttjvkod4_2I/AAAAAAAAESE/CwGTjF4h9KM/s1600-h/radiotelesc%2525C3%2525B3pio%252520no%252520CASLEO%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="radiotelescópio no CASLEO" alt="radiotelescópio no CASLEO" src="http://lh3.ggpht.com/-p3ZZkXWg4H0/TtjvlaN1OuI/AAAAAAAAESM/WaK9unfoE7c/radiotelesc%2525C3%2525B3pio%252520no%252520CASLEO_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="392" height="292" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Pierre Kaufmann (radiotelescópio no CASLEO)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os instrumentos são os únicos no mundo a operar em frequências entre 20 e 200 gigahertz, preenchendo uma grande lacuna que impedia o estudo de vários aspectos relacionados às explosões solares. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os instrumentos, financiados pela FAPESP, serão operados por um convênio que envolve há 11 anos cientistas do Centro de Radioastronomia e Astrofísica Mackenzie (CRAAM) e do observatório do Complexo Astronômico El Leoncito (CASLEO), localizado em San Juan, na Argentina - onde os radioteslescópios foram instalados, alinhados e já começaram a operar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;De acordo com Pierre Kaufmann, coordenador do CRAAM, os dois radiotelescópios para ondas milimétricas permitirão a realização de observações, respectivamente, em 45 e em 90 gigahertz. “São os únicos radiotelescópios do gênero existentes em operação no mundo. Suas medições complementarão espectros de explosões solares observadas em frequências mais elevadas feitas no CASLEO - entre 200 e 400 gigahertz - e em frequências mais baixas do que 20 gigahertz, obtidas em instrumentos instalados nos Estados Unidos”, disse Kaufmann.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A lacuna na faixa de frequências de 20 a 200 gigahertz não apenas tem limitado os estudos sobre determinados parâmetros das explosões solares, como têm gerado grandes complicações para as interpretações dos resultados obtidos nos instrumentos existentes.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“Trata-se de uma faixa muito crítica sobre a qual a comunidade científica não dispõe de informações. Os novos instrumentos deverão trazer informações cruciais para a interpretação das explosões solares”, disse.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os radiotelescópios terão a função de estudar mecanismos de conversão e produção de energia por trás das explosões solares. “Embora atualmente seja possível assistir com riqueza de detalhes às espetaculares ejeções de massa das explosões solares, o fenômeno físico que dá origem a todas essas manifestações é desconhecido”, explicou.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Além da relevância científica, o estudo do mecanismo energético das explosões solares, segundo Kaufmann, é importante também por causa de seus subprodutos que têm impacto no planeta Terra, alterando o chamado “clima espacial”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“Embora não tenhamos detalhes sobre a física das explosões solares, é certo que esses fenômenos têm forte impacto no clima terrestre. Essas explosões liberam imensas quantidades de energia, interagindo com o espaço interplanetário e com a Terra”, disse.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fonte: FAPESP (Agência)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-1055211564524636382?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/1055211564524636382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/novos-radiotelescopios-permitirao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1055211564524636382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1055211564524636382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/novos-radiotelescopios-permitirao.html' title='Novos radiotelescópios permitirão estudos inéditos sobre explosões solares'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-p3ZZkXWg4H0/TtjvlaN1OuI/AAAAAAAAESM/WaK9unfoE7c/s72-c/radiotelesc%2525C3%2525B3pio%252520no%252520CASLEO_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-1965623689280095768</id><published>2011-12-02T01:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-02T02:23:49.780-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><title type='text'>Descoberta galáxias totalmente vermelhas</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Astrônomos descobriram quatro galáxias absolutamente vermelhas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-sdIst-y9Pwk/TthS0dzTmTI/AAAAAAAAERU/Vh_2eTn2PU4/s1600-h/galaxias%252520vermelhas%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="galaxias vermelhas" alt="galaxias vermelhas" src="http://lh6.ggpht.com/-jDKUYvhIRYo/TthS1EmB4kI/AAAAAAAAERc/nIg6evSzBok/galaxias%252520vermelhas_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="394" height="321" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© CfA (galaxias vermelhas)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O Spitzer encontrou as galáxias vermelhas onde o Hubble havia visto apenas poeira porque ele observa o Universo na faixa do infravermelho - as galáxias super-vermelhas são 60 vezes mais brilhantes no infravermelho do que na cor mais vermelha que o Hubble consegue detectar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As quatro galáxias formam um grupo e parecem estar fisicamente interligadas. Devido à sua enorme distância, nós as vemos como elas eram poucos bilhões de anos após o Big Bang, ou seja, quando elas ainda eram muito jovens.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As galáxias podem ser vermelhas por várias razões. Uma das possibilidades é que uma galáxia contenha muitas estrelas velhas, que são avermelhadas, mas este não parece ser o caso. Ou elas podem ser ricas em poeira interestelar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Outra possibilidade é que uma galáxia seja vermelha porque está muito distante de nós, quando então a expansão do Universo estica o comprimento de onda de sua luz, que tende para o lado vermelho do espectro.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os cientistas acreditam que, com base nos dados dessa primeira descoberta, poderão agora encontrar outras galáxias super-vermelhas, uma vez que já sabem onde e como encontrá-las.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-1965623689280095768?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/1965623689280095768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/descoberta-galaxias-totalmente.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1965623689280095768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/1965623689280095768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/descoberta-galaxias-totalmente.html' title='Descoberta galáxias totalmente vermelhas'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-jDKUYvhIRYo/TthS1EmB4kI/AAAAAAAAERc/nIg6evSzBok/s72-c/galaxias%252520vermelhas_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-6680182218264234007</id><published>2011-12-02T00:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-02T02:08:27.209-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Buracos Negros'/><title type='text'>Buracos negros supermassivos desafiam teoria atual</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Astrônomos da Universidade de Yale descobriram o que parece ser três buracos negros supermassivos de crescimento rápido e relativamente jovens, em uma galáxia ainda em formação.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-70d8_0w4hQg/TthPNuOQc5I/AAAAAAAAERE/DzD1mGCowsQ/s1600-h/tr%2525C3%2525AAs%252520buracos%252520negros%252520supermassivos%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="três buracos negros supermassivos" alt="três buracos negros supermassivos" src="http://lh3.ggpht.com/-0C7uHqW62NE/TthPOXRRz-I/AAAAAAAAERM/mQdHqgUDhOo/tr%2525C3%2525AAs%252520buracos%252520negros%252520supermassivos_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="394" height="343" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Universidade Yale (três buracos negros supermassivos)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A descoberta resulta na possibilidade de que esse tipo de buraco negro continue a se formar bilhões de anos depois do Big Bang, desafiando assim a teoria atual. Os astrônomos anteriormente pensavam que todos os buracos negros supermassivos emergiram pouco após o nascimento do Universo que se deu a 13,7 bilhões de anos atrás.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“Na medida em que a galáxia anfitriã está envolvida, esses buracos negros apenas surgem”, disse Kevin Schawinski, um pós doutorando no Yale Center for Astronomy and Astrophysics.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Buracos negros tradicionais caem dentro de um estreito intervalo de massa, e podem existir dentro de qualquer galáxia. Buracos negros supermassivos possuem uma massa maior, que pode variar mais vastamente e existem somente no centro de algumas galáxias. Acredita-se que cada galáxia tenha um buraco negro supermassivo em seu centro, incluindo a Via Láctea.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os astrônomos acreditam que os buracos negros tradicionais se formam quando o centro de gigantesca estrela se colapsa. Mas a formação dos buracos negros supermassivos ainda é um grande mistério.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Usando observações e dados coletados pelo telescópio espacial Hubble, a equipe identificou os três suspeitos buracos negros supermassivos em uma galáxia distante ainda em formação, incluindo uma abundância de gás e estrelas jovens. A galáxia está localizada num ponto do espaço que surgiu 4,8 bilhões de anos depois do Big Bang, ou a aproximadamente nove bilhões de anos atrás. Com relação à galáxia, os três buracos negros tem 100 milhões de anos de vida.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Algumas pistas sugerem que os buracos negros recém descobertos são jovens: seus tamanho são pequenos para os seus tipos, a extrema raridade de encontrar três juntos e a rápida taxa de crescimento. Observações mais detalhadas são necessárias para confirmar que esses são buracos negros supermassivos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A descoberta traz questões sobre como os buracos negros supermassivos poderiam se formar tanto tempo depois do Big Bang e se isso aconteceria em muitas galáxias ou é apenas uma estranha coincidência.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Astrophysical Journal Letters&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-6680182218264234007?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/6680182218264234007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/buracos-negros-supermassivos-desafiam.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6680182218264234007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6680182218264234007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/buracos-negros-supermassivos-desafiam.html' title='Buracos negros supermassivos desafiam teoria atual'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-0C7uHqW62NE/TthPOXRRz-I/AAAAAAAAERM/mQdHqgUDhOo/s72-c/tr%2525C3%2525AAs%252520buracos%252520negros%252520supermassivos_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-6218980917797234467</id><published>2011-12-01T10:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-01T10:15:02.165-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Supernovas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nebulosas'/><title type='text'>Supernova na nebulosa Medusa</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Um estudo de remanescentes de supernova usando o observatório Suzaku (Japão e EUA) revelou algo nunca visto antes, alta temperatura que se seguiu imediatamente às explosões.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-1v1LCiYkP1o/TtdvsuLoZFI/AAAAAAAAEQY/ebZR6yR2p00/s1600-h/nebulosa%252520Jellyfish%25255B12%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="nebulosa Jellyfish" alt="nebulosa Jellyfish" src="http://lh4.ggpht.com/-Hdi9-W4g-xc/TtdvtpvyZPI/AAAAAAAAEQg/yG-yd6lC5bw/nebulosa%252520Jellyfish_thumb%25255B8%25255D.jpg?imgmax=800" width="398" height="290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© &lt;/font&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;Philip Perkins (nebulosa Jellyfish)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O satélite Suzaku, lançado em 10 de julho de 2005, foi desenvolvido no Instituto Japonês do Espaço e Ciência Astronáutica (ISAS), que faz parte da Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (JAXA), em colaboração com a NASA.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mesmo depois de milhares de anos, o gás dentro destes destroços estelares retêm temperaturas 10.000 vezes mais quentes que a superfície do Sol, cuja temperatura é cerca de 5.800 kelvin.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esta é a primeira evidência de um novo tipo de supernova, uma que foi aquecida logo após a explosão.   &lt;br /&gt;Um remanescente de supernova geralmente esfria rapidamente, devido à rápida expansão após a explosão. Então, como ela varre o gás interestelar tênue durante milhares de anos, o remanescente gradualmente se aquece novamente.    &lt;br /&gt;Utilizando a sensibilidade do satélite Suzaku, uma equipe liderada por Yamaguchi e Ozawa Midori, da Universidade de Kyoto, detectou características incomuns no espectro de raios-X do IC 443, mais conhecida como a Nebulosa Jellyfish (Medusa).    &lt;br /&gt;O remanescente, que fica cerca de 5.000 anos-luz de distância na constelação de Gêmeos, formada cerca de 4.000 anos atrás. A emissão de raios-X faz um caminho aproximadamente circular na parte norte da nebulosidade visível.    &lt;br /&gt;Espectrômetros de raios-X do Suzaku (Xiss) separa os raios-X por energia da mesma maneira como um prisma separa a luz em um arco-íris. Isso permite evidenciar os tipos de processos responsáveis ​​pela radiação.    &lt;br /&gt;Algumas das emissões de raios-X na nebulosa Jellyfish surge como um movimento rápido de elétrons livres perto do núcleo dos átomos. Sua atração mútua desvia os elétrons, que depois emitem raios-X à medida que mudam de rumo. Os elétrons têm energias correspondentes a uma temperatura de cerca de 7 milhões de graus Celsius.    &lt;br /&gt;A equipe sugere que a supernova ocorreu em um ambiente relativamente denso, talvez em um casulo para gerar a própria estrela. Como uma estrela massiva que lança material pelo&amp;#160; vento estelar e cria um casulo de gás e poeira. Quando a estrela explode, a onda de choque atravessa o casulo denso e aquece atingindo temperaturas de até 55 milhões ºC, ou 10.000 vezes mais quente que a superfície do Sol.    &lt;br /&gt;Eventualmente, a onda de choque se transforma em espaço interestelar, onde a densidade do gás pode ser tão baixa quanto um único átomo por centímetro cúbico. Uma vez que neste ambiente de baixa densidade, o remanescente de supernova jovem rapidamente se expande.    &lt;br /&gt;A expansão esfria os elétrons, mas também dilui o gás remanescente e as colisões entre partículas tornam-se eventos raros.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-yUdZeNUvaQ8/Ttdvv_aEYwI/AAAAAAAAEQo/Bp3y1QLGsPo/s1600-h/supernova%252520W49B%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="remanescente supernova W49B" alt="remanescente supernova W49B" src="http://lh3.ggpht.com/-kJ7tBrrXN1w/TtdvxG9DmRI/AAAAAAAAEQw/QV8ITGdD8UQ/supernova%252520W49B_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="397" height="360" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Chandra (remanescente supernova W49B)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A equipe já identificou também altas temperaturas no remanescente de supernova conhecido como W49B, que fica a 35.000 anos-luz de distância, na constelação Aquila.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fonte: The Astrophysical Journal&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-6218980917797234467?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/6218980917797234467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/supernova-na-nebulosa-medusa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6218980917797234467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6218980917797234467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/supernova-na-nebulosa-medusa.html' title='Supernova na nebulosa Medusa'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-Hdi9-W4g-xc/TtdvtpvyZPI/AAAAAAAAEQg/yG-yd6lC5bw/s72-c/nebulosa%252520Jellyfish_thumb%25255B8%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-6777511269215313514</id><published>2011-12-01T09:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-01T09:13:19.305-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estrelas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Buracos Negros'/><title type='text'>Estrelas encontraram nova forma de morrer</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Pesquisadores espanhóis descobriram como uma estrela induz outra à morte originando um buraco negro com uma massa maior que a do Sol e com diâmetro de 20 km.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-uY78WyfP9UE/TtdhSk4bLGI/AAAAAAAAEP8/E290z54xUe8/s1600-h/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520da%252520emiss%2525C3%2525A3o%252520de%252520raios%252520gama%252520pela%252520fus%2525C3%2525A3o%252520de%252520estrelas%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="ilustração da emissão de raios gama pela fusão de estrelas" alt="ilustração da emissão de raios gama pela fusão de estrelas" src="http://lh6.ggpht.com/-QiNtf81oUbg/TtdhTd-5xwI/AAAAAAAAEQE/2m4iCHN524g/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520da%252520emiss%2525C3%2525A3o%252520de%252520raios%252520gama%252520pela%252520fus%2525C3%2525A3o%252520de%252520estrelas_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="394" height="389" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NASA (ilustração da emissão de raios gama pela fusão de estrelas)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A descoberta é resultado de uma pesquisa liderada por Christina Thöne e Antonio Ugarte Postigo, do Instituto de Astrofísica da Andaluzia, em colaboração com Miguel Ángel Aloy e Petar Mimica, da Universidade de Valência.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O inovador estudo traz uma explicação plausível ao enigma conhecido como &amp;quot;Erupção do Natal&amp;quot;, uma erupção de raios gama (GRB, na sigla em inglês) de mais de meia hora de duração, que ocorreu no dia 25 de dezembro de 2010.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Esta &amp;quot;Erupção do Natal&amp;quot;, ou GRB101225A segundo sua identificação científica, é o resultado de uma estrela de nêutrons se fundindo com o núcleo de hélio de uma estrela gigante e antiga, a uma distância de 5,5 bilhões de anos-luz da Terra.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Este exótico sistema binário passou por uma fase em que a estrela de nêutrons penetrou na atmosfera da estrela companheira gigante e, ao alcançar seu núcleo, se fundiu com ele, resultando numa gigantesca explosão, inicialmente invisível da Terra. O fenômeno possivelmente também produz um novo buraco negro.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A tremenda quantidade de energia liberada pela explosão foi canalizada longe do centro da estrela com velocidades próximas às da luz. Antes se pensava que a maioria das GRB se associava às estrelas maiores que o Sol, que acabavam produzindo supernovas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No entanto, a &amp;quot;Erupção do Natal&amp;quot; é uma GRB rara com propriedades distintas das que se conheciam até agora, podendo considerar o fato como uma evidência de que existe uma nova forma de se produzir buracos negros estelares.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Uma estrela em massa morre formando uma supernova, enquanto esta foi induzida à morte por sua companheira, que chega ao núcleo da estrela, onde se induz uma explosão supernova incomum e um objeto muito compacto, possivelmente um buraco negro. Tal fato passaria despercebido se não fosse pela detecção da GRB.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As erupções de raios gama são flashes de radiação ultra-intensos, que podem chegar à Terra de qualquer direção do espaço. São fenômenos tão potentes e energéticos que apenas um deles pode ser tão luminoso como todas as estrelas visíveis simultaneamente no céu, embora ocorra somente em poucos segundos. A atmosfera da Terra é opaca aos raios gama, de modo que as GRB só podem ser captadas graças a detectores espaciais, como o satélite Swift da NASA.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Parece que as estrelas encontraram nova forma de morrer!&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Nature&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-6777511269215313514?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/6777511269215313514/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/estrelas-encontraram-nova-forma-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6777511269215313514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6777511269215313514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/12/estrelas-encontraram-nova-forma-de.html' title='Estrelas encontraram nova forma de morrer'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-QiNtf81oUbg/TtdhTd-5xwI/AAAAAAAAEQE/2m4iCHN524g/s72-c/ilustra%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520da%252520emiss%2525C3%2525A3o%252520de%252520raios%252520gama%252520pela%252520fus%2525C3%2525A3o%252520de%252520estrelas_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-265856940633283017</id><published>2011-11-30T14:00:00.000-02:00</published><updated>2011-11-30T14:00:04.281-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><title type='text'>Uma relíquia de antigos ventos estelares</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A imagem abaixo mostra a Via Láctea e as Nuvens de Magalhães numa combinação na região do vísivel e do rádio, e uma nova imagem de rádio da “Corrente de Magalhães”.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-c--lm6a-S8k/TtZR9N3R5tI/AAAAAAAAEPs/2ngBhr5i8ZQ/s1600-h/Corrente%252520de%252520Magalh%2525C3%2525A3es%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="Corrente de Magalhães" alt="Corrente de Magalhães" src="http://lh6.ggpht.com/-iudDDKyEglM/TtZR9nfJ_1I/AAAAAAAAEP0/C2YkyvZFjQk/Corrente%252520de%252520Magalh%2525C3%2525A3es_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="409" height="217" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NRAO (Corrente de Magalhães)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os fortes ventos estelares e explosões de supernovas que provocaram a formação de estrelas poderiam ter eliminado o gás que começou fluir em direção à Via Láctea.   &lt;br /&gt;A Via Láctea e as Nuvens de Magalhães estão em azul e branco, e o gás de hidrogênio na Corrente de Magalhães e nos discos das Nuvens de Magalhães estão em vermelho. A Via Láctea está na horizontal no meio da imagem, e as Nuvens de Magalhães são os pontos de luz na porção centro-direita da imagem, do qual o fluxo de gás se origina. As nuvens de poeira na Via Láctea estão em marron.    &lt;br /&gt;David Nidever da Universidade de Virginia e seus colegas usaram o telescópio GBT (Green Bank Telescope) para preencher lacunas importantes neste quadro de gás fluindo para fora das Nuvens de Magalhães.    &lt;br /&gt;As Nuvens de Magalhães são as duas galáxias vizinhas mais próximas da nossa galáxia, cerca de 150.000 a 200.000 anos-luz distante da Via Láctea. Visível no Hemisfério Sul, elas são muito menores do que a nossa galáxia e podem ter sido distorcidas por sua gravidade.    &lt;br /&gt;Depois de observar a Corrente de Magalhães há mais de 100 horas com o GBT, os astrônomos combinaram estes registros com de estudos anteriores através de radiotelescópios e descobriram que o fluxo é mais do que 40 por cento maior do que o anteriormente conhecido. Concluiram que o maior comprimento significa que o fluxo de gás é mais antigo do que se pensava, provavelmente cerca de 2,5 bilhões de anos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Daily Galaxy&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-265856940633283017?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/265856940633283017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/11/uma-reliquia-de-antigos-ventos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/265856940633283017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/265856940633283017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/11/uma-reliquia-de-antigos-ventos.html' title='Uma relíquia de antigos ventos estelares'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-iudDDKyEglM/TtZR9nfJ_1I/AAAAAAAAEP0/C2YkyvZFjQk/s72-c/Corrente%252520de%252520Magalh%2525C3%2525A3es_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-6838992163811622767</id><published>2011-11-30T13:00:00.000-02:00</published><updated>2011-11-30T13:26:01.413-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Supernovas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estrelas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aglomerados Estelares'/><title type='text'>As estrelas vampiras</title><content type='html'>&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Um dos principais problemas na astronomia moderna é o fato de ainda não conhecermos exatamente que tipo de sistema estelar explode sob a forma de supernova de tipo Ia.&amp;#160; Estas supernovas têm a função de mostrar que a expansão do Universo está atualmente em aceleração.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-jHZwB-zUpe0/TtZK_SH42cI/AAAAAAAAEPM/9TRlhxHOHN0/s1600-h/aglomerado%252520estelar%252520NGC%252520188%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="aglomerado estelar NGC 188" alt="aglomerado estelar NGC 188" src="http://lh6.ggpht.com/-DIkk3xuEeJw/TtZLAI9btUI/AAAAAAAAEPU/MSQsSQMhHCU/aglomerado%252520estelar%252520NGC%252520188_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="394" height="302" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© NOAA &lt;/font&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;(aglomerado estelar NGC 188)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A imagem acima mostra o aglomerado estelar NGC 188 com as estrelas “vampiras” circuladas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os astrônomos estudaram o objeto conhecido como V445 na constelação de Puppis (Popa) com bastante rigor. A V445 Puppis é a primeira, e até agora a única, nova que não mostra evidências de hidrogênio. É a primeira evidência de uma explosão na superfície de uma anã branca dominada por hélio, e a estrela companheira da V445 Puppis também apresenta deficiência em hidrogênio, fornecendo principalmente hélio à anã branca.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em novembro de 2000, este sistema sofreu uma explosão do tipo nova, tornando-se 250 vezes mais brilhante que anteriormente e ejetando uma grande quantidade de matéria para o espaço.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A equipe de astrônomos utilizou o instrumento de óptica adaptativa NACO, montado no VLT (Very Large Telescope) do ESO, para obter imagens muito nítidas da V445 Puppis durante um período de dois anos. As imagens mostram uma concha bipolar, inicialmente com uma cintura muito fina, e com lóbulos de cada lado. Dois nodos observados em ambos os extremos da concha, parecem deslocar-se cerca de 30 milhões de quilômetros por hora. A concha - diferente de todas as observadas até agora em novas - encontra-se ela própria em movimento, deslocando-se cerca de 24 milhões de quilômetros por hora. As duas estrelas centrais estão obscurecidas por um disco espesso de poeira, que parece ter sido formado durante a última explosão.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-ZNwxpsp3QoI/TtZLBJWEbII/AAAAAAAAEPc/xhmV5FnKU_E/s1600-h/concha%252520ao%252520redor%252520da%252520estrela%252520V445%252520Puppis%252520-%252520mar%2525C3%2525A7o%252520de%2525202007%25255B9%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="concha ao redor da estrela V445 Puppis" alt="concha ao redor da estrela V445 Puppis" src="http://lh3.ggpht.com/-J9hHqr49C08/TtZLBkm6XRI/AAAAAAAAEPk/IuY8mkafhzU/concha%252520ao%252520redor%252520da%252520estrela%252520V445%252520Puppis%252520-%252520mar%2525C3%2525A7o%252520de%2525202007_thumb%25255B5%25255D.jpg?imgmax=800" width="392" height="392" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESO (concha ao redor da estrela V445 Puppis)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Uma supernova é um dos processos pelo qual uma estrela termina a sua vida, explodindo e aumentando drasticamente seu brilho. Uma família de supernovas, chamadas supernovas de tipo Ia, desperta particular interesse no campo da cosmologia já que estes objetos podem ser usados como “velas padrão”&amp;#160; no cálculo de distâncias no Universo. Utilizam-se por isso para calibrar a expansão em aceleração, que se deve à energia escura.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Uma característica que define as supernovas de tipo Ia é a falta de hidrogênio no seu espectro. Sabe-se, no entanto, que o hidrogênio é o elemento químico mais abundante no Universo. Tais supernovas serão, muito provavelmente, produzidas em sistemas compostos por duas estrelas, onde uma delas é o produto final da vida de estrelas do tipo do Sol, as anãs brancas. As anãs brancas representam o produto final da evolução de estrelas com massas iniciais não superiores a algumas massas solares. Uma anã branca é composta por um núcleo estelar em final de combustão, abandonado quando uma estrela como o Sol ejeta as camadas exteriores no final da sua vida ativa. Este núcleo é composto essencialmente por carbono e oxigênio. Este processo normalmente dá origem à formação de uma nebulosa planetária.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Quando estas anãs brancas se comportam como vampiros estelares sugando matéria da estrela companheira, acabam por se tornar mais pesadas que determinado limite, o que as torna instáveis e consequentemente explodem. Este limite de Chandrasekhar, assim chamado devido ao físico indiano Subrahmanyan Chandrasekhar, é quase 1,4 vezes a massa do Sol. Quando a anã branca atinge uma massa superior a este limite, ou sugando matéria de uma estrela companheira ou juntando-se com outra anã branca, transforma-se numa bomba termonuclear que queimará carbono e oxigênio de maneira explosiva.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O ato de acumular esta matéria adicional não é um processo simples. À medida que a anã branca canibaliza a sua companheira, a matéria acumula-se na sua superfície. Se esta camada se tornar demasiado densa,&amp;#160; a estrela torna-se instável e irrompe como uma nova. Estas pequenas explosões controladas ejetam parte do material acumulado de volta ao espaço. Portanto, é necessário saber se a anã branca consegue acumular peso apesar destas explosões, ou seja, se alguma da matéria retirada à estrela companheira permanece na anã branca, de modo que ela se torne suficientemente pesada para explodir como supernova.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Combinando as imagens do NACO com dados obtidos por vários outros telescópios foi possível determinas a distância ao sistema, que se encontra a cerca de 25.000 anos-luz&amp;#160; de distância do Sol, e o seu brilho intrínseco, que é mais de 10.000 vezes mais brilhante que o Sol. Estes valores indicam que a anã branca vampiro deste sistema tem uma massa elevada, que está próxima do limite fatal e ao mesmo tempo continua sendo alimentada através de elevada taxa pela sua companheira. Se a V445 Puppis vai eventualmente explodir como supernova, ou se a atual explosão de nova já fez com que esse fenômeno não se produza ao ejetar demasiada matéria de volta ao espaço é algo que ainda precisa ser esclarecido. No entanto, a V445 Puppis é excelente candidata a futura supernova de tipo Ia!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: ESO e Nature&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-6838992163811622767?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/6838992163811622767/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/11/as-estrelas-vampiras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6838992163811622767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6838992163811622767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/11/as-estrelas-vampiras.html' title='As estrelas vampiras'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-DIkk3xuEeJw/TtZLAI9btUI/AAAAAAAAEPU/MSQsSQMhHCU/s72-c/aglomerado%252520estelar%252520NGC%252520188_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-7631321385580324506</id><published>2011-11-30T12:00:00.000-02:00</published><updated>2011-11-30T12:30:06.175-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Supernovas'/><title type='text'>Supernova mais jovem já registrada</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Os astrônomos têm obtido uma imagem da mais jovem supernova já registrada na região do rádio, apenas duas semanas depois da explosão de uma estrela na Galáxia do Redemoinho, a M51, localizada a 23 milhões de anos-luz de distância da Terra. &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-waRV2YYDIFU/TtY96qHTLaI/AAAAAAAAEO8/79XLT35io8o/s1600-h/gal%2525C3%2525A1xia%252520M51%252520e%252520a%252520jovem%252520supernova%25255B10%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="galáxia M51 e a jovem supernova" alt="galáxia M51 e a jovem supernova" src="http://lh6.ggpht.com/-Haw0xRH8UhA/TtY97eKGTAI/AAAAAAAAEPE/KDOZu-UcsFE/gal%2525C3%2525A1xia%252520M51%252520e%252520a%252520jovem%252520supernova_thumb%25255B6%25255D.jpg?imgmax=800" width="395" height="302" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Sloan Digital Sky Survey (galáxia M51 e a jovem supernova)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Telescópios coordenados ao redor da Europa conseguiram fazer uma imagem da explosãoo cósmica que é cem vezes maior em detalhe do que uma imagem obtida pelo telescópio espacial Hubble. Essa técnica chamada de rádio interferometria, tem uma resolução capaz de ver uma bola de golfe na superfície da Lua.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A Universidade de Valência e o Instituo de Astrofísica da Andalusia fizeram parte dessa pesquisa. Os telescópios que participaram da pesquisa foram os telescópios da NASA localizados em Robledo de Chavela (Madrid) e os telescópios do Insituto Nacional Geográfico em Yebes (Guadalajara).&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A partir dessa imagem de alta resolução é possível definir a velocidade de expansão da onda de choque criada na explosão.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A equipe internacional de astrônomos já está trabalhando em novas observações. A rede europeia VLBI (Very Long Baseline Interferometry) é uma colaboração de institutos de radioastronomia ao redor da Europa, China e África do Sul, e é financiada pelos órgãos científicos nacionais dos respectivos países.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Astronomy &amp;amp; Astrophysics&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-7631321385580324506?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/7631321385580324506/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/11/supernova-mais-jovem-ja-registrada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7631321385580324506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/7631321385580324506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/11/supernova-mais-jovem-ja-registrada.html' title='Supernova mais jovem já registrada'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-Haw0xRH8UhA/TtY97eKGTAI/AAAAAAAAEPE/KDOZu-UcsFE/s72-c/gal%2525C3%2525A1xia%252520M51%252520e%252520a%252520jovem%252520supernova_thumb%25255B6%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-610565034124738689</id><published>2011-11-29T15:00:00.000-02:00</published><updated>2011-11-29T15:17:35.165-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Buracos Negros'/><title type='text'>Galáxia sem bulbo e com buracos negros</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;A imagem a seguir feita pelo VLT (Very Large Telescope) do ESO, mostra uma galáxia realmente impressionante conhecida como NGC 3621.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-OIgEwhwte3Y/TtUTRVbEKPI/AAAAAAAAEOE/yb0C8NxDls0/s1600-h/NGC%2525203621%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="" alt="" src="http://lh3.ggpht.com/-ZUk4ArJg08Q/TtUTSHap5CI/AAAAAAAAEOM/KKBkip9z67o/NGC%2525203621_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="396" height="396" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESO (NGC 3621)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ela é uma galáxia de disco puro. Como outras espirais, ela tem um disco achatado, permeado por linhas escuras de material e com braços espirais proeminentes onde estrelas jovens estão se formando em aglomerados (os pontos azuis na imagem). Mas enquanto a maioria das galáxias espirais possuem um bulbo central, um grande grupo de estrelas velhas localizadas em uma região compacta e esferoidal, a NGC 3621 não possui essa característica. Nessa imagem nota-se que existe um simples brilho no centro, mas não um bulbo verdadeiro como pode ser visto em outras galáxias como a NGC 6744.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-SlBlBSEVwVs/TtUTUYeviZI/AAAAAAAAEOU/-xCFd24lX9E/s1600-h/NGC%2525206744%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="" alt="" src="http://lh6.ggpht.com/-gIfr1fxRocU/TtUTVDa4SyI/AAAAAAAAEOc/yHILZTTBCdU/NGC%2525206744_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="397" height="336" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© ESO (NGC 6744)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A NGC 3621 é também interessante, pois acredita-se que tenha um buraco negro supermassivo em seu centro que está engolindo matéria e produzindo radiação. Isso é algo pouco comum, pois a maior parte desses chamados núcleos ativos galácticos existem em galáxias com bulbos proeminentes. Nesse caso particular, o buraco negro supermassivo deve ter uma massa relativamente pequena de aproximadamente 20.000 vezes a massa do Sol.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Outro aspecto interessante é que também devem existir dois buracos negros menores, com massas de algumas milhares de vezes a massa do Sol, perto do núcleo da galáxia. Assim a NGC 3621 é um objeto interessante que, apesar de não ter um bulbo central, tem um sistema de três buracos negros em sua região central.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A galáxia NGC 3621 está localizada na constelação de Hydra (A Cobra do Mar) e pode ser vista com telescópios de tamanho médio. Essa imagem, foi feita usando os filtros B, V e I com o instrumento FORS1 acoplado ao poderoso VLT, e mostra detalhes surpreendentes desse estranho objeto revelando também uma grande quantidade de galáxias em segundo plano. Um grande número de estrelas brilhantes pertencentes à nossa galáxia também podem ser vistas na imagem.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: ESO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-610565034124738689?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/610565034124738689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/11/galaxia-sem-bulbo-e-com-buracos-negros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/610565034124738689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/610565034124738689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/11/galaxia-sem-bulbo-e-com-buracos-negros.html' title='Galáxia sem bulbo e com buracos negros'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-ZUk4ArJg08Q/TtUTSHap5CI/AAAAAAAAEOM/KKBkip9z67o/s72-c/NGC%2525203621_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-6919472058185484972</id><published>2011-11-29T12:00:00.000-02:00</published><updated>2011-11-29T15:03:03.701-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><title type='text'>Calmaria depois da tempestade galáctica</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;O telescópio espacial Hubble registrou uma imagem, de uma galáxia difusa que provavelmente é a consequência de colisão galáctica ocorrida há muito tempo atrás.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-LpIo2h06bXo/TtUQQ7aZrVI/AAAAAAAAEN0/-kaChscLO6A/s1600-h/gal%2525C3%2525A1xia%252520el%2525C3%2525ADptica%252520SDSS%252520J162702.56%25252B432833.9%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="galáxia elíptica SDSS J162702.56 432833.9" alt="galáxia elíptica SDSS J162702.56 432833.9" src="http://lh4.ggpht.com/-vEMjHwALgQ0/TtUQRiIsY0I/AAAAAAAAEN4/EXP1R_cmOaU/gal%2525C3%2525A1xia%252520el%2525C3%2525ADptica%252520SDSS%252520J162702.56%25252B432833.9_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="400" height="397" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© Hubble (galáxia elíptica SDSS J162702.56+432833.9)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Duas galáxias espirais, cada uma talvez parecida com a Via Láctea, se entrelaçaram por milhões de anos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nesse tipo de fusão, as galáxias originais normalmente são estiradas e destruídas à medida que elas giram ao redor de um centro comum de gravidade. Após algumas idas e vindas, essa tempestade estelar se acalma formando um novo objeto arredondado. O novo objeto celeste, catalogado como SDSS J162702.56+432833.9 é conhecido tecnicamente como uma galáxia elíptica.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Quando as galáxias colidem, um evento comum no Universo, uma nova explosão de formação de estrelas normalmente acontece à medida que nuvens de gás são esmagadas de forma conjunta. Nesse ponto, a galáxia tem uma tonalidade azul, mas a cor não significa que ela é fria, essa cor é o resultado do intenso calor gerado pelas estrelas brancas e azuis recém formadas. Essas estrelas não duram muito, e depois de alguns bilhões de anos, as tonalidades avermelhadas das estrelas velhas menores dominam o espectro de uma galáxia elíptica. O Hubble tem auxiliado nas observações das fusões de galáxias em todos os estágios do processo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Na SDSS J162702.56+432833.9, algumas faixas de poeira notavelmente obscurecem partes da região central, azulada e conglomerada da galáxia. Essas linhas de poeira poderiam ser partes remanescentes dos braços espirais das galáxias recentemente destruídas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: ESA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7690424626150090458-6919472058185484972?l=cosmonovas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmonovas.blogspot.com/feeds/6919472058185484972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/11/calmaria-depois-da-tempestade-galactica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6919472058185484972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7690424626150090458/posts/default/6919472058185484972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmonovas.blogspot.com/2011/11/calmaria-depois-da-tempestade-galactica.html' title='Calmaria depois da tempestade galáctica'/><author><name>Angelo Rober Pulici</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15620276417120888028</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-vEMjHwALgQ0/TtUQRiIsY0I/AAAAAAAAEN4/EXP1R_cmOaU/s72-c/gal%2525C3%2525A1xia%252520el%2525C3%2525ADptica%252520SDSS%252520J162702.56%25252B432833.9_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7690424626150090458.post-4502921371566463089</id><published>2011-11-27T10:00:00.000-02:00</published><updated>2011-11-27T10:09:29.091-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Galáxias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aglomerados Estelares'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lente Gravitacional'/><title type='text'>Galáxia distante vista por lente gravitacional</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Lente gravitacional é uma ferramenta poderosa para os astrônomos, que lhes permitem explorar galáxias distantes com muito mais detalhes do que seria permitido.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-c9JMpROarL0/TtInG32mobI/AAAAAAAAENU/mOKvIgNIhPg/s1600-h/aglomerado%252520MACS%252520J0329.6-0211%252520e%252520gal%2525C3%2525A1xia%252520an%2525C3%2525A3%252520distante%25255B7%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="aglomerado MACS J0329.6-0211 e galáxia anã distante" alt="aglomerado MACS J0329.6-0211 e galáxia anã distante" src="http://lh5.ggpht.com/-wV9u86USDCs/TtInHzW7RnI/AAAAAAAAENc/iqatQkCaqYA/aglomerado%252520MACS%252520J0329.6-0211%252520e%252520gal%2525C3%2525A1xia%252520an%2525C3%2525A3%252520distante_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="395" height="314" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;© A. Zitrin (aglomerado MACS J0329.6-0211 e galáxia anã distante)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sem essa técnica, as galáxias na borda do Universo visível são meras bolhas minúsculas de luz, mas quando ampliada dezenas de vezes possibilita explorar as propriedades internas estruturais mais diretamente.   &lt;br /&gt;Recentemente, astrônomos da Universidade de Heidelberg descobriram uma galáxia através da lente gravitacional que é uma das mais distantes já vistas, localizada à 12,8 bilhões de anos-luz sa Terra. No entanto, esta é notável por ser uma lente rara quádrupla.    &lt;br /&gt;As imagens desta descoberta interessante foram tiradas usando o telescópio espacial Hubble em agosto e outubro deste ano, utilizando um total de 16 diferentes filtros coloridos, bem como dados adicionais a partir do telescópio infravermelho Spitzer. O aglomerado no primeiro plano, MACS J0329.6-0211, está cerca de 4,6 bilhões de anos-luz distante. Na imagem acima, a galáxia de fundo foi dividida em quatro imagens, rotuladas pelas ovais em vermelho e marcadas de 1.1 a 1.4. Elas são ampliadas no canto superior direito.    &lt;br /&gt;Assumindo que a massa do aglomerado está concentrada ao redor das galáxias que estavam visíveis, a equipe tentou reverter os efeitos que o aglomerado teria pela galáxia distante, o que reverteria as distorções. A imagem restaurada, também corrigida para o redshift considerado, é mostrado na caixa inferior, no canto superior direito.    &lt;br /&gt;Depois de corrigir essas distorções, a equipe estimou que a massa total da galáxia distante é de apenas alguns bilhões de vezes da massa do Sol. Em comparação, a Grande Nuvem de Magalhães, um satélite anão da nossa própria galáxia, é cerca de dez bilhões de massas solares. O tamanho total da galáxia é pequeno também. Estas conclusões se encaixam bem com as expectativas de galáxias no Universo
